Teia Digital

Crescimento previsto da Economia é de 0,84% – Por Silvio Persivo

Já surgiu faz tempo. “Uma nova classe de pessoas deve surgir até 2050: a dos inúteis” (Yuval Noah Harari). 

DEMANDA DO AEROPORTO DE PORTO VELHO CRESCE COM A PRIVATIZAÇÃO 

A rede VINCI Airports, que administra o aeroporto de Porto Velho, divulgando que, em 2022, foram realizados 14.394 pousos e decolagens, o que resultou num aumento de 64% em relação a 2019 e de 54% em relação a 2021. No último trimestre do ano, foram 3.435 voos, 74% a mais que em 2019 e 33% a mais que em 2021. No acumulado dos 12 meses de 2022, 746.000 passageiros viajaram através do aeroporto de Porto Velho, um crescimento de 12% comparado ao mesmo período do ano anterior, e uma recuperação quase completa em relação ao 2019. Em 2022, o aeroporto de Porto Velho passou a oferecer um novo voo permanente para Recife, operado pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Além disto, devido ao crescimento da demanda, outras duas rotas temporárias foram adicionadas: um voo para São Paulo, pela Azul, e outro para Guarulhos, pela Gol Linhas Aéreas. Segundo Karen Strougo, a CEO do aeroporto de Porto Velho: “Este crescimento demonstra o compromisso da VINCI Airports em ampliar ofertas de voos, possibilitando ainda mais conexões no Estado. Outro resultado que devemos comemorar é a inclusão do aeroporto de Porto Velho na lista internacional dos 20 aeroportos mais pontuais do mundo, em relatório do Guia Oficial da Aviação, como resultado do nosso compromisso com operações eficientes”. 

EXPOSIÇÃO SOBRE O MAIOR BLOCO CARNAVALESCO DA AMAZÔNIA PRESTES A SE ENCERRAR

Até o dia 28 de fevereiro, a Casa da Cultura Ivan Marrocos prossegue com a exposição “O Maior Bloco Carnavalesco da Amazônia”, que trata da história da “Banda do Vai Quem Quer”, considerado o maior bloco de carnaval da região Norte do País, que acontece no sábado de carnaval, há 43 anos em Porto Velho. A exposição, que teve início no dia 2 de fevereiro, tem a parceria da Fundação Cultural do Estado de Rondônia – Funcer, e conta com mais de 24 fotos molduradas das várias edições da “Banda do Vai Quem Quer”, mais 20 artigos jornalísticos da imprensa rondoniense sobre o evento desde a década de 1990 e um boneco do fundador do bloco carnavalesco, Manoel Mendonça, o “Manelão”, além de abadás do bloco.

EMPRESA DE COSMÉTICOS DO AMAPÁ USA A BIODIVERSIDADE COMO INSUMOS 

Exemplo de criatividade regional é a empresa amapaense Acmella Beauty, startup fundada pela maranhense Mayara Tania Pinheiro, integrante do time de P&D da empresa com pós-doutorado em Ciências Biológicas, pela Universidade Federal de Goiás (UFG), que possui um catálogo de formulações de cerca de 100 produtos, sendo que alguns estão passando por processo de validação antes do lançamento. Estão na lista de insumos amazônicos usados na fabricação dos produtos como shampoos, cremes e hidratantes, o jambu, manteigas de cupuaçu, bacuri, murumuru, cacau, óleos de patauá, castanha do Pará, babaçu e açaí, entre outros. Segundo Mayara, que utiliza  o lema “menos é mais”, a Acmella Beauty  está voltada para “As fórmulas de nossa autoria, que, depois são direcionadas para uma produção em colaboração com uma fábrica do segmento que atende ao nosso quesito de qualidade, e o impressionante da cosmetologia natural é o poder de criatividade que ela tem”. Trata-se de um filão crescente posto que, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o mercado brasileiro é o 4º maior do mundo com US$ 22,9 bilhões, apenas atrás dos Estados Unidos, China e Japão. Além disto, o Brasil é 2º colocado no ranking global dos países que mais lançam produtos anualmente.

DESAQUECIMENTO DA ECONOMIA 

O Brasil, em janeiro, registrou uma abertura líquida de 156,5 mil empresas  com o início, em todo o país, de 357,9 empresas. Outras 201,4 mil foram fechadas. O saldo de janeiro representa uma queda de 23,1% na comparação de igual período de 2022, quando foram criados 203,5 mil novos negócios. O menor ritmo reflete e endossa a perspectiva de se ter um produto interno bruto mais baixo do que o esperado em 2023. 

CRESCIMENTO PREVISTO DA ECONOMIA DE 0,84% 

Segundo o Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central, com a projeção para os principais indicadores econômicos, o crescimento da economia brasileira este ano será de 0,84%, ou seja, muito mais baixo do que o crescimento de 2022.  Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto é de 1,5%, a mesma previsão faz nove semanas seguidas. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta  uma expansão do PIB em 1,8% e 2%, respectivamente. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, variou para cima, de 5,89% para 5,9% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,02%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,8% e 3,75%, respectivamente. Para 2023 a previsão está acima do teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

 A Opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade enão reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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