Teia Digital

Brasil lidera Agricultura Orgânica na América Latina – Por Sílvio Persivo

Não resista: é inútil. “Nenhuma inteligência consegue enfrentar uma tolice que está na moda” (Theodor Fontane).

UNIR TERÁ DOUTORADO EM REDE DE EDUCAÇÃO DA AMAZÔNIA

A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) teve mais um doutorado aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A aprovação, referente ao doutorado em Rede Educação na Amazônia, foi alcançada na 184ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior, realizada de 27 a 29 de março, em Brasília e possibilita que a UNIR, bem como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e as Universidades Federais do Acre (UFAC), do Amapá (UFAP), do Pará (UFPA), do Oeste do Pará (UFOPA), de Roraima (UFRR), e do Tocantins (UFT) possam pleitear as vagas disponíveis pelo doutorado da Rede Educanorte. Segundo o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPESQ) da UNIR, professor Carlos Luís Ferreira da Silva, as formas de ingresso serão discutidas entre os representantes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) participantes da Rede Educanorte

EVENTO RESSALTA OPORTUNIDADES INTERNACIONAIS DO SETOR TÊXTIL

Apresentar e debater as oportunidades de negócios internacionais para o setor têxtil, antecipando aos empresários as melhores práticas e oportunidades que serão oferecidas durante a Gotex Show é o objetivo do evento que antecipa aos empresários de Rondônia as melhores práticas e oportunidades que serão oferecidas durante os três dias da Gotex, que este ano será realizado de 10 a 12 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O encontro, que tem apoio do Sistema Fiero e do Sindicato das Indústrias de Confecção de Rondônia (Sindivest-RO), acontece dia 9, no salão de convenções da Fiero, a partir das 14 horas. A presidente do Sindivest-RO e vice-presidente de Assuntos da Micro e Pequena Indústria da Fiero, Cida Mourão, ressalta a parceria integrada Fiero e sindicato. “Esse evento traz a nossa marca no apoio aos negócios do vestuário. Esse encontro é importante por constitui oportunidade única aos empresários do segmento”, reitera. O encontro é aberto e gratuito aos profissionais do setor. Para participar basta fazer a confirmação junto à Fiero, através do número (69) 3216-3429 ou e-mail [email protected].

LANÇAMENTO DO 1º BUSINESS DAY RONDÔNIA

O lançamento do 1º. Business Day Rondônia acontece terça-feira, 9, a partir das 19 horas, com a presença do presidente do Sistema Fiero, Marcelo Thomé, representantes dos países participantes, lideranças empresariais e políticas, dentre outros convidados. O evento acontece no salão de convenções da Fiero, em Porto Velho. Comércio Exterior, importação, exportação, networking e negócios integram a programação do 1º. Business Day Rondônia – Encontro empresarial para Importação e Exportação, que o Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) e parceiros realizam nos dias 9 e 10 de abril, no Auditório FGV Faculdade Sapiens, na capital, tendo como público alvo empresários, agronegócio, cooperativas e instituições governamentais de Rondônia e Acre sobre o passo a passo para atuação no mercado externo. Neste evento, os empresários serão orientados como importar e exportar por especialistas das áreas, e já estão confirmadas as Câmaras Comerciais e especialistas dos Estados Unidos, Bolívia, Canadá, Peru, Japão, Itália, Rússia, China, África, Espanha e países Árabes.O presidente da Fiero, Marcelo Thomé ressalta a importância da iniciativa lembrando aos empresários que ao participar do Business Day Rondônia, terão a oportunidade de conhecer mais sobre importação, pois, profissionais qualificados na área vão sanar dúvidas sobre como importar para os grandes países, como China, Estados Unidos e Japão. Os interessados em participar deverão se inscrever no site https://www.eventbrite.com.br/e/business-day-rondonia-encontroempresarial-para-importacao-e-exportacao-tickets 54943722152?aff=ebdssbdestsearch.

BRASIL LIDERA AGRICULTURA ORGÂNICA NA AMÉRICA LATINA

O mercado brasileiro de orgânicos faturou, em 2108\, R$ 4 bilhões, resultado 20% a maios do que em 2017, segundo o Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), que reúne cerca de 60 empresas do setor. Uma pesquisa da Federação Internacional de Movimentos da Agricultura Orgânica (Ifoam) informa que o mercado

global de orgânicos, sob a liderança dos Estados Unidos, Alemanha, França e China, movimentou o volume recorde de US$ 97 bilhões, em 2017. A Federação Internacional identificou cerca de 3 milhões de produtores orgânicos em 181 países. E a agricultura orgânica cresceu em todos os continentes atingindo área recorde de 70 milhões de hectares, aproximadamente. O Brasil é apontado na pesquisa como líder do mercado de orgânicos da América Latina, mas, em a extensão de terra destinada à agricultura orgânica, o país fica em terceiro lugar na região, depois da argentina e do Uruguai, e em 12º no mundo. Na América Latina, a produção ocupa oito milhões de hectares, 11% da área mundial destinada aos orgânicos. Em extensão de terras, o Brasil cresceu mais de 204 mil hectares em dez anos, atingindo, em 2017, a 1,1 milhão de hectares.

MERCADO DE HIGIENE E BELEZA CONTINUA AQUECIDO

A Kantar revela que os brasileiros aumentaram a compra de itens de beauty & care em 5% em 2018 na comparação com o ano anterior. Em volume, no mesmo período, a alta ficou em 1,3%. As demais cestas juntas apresentaram crescimento de 1,5% em valor e queda de 2,1% em volume. O que pode explicar o bom desempenho, de acordo com o levantamento, é o comportamento do brasileiro. O país é líder mundial na frequência de banhos por semana. São 12 localmente versus 6 na Europa. No Brasil, por exemplo, o sabonete em barra está presente em 99% dos lares, na Grã-Bretanha o índice é de 32% – por lá, o sabonete líquido faz mais sucesso, com 75% de penetração. A presença de shampoo e pós shampoo com penetração de, respectivamente, 91% e 88%, revela que os cabelos são os queridinhos dos brasileiros. Declarando em sua maioria ter fios lisos (34,3%) ou ligeiramente ondulados (27,4%), os consumidores buscam nas prateleiras itens que apresentem boa relação preço – qualidade (64%) e também uma fragrância agradável (60%). “A análise dos dados nos apresenta um shopper guiado cada vez mais por escolhas inteligentes. O preço, que em um cenário de incertezas, poderia ser um fator determinante para a escolha, não supera o desejo por um item de qualidade e que traga benefícios extras, como o perfume”, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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