Atualidades

Jornalista Aurimar Lima Ganha Premio Paulo Queiroz FIERO de Web Jornalisno

A matéria  “As Pontes de Concreto que elevam a história de Rondônia” postada no Jornal eletrônico  ORondoniense em junho deste ano de autoria da Jornalista Aurimar Lima  foi a grande vencedora na categoria Web Jornalismo  no premio Paulo Queiroz de Jornalismo patrocinado pela  FIERO (Federação das Industrias do Estado de Rondônia). A premiação aconteceu na noite de segunda feira (19.09) no Maisson Madeira na Capital. A Matéria   mostra um ciclo de desenvolvimento na construção civil pesada que materializou o que parecia impossível para os moradores da década de 70. Relatos do engenheiro Eduardo Barbosa, sócio da empresa rondoniense TROL, e do governo de Rondônia demonstram a evolução de um novo ciclo econômico e de pessoas que acreditam no potencial da região.

Aurimar Lima elogiou a iniciativa da Fiero na figura do jornalista Carlos Araújo que sempre incentivou, através da assessoria de imprensa, a valorização do profissional. “Tenho como linha de pensamento a frase bíblica “Com o suor do seu rosto comeras o seu pão”, isso serve para identificar o quanto vale a pena realizar um trabalho ético e compromissado com o bem estar social” – disse.

Na matéria a jornalista destacou a visão da Fiero, do governo e do empresariado para o desenvolvimento econômico do Estado, tendo como diretriz que é a melhoria da qualidade de vida do cidadão rondoniense e a construção de oportunidades no mercado de trabalho. Oportuno em tempos pós-modernos onde a sociedade anda desiludida com os modos de produção. A matéria postada pelo Jornal Eletrônico ORondoniense tem uma missão: valorizar nossa terra e nosso povo.

A Jornalista Aurimar Lima, gentilmente via telefone, conversou com a reportagem da Folha Rondoniense

Folha Rondoniense – Fale um pouco de sua carreira:

Aurimar Lima – Estou na profissão há 24 anos, antes de chegar aqui as faculdades de comunicação, nossos cursos eram feitos através de instituições, inclusive do sistema “S” e Federação nacional dos Jornalistas.  Fui convidada por uma veterena (in memorian) a quem presto minha homenagem, Nara Vargas, fui orientada e estimulada pelo nobre colega Paulo Queiroz , a quem devo minha formação contínua, e aceita pelos saudosos dinossauros da comunicação de Rondônia, década de 90 quando chegar ao jornalismo era sinônimo de ser bem recebida e orientada por figuras emblemáticas e intelectuais.

Na televisão o que marcou minha experiência foram as matérias policiais, mas o destaque maior foi a cobertura jornalística do Movimento  Camponês de Corumbiara, um conflito de terra que mais parecia uma guerrilha entre militares e sem terras. De um lado perdi um jovem aluno militar no massacre de Corumbiara, do outro estive na mata fechada constatando a vida injusta dos sem terra. Dois lados , duas realidades tristes.

Fiquei em assessoria de imprensa politica até aceitar o novo desafio para montar uma redação de Web Site e uso Marketing Digital no jornalismo. Hoje faço parte da equipe jornalística do ORondoniesne e o prêmio e seleção da matéria é fundamental para divulgação de uma linha editorial que procura influenciar a sociedade para um comportamento, mentalidade, construtivista da intelectualidade e assim a participação do cidadão na vida politica de Rondônia.

Folha Rondoniense – Qual a importância deste prêmio:

O prêmio Paulo Queiroz de Jornalismo tem dois significados que se unem formando um todo. Um é o resgate da valorização da produção jornalística com foco no potencial de um povo e conseqüentemente a divulgação de novas oportunidades. Outro é estimulo ao empresariado que aposta em Rondônia e abre portas para a sua comunidade. É a certeza da lei do retorno, voltará em benefícios físicos e subjetivos.

Da Redação Folha

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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