Teia Digital

Investimentos sinalizam retomada da atividade econômica – Por Sílvio Persivo

Quem pode, pode. “Não confio em pessoas que citam a si mesmas” (Alexandre Inagaki)

TRABALHO DE PROFESSORAS DA UNIR É APRESENTADO EM EVENTO INTERNACIONAL

Um estudo que teve como autoras as professoras Walterlina Brasil e Maria Berenice Tourinho, pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Superior(GEPES), além da ex-estudante de Iniciação Científica Ester Lina da Silva, foi apresentado no 11º Congreso Internacional Universidad 2018, realizado em Havana, Cuba, nos dias 12 a 16 de fevereiro. A líder do Grupo de Pesquisa GEPES, Profa. Dra. Maria Berenice Alho da Costa Tourinho, participou de uma mesa de debates no dia 15 de fevereiro, sobre resultados preliminares do Plano de Trabalho relacionado a Comunidade Cientifica, onde disse que ênfase do trabalho esteve relacionada com a identificação da rede de pesquisadores que atuam ou atuaram em áreas de barragens e estão trabalhando em programas interdisciplinares. Para desenvolver a pesquisa, contaram com apoio do Programa de Iniciação Científica da UNIR, o PIB.    O estudo de caso foi sobre a identificação de grupos de pesquisa que participam de programas interdisciplinares. Foi produzida uma cartografia do desenvolvimento de grupos interdisciplinares que se vinculam a programas de pós-graduação também interdisciplinares. O Grupo de Pesquisa Gepes, atualmente liderado pela doutora Maria Berenice, em conjunto com a atividade do Observatório da Educação Superior, desenvolvido pela doutora Walterlina Brasil, realizou pesquisa sobre a formação da comunidade científica e a interdisciplinaridade.

 

INTENÇÃO DE CONSUMO DE PORTO VELHO MOSTRA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-FECOMÉRCIO/RO divulgando que enquanto, em nível nacional, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), em fevereiro ficou em 87,1 pontos, um aumento de 2,3% em relação a janeiro, a Intenção de Consumo das Famílias de Porto Velho teve um aumento de 3,8% ao subir de 93,2 pontos, em janeiro, para 96,7 pontos em fevereiro, o que mostra uma intenção de consumo 11% superior à nacional. Na comparação com fevereiro de 2017, também houve um aumento de 6,3%, de vez que, naquele período a intenção de consumo foi de 91 pontos. A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) das famílias de Porto Velho do mês de fevereiro de 2018, revela que, pelo quinto mês seguido, a intenção de consumo se mantém em alta indicando uma tendência de recuperação da economia local.

 

GOVERNO MODERNIZA E EXPANDE ATENDIMENTO AO CONTRIBUINTE

Para facilitar o atendimento aos contribuintes, com a emissão de certidões, recolhimento de taxas relativas ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), entre tributos, o governo de Rondônia tem investido na modernização da estrutura da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin) promovendo a descentralização com a instalação e expansão de Agências de Renda tanto em Porto Velho quanto no interior. Até o final deste ano, conforme adiantou o coordenador geral da Receita Estadual, Wilson Cezar de Carvalho, será inaugurada a Agência Virtual, que garantirá maior comodidade aos usuários dos serviços da Sefin e ainda está em construção o Centro Integrado, uma agência moderna, em frente ao Comando Geral da Polícia Militar, na avenida Tiradentes, na capital. Hoje, conforme Wilson Cezar, existem 24 agências distribuídas por regiões do estado, que compreendem Porto Velho e Guajará-Mirim (1ª), Ji-Paraná, Mirante da Serra, Jaru, Ouro Preto do Oeste e Presidente Médici (2ª), Vilhena, Cerejeiras, Chupinguaia e Colorado do Oeste (3ª), Cacoal, Espigão do Oeste, Ministro Andreazza e Pimenta Bueno (4ª), Rolim de Moura, Alta Floresta do Oeste, Nova Brasilândia, São Francisco do Guaporé e São Miguel (5ª) e a 6ª, com sede em Ariquemes, mas responsável também pelo atendimento aos contribuintes de Alta Floresta do Oeste, Buritis, Cujubim e Machadinho do Oeste.

 

EM JANEIRO CRESCERAM AS EXPORTAÇÕES DO PIM

Segundo o MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), o número de exportações no Amazonas, em janeiro, cresceu 70% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em 2017, foram registrados cerca de U$ 41,2 milhões em receitas para o estado. Neste ano, os índices apontaram cerca de U$ 70 milhões comercializados. O fim das férias de fim de ano das empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus) é o principal fator apontado para o crescimento. Surgem como os produtos mais exportados os concentrados de bebidas não alcoólicas, que geraram cerca de U$ 17 milhões, valor representando 24,36% do total. Em seguida, o setor de duas rodas, que arrecadou U$ 14 milhões no comércio de seus produtos, o que representa 20,14% do total exportado pelo Amazonas. Para o gerente-executivo do CIN-AM (Centro Internacional de Negócios do Amazonas), Marcelo Lima,  “Geralmente, janeiro é um mês fraco para exportações. Acredito que este crescimento foi decorrente do que deixou de ser exportado em dezembro devido as festas de fim de ano e a quantidade de dias que as empresas trabalharam. Muitas delas encerram suas atividades antes do Natal e como janeiro não tem feriado, as vendas para o exterior cresceram”.

INVESTIMENTOS SINALIZAM A RETOMADA DA ATIVIDADE ECONÔMICA

O Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), mostrou que os investimentos terminaram o quarto trimestre de 2017 com crescimento de 1,7%. No entanto, no acumulado do ano passado registrou ainda uma queda de 2%. Os resultados apontam também uma expansão de 4,2% em dezembro em relação a novembro de 2017. E na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF subiu 2,4%. Este indicador revela a capacidade de crescimento da produção do País. O crescimento da FBCF entre os últimos dois meses de 2017 também refletiu o bom desempenho de todos os seus componentes. Após duas quedas consecutivas, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) apresentou alta de 4,2% em dezembro. Entre os componentes do Came, enquanto a produção doméstica de bens de capital líquida de exportações avançou 4,5%, o volume de importações registrou alta de 5,6%. Por sua vez, o indicador de construção civil teve o terceiro aumento consecutivo, registrando alta de 2% frente ao mês de novembro. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o Came registrou uma alta de 9,9% em dezembro, enquanto a construção civil variou +0,5%.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO

PROFESSOR ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.