Teia Digital

Inflação do mês de março voltou a subir – Por Sílvio Persivo

Mas, há os que são apenas loucos mesmo. “Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura” (Aristóteles).

UNIR E IFRO REALIZAM CURSO DE CERIMONIAL UNIVERSITÁRIO

Teve início na terça-feira (9) o curso de “Cerimonial Universitário” promovido pela Assessoria de Cerimonial e Protocolo da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em parceria com o Instituto Federal de Rondônia (Ifro). A abertura foi realizada no auditório do Ifro – Campus Zona Norte e contou com a presença do reitor da UNIR, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott; do pró-reitor de Administração, Charles Dam (UNIR); e do instrutor do curso, Manoel Veras Cruz da Silva Filho, que é membro do Comitê Nacional do Cerimonial Público (CNCP) e Fórum dos Organizadores de Cerimônias Universitárias e Acadêmicas das Instituições de Ensino Superior Brasileiras (Forcies). A capacitação continua nesta quarta-feira (10) e encerra amanhã (11). Conforme a programação, os participantes receberão instruções sobre o conceito de cerimonial e protocolo, bem como as simbologias e características específicas para as cerimônias e eventos que podem ser realizados no âmbito das universidades.

Segundo a assessora de Cerimonial e Protocolo da UNIR, Marina Castro, o objetivo do curso é orientar os participantes sobre a importância de um cerimonial bem organizado, com cumprimento do protocolo com zelo e rigor para que a imagem das instituições seja promovida com eficiência, além de capacitá-los para aplicar os conhecimentos ministrados nas suas instituições de origem.

FIDER VAI FINANCIAR PESQUISAS DO ESTADO

O Fider é administrado pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder), com interveniência da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), destina recursos para financiamento de pesquisas, entre as quais concorrem 18 propostas, das quais 5 serão escolhidas, itens como casca de maracujá na alimentação de vacas leiteiras, além da qualidade da água na bovinocultura e fitopatologia contra brocas do cafeeiro. O fomento à pesquisa nas ciências agrárias soma R$ 600 mil. Já a aplicação de recursos no Programa de Inovação Tecnológica (Agritec) na piscicultura totaliza R$ 2,59 milhões, unindo interesses comuns da ciência e da sociedade consumidora. A aplicação de recursos do Fider em estudos da piscicultura será desenvolvida em duas 

parcelas, sendo a primeira delas ainda em 2019. As propostas feitas por instituições de Porto Velho e do interior do Estado serão analisadas técnica e cientificamente por pesquisadores de reconhecida competência, todos de outros estados. Para o Agritec concorrem oito pesquisas da Embrapa, Unir e Idep, em Porto Velho; cinco da Unir, em Rolim de Moura; quatro da Unir, em Presidente Médici; e uma do IFRO, em Colorado do Oeste.

ARRECADAÇÃO DO AMAZONAS SOBE, MAS, MENOS DO QUE O ESPERADO

A desaceleração nos números da arrecadação estadual em março frustrou o governo do Amazonas. Em valores brutos, e sem incluir multas, juros e dívida ativa, o total recolhido pelo Estado caiu 1,37% e não passou de R$ 804,33 milhões – contra os R$ 815,52 milhões do mesmo mês do ano passado. A queda veio depois das altas registradas em janeiro (+9,15%) e fevereiro (4,89%), quando o recolhimento atingiu R$ 866,92 milhões e R$ 933,81 milhões, respectivamente. O saldo não foi suficiente para impedir o Estado de encerrar o primeiro trimestre no azul. O incremento foi de 4%, ao passar de R$ 2,50 bilhões (2018) para R$ 2,60 bilhões (2019). Em contrapartida, a projeção inicial da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) era arrecadar perto de R$ 3 bilhões, em termos de receita própria, no acumulado dos três primeiros meses deste ano, o que corresponderia a um crescimento de 8% a 10% em relação ao quantitativo recolhido pelo Executivo amazonense no mesmo intervalo de tempo de 2018.

A INFLAÇÃO VOLTOU A SUBIR EM MARÇO

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial subiu para 0,75% no mês de março. Em fevereiro, a taxa havia sido de 0,43%. A taxa também ficou muito acima do 0,09% de março do ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de inflação de 1,51% no ano e 4,58% em 12 meses. A taxa de março foi a maior para o mês desde 2015 (1,32%). O acumulado do ano é o maior para um primeiro trimestre desde 2016 (2,62%). O acumulado em 12 meses é o maior desde fevereiro de 2017 (4,76%).

INOVAÇÃO NO MUNDO

O mundo está se transformando de maneira rápida e imprevisível. Entender esses mudanças, debater os avanços tecnológicos e reunir uma comunidade de audiência em torno do tema inovação é a missão do Canal Sala de Cultura, recém lançado no Youtube por Marina Rejman, publicitária e fundadora da Sala de Cultura, espaço de inovação em negócios, em conjunto com Fausto André, da produtora de vídeo Animagem, que faz a direção do canal. A proposta é trazer conteúdo sobre inovação e negócios capazes de ajudar as pessoas a aproveitarem as oportunidades que surgem neste cenários de mudanças e rápida transformação em que vivemos atualmente. Focada em atualizar executivos e empreendedores nas mais recentes tendências de negócios e inovação, é um espaço onde esses profissionais podem se atualizar através de discussões sobre economia, geopolítica, ecossistemas de negócios, mercado, tecnologias e, sobretudo, inovação. A sua proposta é criar uma conexão com o agora, e mostrar aos profissionais como respirar no mindset do mercado, com todo seu dinamismo e fluidez. “O tema central é a inovação no mundo. Traremos debates, curiosidades, experiências de viagens, eventos e opiniões de quem já está fazendo a diferença no mercado”, finaliza Marina. Interessados em acompanhar os materiais semanais podem acessar os primeiros conteúdos através do link: https://www.youtube.com/channel/UC012lWTgnQOjqpMgCiIKpIg. Nessa semana o tema é sobre Startups Unicórnios: https://www.youtube.com/watch?v=PqAxQbRM1SI. Sobre a Sala de Cultura: www.saladecultura.com.br / Sala de Cultura no Youtube.

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL –  JORNALISTA, ECONOMISTA E PROFESSOR

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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