Esporte

JESUÍNO “AMARELA” E RETIRA ACUSAÇÕES CONTRA EMERSON CASTRO

Parlamentar chegou a aprovar criação de comissão para investigar o Chefe da Casa Civil acusado de pressionar servidores comissionados para que fizessem empréstimos e ajudassem a pagar advogado do governador

Deu ruim

O governador Confúcio Moura devia estar meio distraído na noite da última terça-feira no jantar com governadores do PMDB e o vice-presidente da República, Michel Temer em Brasília. Confúcio declarou abertamente ser favorável ao retorno da CPMF, o famigerado imposto criado pelo então ministro da saúde Adib Jatene com o nobre propósito de ser um reforço no caixa da saúde, mas tornou-se uma salvação para os cofres públicos que sempre sofreram nas mãos dos perdulários governantes. Para ser historicamente justo e informar a nova geração, Jatene era bem intencionado, o então presidente Fernando Henrique e sua equipe, não. Veja como se deu a história.

Recordar é viver

Quando perguntado se sua saída do Governo FHC teve relação com a CPMF, Jatene respondeu: “Teve relação direta. Eu disse ao presidente Fernando Henrique que precisava de recursos. Ele pediu para falar com o Pedro Malan [ministro da Fazenda]. O Malan me disse que, em dois ou três anos, daria o dinheiro que eu precisava. Não podia esperar tanto tempo. Propus a volta do imposto sobre o cheque, que se chamava IPMF e havia sido extinto em 94. O presidente disse: ‘Você não vai conseguir aprovar isso.’ Respondi: Posso tentar? Ele autorizou. Pedi o compromisso dele de que o orçamento da Saúde não seria reduzido. A CPMF entraria como o adicional. E ele: ‘Isso eu posso te garantir’. Depois da aprovação, a Fazenda reduziu o meu orçamento. Voltei ao presidente. Disse: no Congresso, me diziam que isso ia acontecer. Eu respondia que não, porque tinha a sua palavra. Se o senhor não consegue manter a sua palavra, entendo a sua dificuldade. Mas me faça um favor. Ponha outro no meu lugar. Foi assim que eu saí, em novembro de 1996.”

Pois é

Esse episódio serve para ilustrar que nesse ninho não tem sabiá, só tem carcará. Apesar de ser o “pai do Real”, Fernando Henrique e sua trupe também aprontou, e muito. A sorte dele é que a internet engatinhava no Brasil da época. Se fosse hoje, possivelmente ele estaria em situação vem diferente. Bom, voltando ao governador de Rondônia….

Saudosismo

Bom destacar que apenas Confúcio e o governador do Rio Grande do Sul, Ivo SartorI apoiaram essa insanidade. O brasileiro não aguenta mais impostos, e mesmo assim os estados estão com dificuldades financeiras. O melhor caminho é reduzir os gastos da máquina pública, e ai sim, pensar em ampliar o caixa com mais impostos. A classe política está brincando com coisa séria e estamos caminhando para o caos. Tentar retomar um imposto que sempre foi antipático (para quem não sabe ou não lembra, qualquer movimentação bancária pagava um percentual) é, no mínimo, uma brincadeira de mau gosto.

Mudando de assunto

Nesta quarta-feira o Homem do Tempo circulou uma foto em seu perfil no Facebook mostrando uma fileira de ônibus que estariam à caminho de Porto Velho e atenderiam o transporte coletivo urbano. Rapidamente a imagem viralizou e teve mais de 240 compartilhamentos e centenas de comentários, todos comemorando a boa nova. Se de fato os ônibus são da nova empresa, não sei, o fato é que a população não aguenta mais as latas velhas que estão rodando pela cidade.

Imagem postada pelo Homem do Tempo

Porém

Os vereadores de Porto Velho, ao menos uma parte, continua insistindo com a permanência das atuais empresas, isso indo contra todas as decisões e determinações do Tribunal de Justiça sobre o assunto. O caso está encerrado, não tem mais o que ser discutido. Deixem a empresa nova chegar e começar e começar a operar. O contrato é emergencial e é simples, se ela não cumprir os resquisitos estabelecidos em edital, perde o direito de operar e se convoca um novo chamamento ou abre-se processo licitatório.

Essa situação

Já passou dos limites, o que está em jogo é o bem estar da população. Porto Velho precisa de união e não de mais confusão. Se Câmara, prefeitura e demais instituições trabalharem juntas, poderemos resolver grande parte dos problemas, que na maioria das vezes são causados por discussões que não chegam a lugar algum. As atuais empresas estão fora, já era, essa discussão acabou por determinação judicial. Qualquer insistência nesse sentido vai gerar um desgaste ainda maior para a Câmara, que no quesito “popularidade” está pau a pau com Mauro Nazif.

