Teia Digital

IV CONCURSO NACIONAL DE QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE DO CACAU ESPECIAL DO BRASIL – POR SILVIO PERSIVO

E também a forma mais fácil de sua queda. “A autarquia é o sonho de todo poder” (Zygmunt Bauman). 

IV CONCURSO NACIONAL DE QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE DO CACAU ESPECIAL DO BRASIL 

O IV Concurso Nacional de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau Especial do Brasil selecionou, como finalistas, onze amostras de cacau especial do Pará, sete da Bahia, uma dos Espírito Santo e uma de Rondônia entre as melhores amêndoas produzidas no país. Esta edição irá distribuir R$ 50 mil em prêmios para os três primeiros colocados em cada uma das duas categorias: varietal (variedade única de cacau) e blend (mistura de variedades). A cerimônia que irá revelar os vencedores será realizada no próximo dia 25 de novembro, em Belém do Pará. A estratégia dos organizadores, representados pelo Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial (CNQCE), é que o concurso seja realizado no Pará e na Bahia, alternando entre os dois principais produtores de amêndoas de cacau do país. Este ano, o Pará tem uma maior representatividade entre os finalistas, reflexo do apoio do governo do estado nas ações voltadas para a cacauicultura e da ação de ONGs que desenvolvem trabalhos de assistência técnica voltada para a melhoria da qualidade, como a Solidaridad e o Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). “Essa rede de apoio aos cacauicultores paraenses vem fazendo a diferença ano a ano, aumentando a participação e as premiações recebidas pelos produtores”, aponta Cristiano Villela, diretor científico do Centro de Inovação do Cacau (CIC), entidade organizadora do evento, juntamente com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO PÚBLICO E PRIVADO

Duas coisas que tem incomodado muito em Porto Velho. Primeiro que as casas que ficam fechadas tem ocorrido frequentemente uma depredação sem limites. Roubam tudo e, praticamente, só faltam derrubar as casas, o que tem causado muitos prejuízos a pessoas que demoram a alugar os seus imóveis. A segunda é que se repetem, continuamente, os roubos de fios elétricos da iluminação pública. Segundo a Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho (Emdur) constatou  na avenida Guaporé, entre a Rua da Beira, proximidades do Hospital Cemetron, e a Rua Atlas, o trecho foi alvo de furto de materiais elétricos da iluminação pública. Isto tem sido frequente e a  Prefeitura de Porto Velho alerta a população para denunciar este crime e outros que comprometam o uso de áreas públicas. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 190, da Polícia Militar.

CORRENTE DO COMÉRCIO DE RONDÔNIA E AMAZONAS CRESCEM EM 2022

Entre janeiro e outubro, o Estado de Rondônia teve uma corrente de comércio que foi 36,4% maior, em 2022, alcançando US$ 2,727,4 milhões, com as exportações crescendo 42% no valor de US$ 2,140,5, enquanto as importações cresceram 19,4% atingindo US$ 586,9%. A soja respondeu por 47% das exportações e outros 37% foram provenientes da carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. A China é, disparado, o maior local de destino com um aumento de 68,7% e uma participação no total de 15,6%. A Espanha (8,2% de participação). Interessante é que surge depois a Turquia (6%) e a Argélia (4,99%), levemente acima dos EUA (4,98%). No Amazonas, a corrente de comércio exterior do Amazonas, entre janeiro e outubro, cresceu 8,2% e atingiu a casa dos US$ 12.641 milhões, com exportações no valor de US$ 11.885,6, 8% a mais este ano na comparação do mesmo período, e crescimento das importações de 3,5% no valor de US$ 755,8 milhões. O carro chefe das exportações são Outros produtos comestíveis e preparações, com 22%, seguido de motocicletas, bicicletas motorizadas, ou não e veículos para inválidos, 17% e no terceiro lugar ferro gusa, spiegel, ferrro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas, com 9%. As importações são, principalmente de válvulas e tubos termiônicas de cátodo frio ou foto-cátodos, diodos, transistores, com 23% e equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios, 13%. Os principais destinos das mercadorias são a Colômbia, com 15,8%, seguido da Argentina com 12,1%, Venezuela com 11,7% depois da China com 9,27% e EUA com 9,14%. É preciso acentuar que aguardada alta de produção do PIM para o fim do ano, pode ser frustrada pelas importações de insumos. As exportações, por sua vez, foram novamente embaladas por concentrados para bebidas não alcoólicas e motocicletas vendidos principalmente para Colômbia e Argentina. Mas, ouro e nióbio seguem em destaque. Os números são do portal Comex Stat.

AS RUAS ESTÃO FALANDO 

Ao contrário do que tentam caracterizar, inclusive o pessoal de esquerda que tem como lema “Rebelar-se é justo”, a grande realidade é que existe uma insatisfação imensa em relação a como a eleição foi conduzida e a pequena diferença, inclusive, acirra a sensação de injustiça das pessoas. Porém, de fato, as manifestações pacíficas que são feitas em frente dos quartéis, mais do que tudo, indica que o povo não aceita a imposição de um candidato que, sabidamente, foi “descondenado” e não vê outra solução, de vez que os meios institucionais não somente não dão respostas como ainda querem criminalizar o direito de protestar taxando-o de antidemocrático. Todo o poder emana do povo- é o que diz a Constituição. Fui ver, aqui, em Porto Velho, neste sábado, depois de ter visto uma carreata gigantesca, passando por ruas da cidade, a concentração diante do Grupamento de Fronteira e lá o que vi foram famílias, pessoas de todas as classes sociais cantando o hino nacional, e o de Rondônia, mostrando indignação com o resultado eleitoral e receio do futuro.  Não será com medidas autoritárias que este movimento irá parar, com certeza. Só tende a crescer porque o aumento consistente do uso do amarelo nas ruas aponta que há uma insatisfação muito grande com todo o processo eleitoral. E o que se vê em Rondônia tem se reproduzido, de uma forma também muito forte, em todo o Brasil. Esconder, como a mídia tem escondido, ou tentar abafar na marra não irá resultar em boa coisa. 

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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