Teia Digital

Ariquemes tem custo de gasolina mais alto – Por Sílvio Persivo

Pelo jeito não temos escapatória, baby. “Se você não encontrar uma forma de ganhar dinheiro enquanto dorme, vai trabalhar até morrer” (Warren Buffett). 

PROFESSORA EURLY TOURINHO É A MAIS NOVA INTEGRANTE DA ABEF 

Na última quinta-feira (10), no auditório da UNIR/Centro, a Academia Brasileira de Educação Física(ABEF) empossou, entre seus membros efetivos, a mestre Eurly Kang Tourinho, docente do Departamento de Educação Física (DEF) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) na cadeira de número 23. Para isto esteve presente no evento AlmirAdolfo Gruhn, presidente da ABEF, que foi recebido pelo reitor Ari Miguel Teixeira Ott, pelo delegado Regional da Federação Internacional de Educação Física (FIEP) e o professor da do DEF/UNIR, João Bernardino Neto. Durante seu pronunciamento, o presidente AlmirAdolfo Gruhn pontuou que a posse da professora EurlyKangTourinho faz com que Rondônia passe a ser parte integrante da ABEF. O reitor Ari Ott ressaltou que “… sua participação na Academia é justíssima, principalmente, em razão da dedicação e seriedade com as quais sempre atuou em prol da academia e da comunidade Rondoniense”.  O delegado regional da FIEP, professor João Bernardino Neto, parabenizou a imortal e afirmou que certamente, na ABEF, ela continuará atuando com vigor e respeito por Rondônia.

II SEMANA DO LIVRO E DA BIBLIOTECA DA UNIR 

A Biblioteca Central (BC) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), por meio da sua Gerência de Atendimento ao Público (GAP), campus Porto Velho, promove de hoje (14) a  sexta feira (18), a II Semana do Livro e da Biblioteca, que possui uma vasta agenda de atividades acadêmicas e culturais, em sua sede no campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho. Com o tema “Biblioteca: espaço para o empreendedorismo, arte e cultura”, a programação da II Semana do Livro e da Biblioteca da UNIR viabilizará acesso a cursos, palestras, exposições, rodas de conversa com autores regionais, dança, jogos, apresentação teatral e sorteios. A programação completa está disponível no link https://www.unir.br/index.php?pag=noticias&id=27520. 

ARIQUEMES TEM CUSTO DE GASOLINA MAIS ALTO 

Uma pesquisa realizada pela  da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nas principais cidades de Rondônia, na semana passada até o sábado, 12 de outubro, mostrou que o preço médio do litro em Ariquemes tem o maior  custo entre os municípios levantados. Lá custa R$ 4,75, o mais caro, enquanto que o litro de gasolina mais barato é vendido em Vilhena: R$ 4,49, em média. Na sequência está Porto Velho, onde custa R$ 4,57. Nos demais municípios pesquisados: Pimenta Bueno: R$ 4,70; Cacoal: R$ 4,63 e Ji-Paraná: R$ 4,59. 

SETOR DE SERVIÇOS DO AMAZONAS VOLTA A CRESCER PELO SEGUNDO MÊS CONSECUTIVO

O setor de serviços do Amazonas seguiu na contramão do país e emendou seu segundo mês de alta mensal. Embora o resultado tenha ficado abaixo do registrado 12 meses atrás.  Segundo a pesquisa mensal do IBGE o volume de serviços aumentou 0,3% em relação a julho de 2019, porém, caiu 3,5% no confronto com agosto de 2018. Os acumulados do ano (+2,7%) e dos últimos 12 meses (+1,2%) perderam força em relação aos respectivos números do levantamento anterior (+3,8% e +2,2%), todavia, seguiram no positivo e bem acima da média nacional (+0,5% e 0,6%, respectivamente).  A variação mensal levou o Estado à sétima posição no país, com número abaixo da média nacional (+0,5%), em um panorama de 19 resultados negativos. Roraima (+3,9%), Espirito Santo (+2,8%) e Bahia (+1,3%) encabeçaram a lista e as últimas posições ficaram em Tocantins (-8,2), Acre (-7,1) e Alagoas (-5). No acumulado do ano, o Amazonas ficou em terceiro lugar, atrás de Maranhão (+3,5%) e São Paulo (3,2%). As últimas posições foram ocupadas por Acre (-8,8%), Rondônia (-6,8%) e Mato Grosso (-6,5%). 

CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA NO FIM DE ANO SERÁ A MAIOR DOS ÚLTIMOS SEIS ANOS 

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou estimativa, sobre os postos de trabalho temporários para o Natal deste ano, em que prevê  a contratação de 91 mil trabalhadores temporários para atender à demanda do varejo no período natalino, ou seja, um aumento de 4% em relação a 2018 e a maior oferta de empregos temporários dos últimos seis anos. Também a CNC estimou que o Natal movimente R$ 35,9 bilhões no comércio varejista de todo o país.  Segundo o presidente da confederação, José Roberto Tadros, esta “retomada parcial do nível de atividade do setor” está sendo influenciada pela inflação baixa, pelos juros básicos no piso histórico, por prazos mais amplos para a quitação de financiamentos e, principalmente, pela liberação de recursos extraordinários para o consumo, como os saques no FGTS e no PIS/Pasep. Entre os estados que  mais irão gerar vagas destacam-se São Paulo (22,6 mil), Minas Gerais (10 mil), Rio de Janeiro (9,4 mil) e Rio Grande do Sul (7,6 mil), que concentrarão mais da metade da oferta de vagas. Entre os setores do comércio, os maiores volumes de contratações estão os ramos de vestuário (62,5 mil vagas) e de hiper e supermercados (12,8 mil). Oito em cada dez vagas ofertadas deverão ser preenchidas por vendedores (57 mil), operadores de caixa (13 mil) e pessoal de almoxarifado (4,6 mil).

CONSTRUÇÃO CIVIL PUXA AUMENTO DOS NOVOS EMPREGOS

Segundo o IBGE, a construção civil cresceu 2,0% no 2º trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, depois de cinco anos registrando quedas. Ainda de acordo com o instituto, o resultado ajudou a impulsionar o PIB brasileiro, que subiu 1,0% no 2º trimestre de 2019 quando comparado com 2018, o 10° resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. A construção civil também, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro a agosto de 2019,  

foi a indústria que mais contribuiu com 96,5 mil empregos (16% das vagas totais) dos 568 mil novos empregos gerados este ano. Na comparação com o mesmo período de 2018, quando houve a criação de 568 mil empregos e a construção civil contribuiu com 65,5 mil empregos (12% das vagas totais), houve um aumento de 1,7% no geral e de 47,3% na construção civil. 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO  – COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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