Teia Digital

Mais gastos do Governo sinalizam aumento de impostos – Por Silvio Persivo

A poesia é tudo que pode ser. “A poesia é apenas a evidência da vida. Se sua vida está queimando bem, a poesia é apenas a cinza”(Leonard Cohen).

PREFEITURA OFERTA CURSOS PROFISSIONALIZANTES

A Prefeitura de Porto Velho divulgando que a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo (Semdestur) está ofertando cursos profissionalizantes, no Centro de Artes e Esportes Unificados (Praça CEU), na zona Leste, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A iniciativa tem o objetivo de qualificar profissionais para o mercado de trabalho, reforçando a proposta do decreto que instituiu o Centro de Artes e Esportes Unificados de ser uma estrutura destinada a ofertar serviços culturais, práticas esportivas e de lazer, serviços socioassistenciais e qualificação para o mercado de trabalho.  As inscrições são de 24 de fevereiro a 03 de março, e o início das aulas está previsto para 06 de março.

MANAUS ENTRE AS 50 CIDADES MAIS INSEGURAS DO MUNDO

Em insegurança, o Brasil costuma ser destaque global. Agora mesmo se divulga que das  50 cidades mais perigosas do mundo, 10 são brasileiras e 9 estão situadas na região Nordeste. Os dados são de um ranking anual elaborado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal.  A cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, tem a pior taxa de homicídios por 100 mil habitantes do país (63,21) e ocupa a 11ª posição na lista mundial. Os dados refletem o ano de 2022. A cidade com mais insegurança no planeta é a mexicana Colima, com uma taxa de 181,94 mortes violentas por 100 mil habitantes. Em 2021, a também mexicana Zamora estava em primeiro lugar. Ao todo, o México tem 17 municípios no ranking, e o Brasil vem em segundo lugar, com 10. Eis as cidades brasileiras e suas posições: Mossoró-Rio Grande do Norte (11); Salvador — Bahia (19);Manaus — Amazonas (21); Feira de Santana — Bahia (22); Vitória da Conquista — Bahia (26); Natal — Rio Grande do Norte (28); Fortaleza — Ceará (31); Recife — Pernambuco (35); Maceió — Alagoas (36); Teresina – Piauí (40). A lista considera o número de homicídios por 100 mil habitantes e inclui apenas cidades com 300 mil habitantes ou mais. Países que vivem “conflitos bélicos abertos”, como Síria e Iraque, foram excluídos da sondagem. Somente Manaus, no Amazonas, aparece do Norte entre as 50 e as outras nove tem em comum, além de serem do Nordeste, historicamente, serem governadas por líderes de esquerda.

 

MAIS GASTOS DO GOVERNO SINALIZAM AUMENTO DE IMPOSTOS

Responsabilidade fiscal e a eficiência dos gastos deveriam ser compromisso de governos e bons gestores públicos, mas o novo governo federal aumenta as incertezas com discursos que prometem repetir experiências nefastas do passado, inclusive usando superávit de arrecadação e caixa conjuntural, passageiro  para realizar aumento de gastos permanentes. O problema disto é que a equação não tem como fechar sem a extração de mais recursos da sociedade, isto é, do aumento da carga tributária, que já é uma das mais altas do mundo. Porém este tipo de transferência também não somente reduz investimentos como a produtividade da economia, pelo motivo simples de famílias e empresas aplicarem os recursos com mais eficiência do que o poder público. E não se observa nenhuma ação no sentido do  Estado gastar com mais eficiência o enorme volume de recursos que já arrecada. Sem aumentar a eficiência da máquina pública o Brasil não avança. É preciso gastar melhor e não gastar mais.

SICOOB CRESCE 34% POR ASSOCIAÇÃO DIGITAL

A forte presença e os investimentos nos canais digitais do Sicoob têm contribuído para a expansão e adesão de novos cooperados. Um exemplo é o crescimento de 34% na quantidade de pedidos para abertura de contas via associação digital, saltando de aproximadamente 670 mil em 2021 para mais de 900 mil no último ano. Segundo a instituição financeira cooperativa houve uma otimização da jornada do novo cooperado e a queda do tempo médio da avaliação das propostas: saindo de 32 horas no início de 2021 para 2h10 ao final de 2022.  Francisco Reposse Júnior, diretor Comercial e Canais do Sicoob, avalia que um dos motivos que contribuiu para o sucesso da jornada de associação de novos entrantes foi a automatização das avaliações, feita por uma empresa especializada. “Hoje, entendemos que para crescermos em nosso principal ativo, a base de cooperados, é necessário estruturar um conjunto de ações e investir, cada vez mais, em um processo moderno, fluido e de baixo custo. Um processo que já foi 100% manual, com os últimos investimentos e soluções, podemos dizer que estamos praticamente 100% automatizados”.

IMPACTOS DA VACA LOUCA, SEGUNDO A AEB

Segundo a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) o caso confirmado de vaca louca que levou o governo federal a suspender as exportações de carne bovina para a China, não deverá provocar perdas aos exportadores brasileiros e sim, somente, um adiamento das vendas. Por se tratar de um caso isolado, a expectativa é que não haja contaminação do rebanho; e o fato do Brasil tornar público o problema e paralisar os embarques, também impacta positivamente na resolução e tende a acelerar a retomada das exportações, que giram em torno de US$ 500 milhões por mês. A previsão é de que o  impacto tende a ser bem menor do que em 2021, último registro de vaca louca no país. O protocolo foi cumprido, tudo está sendo feito com correção e transparência. Além disso, não há carne sobrando no mercado, nenhum país conseguirá suprir a demanda da China.  O Brasil é o maior exportador de carne bovina, abastecendo 22% do mercado global. Segundo a AEB, os preços do produto estão em queda – em janeiro deste ano, a cotação era de US$ 4,8 mil por tonelada contra US$ 5,2 mil do mesmo mês do ano passado, uma redução de 7,5%. A AEB considera que deve levar cerca de 30 dias para o mercado se normalizar.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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