Teia Digital

IPCA-15 mostra inflação em nível mais baixo – Por Silvio Persivo

Para entender  a dificuldade. “Um bom compromisso é aquele em que todo mundo faz uma contribuição”(Angela Merkel).

MESTRADO E DOUTORADO PARA PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO SERÃO REALIZADOS PELA UNIR

Na última sexta-feira (24), a Prefeitura de Porto Velho formalizou convênio com a Universidade Federal de Rondônia (Unir) para o Projeto Indissociável de Pesquisa e Inovação (PD&I), com o oferecimento de 90 vagas de mestrado em Educação Escolar Profissional e 14 vagas de doutorado em Educação. Outras 23 vagas são destinadas ao mestrado acadêmico em Educação num segundo convênio. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) divulgou que serão investidos R$ 3,5 milhões nos cursos direcionados a professores da rede municipal de ensino e que os  profissionais que vão participar são servidores da educação municipal atuando nas escolas. Para o prefeito Hildon Chaves, “Esta parceria vai durar cinco anos, pensando, trabalhando e construindo a nossa educação da capital, refletindo diretamente na qualidade de ensino em sala de aula com a capacitação desses professores”. A reitora da UNIR, Marcele Pereira, disse que o convênio é uma oportunidade para que a universidade possa estar mais próxima das escolas e da realidade dos professores da rede pública de ensino, buscando encontrar iniciativas que possam interferir positivamente na educação de base “estando mais presente no cotidiano escolar e, de alguma forma, fazendo a diferença na educação do nosso país”.

IPCA-15 MOSTRA INFLAÇÃO EM NÍVEL MAIS BAIXO

A expectativa de uma inflação de 9,2% no ano, uma espécie de média do mercado, pode ser muito afetada pelo resultado de junho do IPCA-15 mostrando um nível mais baixo de inflação, mesmo que alguns indicadores como núcleo de inflação e preços industriais continuem pressionando os prelos. A expectativa para o IPCA de junho é de 0,60% , mas, considerando impacto das mudanças de ICMS no índice, há um viés de queda para que a previsão anual resulte num  IPCA mais próximo de 8%. Isto não se sabe se pode afetar o cenário de que o Banco Central traça e se vai continuar aumentando a taxa Selic. No mercado há a previsão de mais um aumento de 25% em agosto, para uma taxa terminal de 13,50%, embora não se descarte uma mudança de 50%  para 13,75%.

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MICROS E PEQUENOS SÃO MAIORES RESPONSÁVEIS POR NOVAS VAGAS NO NORTE

No Amazonas, pelo terceiro mês consecutivo, em abril, as micros e pequenas empresas foram responsáveis por 75% das  2.790 novas vagas abertas nos negócios do Amazonas, com destaque para o setor de serviços – e, em menor grau, por indústria, comércio e construção.  O Estado do Amazonas teve o segundo melhor resultado proporcional do país, com a abertura de 18,15 postos de trabalho, a cada mil gerados. Só perdeu para o Amapá (18,36 p/mil). No acumulado do ano (56,16 p/mil), o Amazonas surge a terceira colocação, ficando atrás apenas de Roraima (71,55 p/mil) e do mesmo Amapá (61,10 p/mil). Os dados são do boletim mensal do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa) a partir do ‘Novo Caged’ (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostra Rondônia em 17º lugar com a geração de 1.243 novas vagas (8,28 por mil) e no acumulado também ocupando a mesma colocação com um saldo nos quatro meses de 4.159 vagas (27,71 p/mil).

A TRAJETÓRIA COM OBSTÁCULOS DAS CRIPTOMOEDAS

As criptomoedas se desvalorizaram este ano, inclusive o Bitcoin, a mais importante delas, que acumula uma queda de 54,1%, em 2022, mas isto não significa risco, de fato, para este tipo de ativo que, ao contrário do que se poderia imaginar, está, definitivamente, incorporado à economia. Aliás, sua queda se origina, justamente, de sua maior aderência aos mercados globais e ao atual cenário recessivo. O certo é que os cripto-ativos já delimitaram o seu espaço e se consolidaram. Basta ver que muitos países, inclusive o Brasil, desejam criar moedas digitais oficiais. O interessante é verificar, segundo a B3, que, enquanto 4 milhões de pessoas investem na Bolsa Brasileira, a Binance contabiliza a existência de mais de 10 milhões de pessoas que investem em criptomoedas. As criptomoedas, que nasceram com a proposta de serem independentes, sempre tiveram oscilações e o que, hoje, acontece é que as oscilações, com o aumento de sua importância, se alinham mais aos mercados, daí os problemas atuais de segurança afetarem os desempenhos das moedas. Há uma tendência das criptomoedas se consolidarem cada vez mais, porém isto deve implicar também em maior regulação. O mercado se ajustar sem interferência do governo é uma coisa boa, por um lado, mas pode ser muito ruim quando, como agora, o investidor perde. Outro problema é que os governos se sentem ameaçados com esta falta de controle, daí estar existindo uma tendência maior de controle sobre esses ativos.

VIAGENS DE NEGÓCIOS ESTIMULAM RETOMADA DO TURISMO

Um estudo de mercado da Global Industry Analysts, Inc. (GIA), intitulado “Business Travel – Global Market Trajectory & Analytics”, revelq que as viagens de negócios, domésticas ou internacionais, que englobam trabalho, hospedagem, alimentação, lazer e transporte, será um dos mais importantes fatores de crescimento da economia global com perspectiva de atingir um faturamento de US$ 792 bilhões até 2026. No Brasil, nos meses de janeiro e fevereiro, a Gol informou que suas vendas superaram o mesmo período pré-pandêmico de 2019, em 10% e 30%, respectivamente, e se expandiram para 60%, em março de 2022, impulsionados pelo aumento de 63% nas vendas para o segmento corporativo e o estímulo para as viagens de trabalho combinadas com lazer-bleisure. A Azul, em comparação com 2019, somente no 1º trimestre de 2022, teve um crescimento de 16,8% na receita de passageiros, comparado com o mesmo período de três anos atrás. Tudo indica que as pessoas não aguentam mais o “fique em casa”, o que resulta na expansão da indústria de viagens e turismo como um todo e pelo aumento  de reuniões, lançamentos de produtos, feiras, marketing, conferências e eventos, bem como pelo aumento da globalização de negócios, as empresas se preparam para promover e facilitar a gestão de viagens a trabalho. Nota feita com dados de Liliane Scaratti da Engenharia de Comunicação.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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