Na assembleia

O deputado estadual Jesuíno Bobaid aprovou na última terça-feira requerimento para criar uma Comissão Temporária Especial, destinada a apurar a convocação de servidores de cargos comissionados do Estado que teriam sido obrigados a fazer empréstimo bancário, no total de R$ 1,5 milhão. A finalidade seria garantir o pagamento de honorários advocatícios, decorrente do processo de cassação do governador Confúcio Moura (PMDB). Nesta quarta-feira, por volta do meio-dia, inexplicavelmente o deputado Jesuíno Boabaid retirou o pedido…

Com isso

A denúncia foi esvaziada e tá “tudo certo”. Os motivos da retirada por parte de Jesuíno ainda são desconhecidos. Ainda. Vai que ele conta para a gente amanhã. Porque hoje, a coluna tentou contato telefônico com o deputado durante todo o dia. Pela manhã ele chegou a atender e disse que “retornaria em seguida”, pois estava “resolvendo uma situação”. E a tarde seu telefone estava fora de área.

O povo ficou cantando "me dê motivo"....e o deputado fora de área

Na SEDAM

A coisa anda complicada. Fora o fato de até hoje ninguém ter dito uma palavra sequer sobre a compra das 17 camionetes com recursos do BNDES que não poderia ter sido feita, outros digamos, incidentes começam a aparecer. Um deles diz respeito a liberação de licenças de funcionamento de postos de combustíveis. A SEDAM emitiu comunicado essa semana informando que vai apertar a fiscalização, só esqueceu de avisar que por lá, não está liberando nada. Os postos que estão “em dia” são, em sua maioria, “doadores de campanha”. Os novos empreendimentos e os que não “ajudaram” não conseguem liberar nada por lá. E a ordem não partiu de Confúcio, é coisa de assessor aloprado.

Castanheiras

Prestem muita atenção nessa árvore. Mudas de castanheiras serão motivo de um escândalo cabeludo lá pelas bandas da SEDAM. E não vai demorar.

Via O Antagonista

Sergio Moro esteve no Senado, para defender a aprovação do projeto de lei que dá um basta à impunidade no Brasil. Pelo projeto, acusados de crimes como homicídio, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro seriam presos imediatamente depois da condenação em segunda instância. Hoje, criminosos condenados e confessos podem aguardar em liberdade até que o caso chegue a um tribunal superior e seja emitida sentença definitiva. E o número de recursos é tamanho que um bom chicaneiro empurra o processo até que o crime prescreva. O atual modelo um absurdo evidente. Trata-se de uma distorção do princípio da presunção de inocência. Na esmagadora maioria dos países civilizados, um criminoso vai para a cadeia após ser condenado em primeira instância. Disse Moro: “(O nosso é) um sistema de recursos sem fim. E temos vários casos, até criminais de homicidas confessos, que levam dez anos, quinze anos, que nem chegam ao fim. Sem falar em crimes graves de malversação de recursos públicos que demoram muito. Então, esse quadro tem de ser alterado”.

Via PAINEL POLÍTICO

Há tempos defendemos que essa enormidade de recursos para julgamentos de casos de corrupção beiram o ridículo. Rondônia é um exemplo clássico disso. Condenados, por exemplo, na Operação Dominó (2006), continuam livres, leves e faceiros. Aliás, os condenados em todas as operações realizadas por essas bandas desde então….

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa – Vitamina C reduz o risco de doenças cardiovasculares

Tomar suplementos diários de vitamina C pode ser tão benéfico para a saúde cardíaca de pessoas com sobrepeso ou obesas, quanto a prática de atividade física. É o que diz um novo estudo conduzido pela Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e apresentado recentemente na 14ª Conferência Internacional da Sociedade Americana de Fisiologia. A explicação é simples: o sobrepeso faz com que os vasos sanguíneos tenham alta atividade da endotelina-1 (ET-1), uma proteína que causa vasoconstrição. A vasoconstrição, por sua vez, aumenta a pressão arterial e, portanto, o risco de doenças cardiovasculares. Os pesquisadores descobriram que ingerir o equivalente a 500mg de vitamina C por dia ajuda a reduzir a atividade da ET-1 tanto quanto a prática de exercícios. Participaram do estudo 35 adultos sedentários, com sobrepeso ou obesos. Ao longo de três meses, os voluntários foram divididos em dois grupos: o primeiro, com 20 participantes, tomou suplementos diários de vitamina C; o segundo, com 15 integrantes, realizou um treinamento diário de exercícios aeróbicos. Os resultados mostraram que o grupo que tomou uma dose diária de 500mg de vitamina C conseguiu reduzir a atividade da endoletina-1 tanto quanto a equipe da caminhada. Os pesquisadores ressaltam que, embora os suplementos de vitamina C não devam ser considerados uma alternativa à atividade física, sua ingestão regular já é um começo para ajudar na redução do risco de doenças. Eles também ressaltam que tomar 500mg de vitamina C diariamente é uma dose alta que pode causar alguns efeitos colaterais como cólica abdominal, diarreia e náusea. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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