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JARU: Momento Nossa História conta tudo sobre a Escola Abrão Rocha

A vida de Abrão Rocha em Jaru foi composta de conquistas promissoras

Abrão Rocha nasceu no dia 05 de maio de 1964, na cidade de São Paulo (SP). Filho de Humberto Rocha e Alzira Cipriano de Oliveira, Abrão passou boa parte da infância em sua cidade natal e em seguida mudou-se, juntamente com os pais, para Ubiratã, município do interior paranaense.  Ele permaneceu dez anos no local até chegar ao município de Jaru em 10 de agosto de 1989.

De acordo com Aparecida Rocha Cipriano, irmã de Abrão Rocha, ele era honesto, simples e extrovertido. Abrão gostava de estar sempre envolvido com alguma coisa importante. Dentre suas atividades prediletas estavam: participar de eventos com grupo de jovem da comunidade religiosa a qual pertencia, tocar violão e atuar no Grêmio Estudantil, entidade representativa da classe escolar. Abrão Rocha atuou como bancário em Jaru, chegando ao posto de gerente do Bradesco na agência local.

A vida de Abrão Rocha em Jaru foi composta de conquistas promissoras. Ele se formou como Técnico em Contabilidade (nível médio) na escola Plácido de Castro e tinha certeza dos ideais que almeja alcançar. Familiares relatam que a garra e determinação que Abrão possuía foram suficientes para contagiar a muitos com a sua alegria de viver.

Abrão Rocha não teve tempo suficiente para demonstrar todo o seu potencial. Ele faleceu em 01 de novembro de 1992, vítima de afogamento no Rio Jaru. Eram apenas três anos dele em Jaru. Fontes revelam que a fatalidade ocorrera em um fim de semana quando o mesmo saiu para divertir-se em um grupo de amigos, no local conhecido à época como Bom Jardim às margens do Rio Jaru. Porém nada aconteceu como esperavam e Abrão acabou morrendo nas águas do mais importante rio do município. O fato ficou registrado na lembrança de familiares e amigos por muitos anos. Abrão Rocha viveu apenas 28 anos, mas em virtude da importância dele perante a sociedade jaruense, decidiu-se que o mesmo seria homenageado com o nome em uma importante escola da Rede Municipal de Ensino. Estava criada a escola municipal Abrão Rocha.

A Escola Abrão Rocha

A escola municipal de ensino fundamental Abrão Rocha teve suas atividades iniciais no ano de 1993 durante a administração do prefeito Ruy Luiz Zimmer. À época, a instituição de ensino começou a funcionar em um prédio com apenas três salas de aula, uma sala de direção, uma cozinha, um banheiro e uma varanda estreita. A doação do terreno foi feita pelo senhor Carlos Rosa Alves e sua esposa Maria Josefa Alves, ambos imbuídos pela necessidade de uma escola para atender a comunidade do Setor 03.

A escola foi criada pelo Decreto de nº 1.314/GP/94 de 21 de março de 1994, sendo nomeada Escola de 1º Grau Abrão Rocha e situada à Rua Padre Chiquinho S/nº no Setor 04, sendo este bairro de predominância residencial. Hoje a escola possui suas instalações à Rua Marechal Rondon n.º 2258, Setor 03 neste município, onde foi ampliado o número de salas de aula e de apoio ao trabalho docente. A instituição atende a uma clientela oriunda de famílias trabalhadora e possui como meta primordial o desenvolvimento das potencialidades dos alunos.

A escola conta com prédio próprio, sendo que sua construção inicial não foi para fins exclusivos desta atividade educacional, sendo necessário à época da mudança de endereço ampliações e adequações na estrutura do prédio. A unidade escolar possui dois pavilhões, um em alvenaria e outro em madeira, sendo ambos cobertos com telhas de Eternit. É murada e os portões ficam sempre fechados impedindo que alguma criança saia das dependências da instituição em horário escolar sem a devida autorização. Além do apoio da Prefeitura, da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Semecel) que fornece produtos alimentícios, material de limpeza, gás, entre outros auxílios, a escola também conta com o apoio de alguns programas diretamente do Governo Federal que auxiliam na administração dando condições para que a escola possa atender sua clientela dentro de uma situação satisfatória, tanto na parte pedagógica quanto na parte de limpeza e outras necessidades.

