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Itália supera a marca de 60 mil mortes provocadas pela covid-19

Foram registrados 564 óbitos causados pela doença e 18.887 infecções nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde

A Itália registrou neste domingo (6) mais 564 mortes por covid-19, o que aumenta o total de vítimas da doença, desde o início da pandemia, para 60.078, segundo divulgou o Ministério da Saúde.

Ainda de acordo com dados oficiais, a quantidade de casos de infecção saltou para 1.728.878, com os 18.887 contabilizados nas últimas 24 horas.

Atualmente, há em todo o país 17.186 pessoas internadas com covid-19, sendo que 3.454 pacientes estão nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), o que representa 63 a menos do que na véspera.

Segundo o Ministério da Saúde, 17.186 pessoas se recuperaram da infecção pelo novo coronavírus ao longo das últimas 24 horas.

Assim como aconteceu ontem, a região de Vêneto voltou a ter o maior número de contágios, superando a Lombardia, a mais afetada desde o início da pandemia, com 3.444 e 2.413 casos respectivamente.

Na última semana, o governo italiano aprovou um novo decreto com limitações em vista das férias de Natal. Entre outras medidas, a Itália imporá uma quarentena de duas semanas àqueles que retornarem do exterior entre 21 de dezembro e 6 de janeiro.

Nessas datas, as viagens entre regiões serão proibidas, e nos dias 25 e 26 de dezembro e 1º de janeiro não será possível deixar o município.

Haverá um toque de recolher entre as 22h e às 5h, com exceção do Dia de Ano Novo, quando será prorrogado até as 7h locais, em 1º de janeiro de 2021. Além disso, as estações de esqui só poderão abrir depois do dia 6 de janeiro.

FONTE: EFE

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