Brasil Produtivo

Lojacorr Agro oferece novo modelo de negócios no mercado segurador

Operação atende seguradora, corretor e produtor rural por meio de ecossistema do agronegócio.

Em meio a pandemia mundial, a Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil, lança a Lojacorr Agro. Fruto de um estudo denso de quase três anos, oficializado em maio de 2020, a Lojacorr Agro vem ganhando corpo no País. Oferece soluções de Seguro Rural (Agrícola, Pecuário, Aquícola, Penhor Rural, Benfeitorias e Florestas) de 10 companhias seguradoras, das quais a própria Lojacorr vem buscando personalizar alguns dos produtos e serviços, com apoio das parceiras. O intuito é atender demandas específicas das regiões agrícolas brasileiras, pensando nas especificidades e diversidades de culturas, solos e condições climáticas.

A Lojacorr Agro foi criada para ser a otimizadora e a facilitadora do processo de vendas para canais de distribuição, visando manter o foco no segmento de agronegócios, gerando soluções que permitam o agricultor se proteger mais e melhor. Entre os objetivos estão o suporte especializado nas negociações de seguros Agro; assessoria técnica, comercial e operacional feita por especialistas; inserção no contexto de negócios relativos aos seguros rurais; capacidade técnica em sinergia com as seguradoras; agregar ao ecossistema soluções em crédito, sucessão, holding, etc.

O produtor rural atendido por um dos três mil profissionais de seguros da Rede Lojacorr pode estar vinculado a uma cooperativa ou associação, por meio de uma operação corporate desses canais ou mesmo receber atendimento no varejo. A Lojacorr Agro possui uma operação exclusiva e especializada em seguro rural para proteger o agronegócio brasileiro, independente das variações. O time da operação conta com a expertise dos engenheiros agrônomos, José Luiz Rodrigues e Filipe Portocarrero; João Luiz Sandim Caramalac, engenheiro civil, responsável por Operações e Processos da Lojacorr Agro, incluindo inovação e tecnologia; os advogados Dra. Télia Oliveira e Dr. Robson Silveira, na assessoria jurídica especializada; e Sidney Rodrigues, diretor da Lojacorr Agro, especializado em seguro rural. Esse modelo vem sendo desenvolvido e mira ampliar constantemente a operação para se posicionar como maior player do Brasil na comercialização de Seguros Agro.

De acordo com Sidney Rodrigues, a Lojacorr Agro está se estruturando no melhor momento do País, já que os governos federal, estaduais e municipais de diversas localidades estão concedendo subvenções para apoiar o produtor rural. “Por meio da capilaridade nacional, a Lojacorr Agro amplia as oportunidades de negócios para o corretor de seguros, pode ser oferecida inclusive a possibilidade de proteger as modalidades agrícola, florestas, pecuárias, aquícola, benfeitorias e produtos agropecuários, penhor rural, vida do produtor rural e cédula do produtor rural”, conta.

O diretor diz que entre os desafios está a contínua capacitação em busca de conhecimento sobre as diversas peculiaridades do agronegócio brasileiro, além dos produtos e serviços das companhias seguradoras. Por isso, a Lojacorr Agro está intensificando os programas de treinamentos avançados para o corretor, tendo concluído 27 treinamentos desde o início da operação, com a participação de 380 corretores da Rede Lojacorr nos últimos três meses. Para o diretor a busca por treinamento inclui as orientações em casos de sinistros e não apenas em como vender, da mesma forma que a atenção constante em relação ao atendimento junto ao cliente para melhor entendimento das necessidades.

Segundo José Luiz Rodrigues, engenheiro agrônomo e diretor da Lojacorr Agro, a operação visa fortalecer o produtor rural para que ele tenha condições de administrar a produção da sua cultura com tranquilidade e ter possibilidades de crescimento com a proteção do patrimônio da área e da safra, com a produtividade segurada e um valor de saca (agricultura) também segurado, que cobre os custos de produção. Da mesma forma que essa modalidade gera mais segurança para toda a cadeia produtiva, que financia a agricultura, tal como os bancos como agentes financeiros para adquirir os insumos, assim como as revendas, que fornecem os insumos. “O que acontece muitas vezes é que a venda é feita a prazo, com pagamento após a colheita. Uma das formas de garantir esse pagamento é via seguro agrícola, em que a revenda pode ser beneficiária dessa proteção. Assim, o produtor também se encoraja a investir mais em insumos e tecnologia em sua atividade produtiva, visto que em casos de frustração de safra seu investimento está protegido por uma apólice de seguro”, afirma o especialista.

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O agronegócio brasileiro em 10 anos será responsável por 41% da produção do mundo todo, sendo capaz de ter até três safras no ano em algumas das principais culturas do País. Hoje, o agronegócio representa 25% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, sendo que de 2006 para 2018 houve aumento de 56 para 73 milhões de hectares. Até 2030, a produção mundial terá que ser ampliada em 20% e, atualmente, menos de 15% das lavouras no Brasil estão seguradas. “Hoje, existe uma preocupação para que o seguro agrícola acompanhe o avanço da tecnologia e da agricultura, que possa aumentar também o percentual de áreas protegidas”, conta o engenheiro agrônomo.

Com tamanha oportunidade de crescimento para o produtor e para o mercado segurador, o agro brasileiro mostra a importância do conhecimento e da capacitação do profissional no entendimento das questões securitárias no universo do agronegócio nacional. O Brasil busca no exemplo dos países de 1º mundo inovação de multirrisco rural para desenvolver o produtor, o corretor e o portfólio das companhias seguradoras. “O Agronegócio é o motor de crescimento da economia brasileira. Menos de 15% das lavouras estão protegidas por uma apólice de seguros. Queremos transformar essa realidade. Proteger o ecossistema do agronegócio é fundamental para o desenvolvimento do país. Estamos construindo um marketplace completo para ampliar a competitividade e levar mais e melhores soluções de produtos, cobertura e serviços para os produtores”, afirma Diogo Arndt Silva, presidente da Rede Lojacorr.

FONTE: ASSESSORIA LIDE MULTIMIDIA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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