A instituição busca estar em consonância com as necessidades de aprendizagem apresentadas pelo educando. Assim sendo, promove a aprendizagem de 1º ao 5º ano do ensino fundamental regular de nove anos nos períodos matutino e vespertino.

A escola Abrão Rocha é vista como uma referência no ensino municipal por estar em primeiro lugar há vários anos em avaliações externas. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) da instituição em 2017 é de 6,6, sendo o melhor da rede municipal de ensino e a meta estipulada pelo Ministério da Educação sempre é alcançada antes do previsto. Os resultados de 2019 serão divulgados ainda neste ano e a expectativa é que o estabelecimento de ensino alcance uma média ainda maior. O período destinado às matrículas é um dos mais concorridos e filas são formadas nos dias que antecedem o ato de matrícula. Muitos pais chegam a dormir na escola para garantir uma vaga, embora sejam informados que não há necessidade. A comunidade escolar é uma grande parceira da escola e o empenho de todos é um considerado um fator decisivo para a referência de qualidade e o prestígio do estabelecimento de ensino junto à população jaruense.

O contato com o autor para conhecer as suas produções literárias do escritor Elias Gonçalves pode ser feito de duas formas. Pelo WhatsApp através do link https://umzap.com/ELIASGONCALVES ou através do Facebook, por meio do seguinte endereço eletrônico: https://www.facebook.com/eliasgpjaru .

Nota da Redação: Este material faz parte do conteúdo historiográfico contido no livro “Vivendo Nossa História”, cuja propriedade intelectual pertence ao escritor jaruense Elias Gonçalves Pereira e está sendo publicado em sites de Jaru no formato de reportagem de forma atualizada no ano de 2020 com a expressa autorização do autor. Todos os direitos Reservados. Copyright © Elias Gonçalves Pereira.

As publicações da Série Momento Nossa História estão sendo feitas na seguinte ordem:

Abrão Rocha: 02/03 (segunda-feira)

Aldemir Cantanhêde: 03/03 (terça-feira)

Apae: 04/03 (quarta-feira)

Beatriz Mireya: 05/03 (quinta-feira)

Capitão Silvio: 06/03 (sexta-feira)

Ceeja: 09/03 (segunda-feira)

Centro Educacional de Bom Jesus: 10/03 (terça-feira)

Dayse Mara: 11/03 (quarta-feira)

Elza Maria Fabris: 12/03 (quinta-feira)

Escola D’Jaru-Uaru: 13/03 (sexta-feira)

Gabriel Balmant: 16/03 (segunda-feira)

Governador Jorge Teixeira: 17/03 (terça-feira)

Jean Carlos Muniz: 18/03 (quarta-feira)

José de Souza: 19/03 (quinta-feira)

Josué Montello: 20/03 (sexta-feira)

Juscelino Kubitscheck: 23/03 (segunda-feira)

Marechal Cordeiro de Farias: 24/03 (terça-feira)

Marechal Costa e Silva: 25/03 (quarta-feira)

Maria da Conceição: 26/03 (quinta-feira)

Maria de Lourdes da Silva: 27/03 (sexta-feira)

Maria do Socorro: 30/03 (segunda-feira)

Maria Gomes: 31/03 (terça-feira)

Menézio de Victo: 01/04 (quarta-feira)

Nilton Araújo: 02/04 (quinta-feira)

Olga Dellaia: 03/04 (sexta-feira)

Pato Donald: 06/04 (segunda-feira)

Pedro Vieira de Melo: 07/04 (terça-feira)

Plácido de Castro: 08/04 (quarta-feira)

Raimundo Cantanhêde: 09/04 (quinta-feira)

Tânia Barreto: 10/04 (sexta-feira)

Zenir Carvalho: 13/04 (segunda-feira)

FONTE: JARU ONLINE

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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