Esporte

GRUPO DE MOSQUINI SE ARTICULA PARA VOLTAR AO COMANDO DO DER

Conversas estão adiantadas e o nome indicado seria o de Jaques Testoni

Nada é de graça

O deputado federal Lúcio Mosquini (PMDB) fez um discurso sem pé nem cabeça no plenário da Câmara dos Deputados na semana passada, rasgando elogios desconexos a gestão de Confúcio Moura. Disse o deputado que “Rondônia vive um momento de prosperidade (?)” e saiu misturando psicultura com regularização fundiária. O discurso, em primeiro momento parecia desconexo, mas faz sentido quando são acrescentadas novas informações, e então dá para entender a rasgação de seda.

DER/DEOSP

Não é novidade nenhuma que Mosquini perdeu espaço no DER/DEOSP quando o coronel bombeiro assumiu. Mas Lúcio, bem ou mau, é deputado federal, e apesar de ter sido baleado pela Operação Ludus, está longe de ficar fora do jogo. E durante o fim de semana a conversa avançou. O prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni junto com o deputado Marcelino Tenório andaram reunidos com o governador Confúcio Moura em Pimenta Bueno onde trataram de costurar a ida do ex-deputado estadual Jaques Testoni para o DER/DEOSP.

Com isso

O grupo capitaneado por Mosquini conseguiria retomar o controle do DER/DEOSP e Testoni teria todas as ferramentas para ampliar a força política do grupo na região central do Estado. As conversas estão avançadas e com o coronel ajudando ao ficar cada vez mais isolado, eles devem conseguir. Os Testoni também migrariam para o PMDB no acordo. E a gente volta a estaca zero em relação a melhorias das estradas e obras públicas.

Dupla Testoni/Mosquini está de olho no DER...vai ficar tudo como dantes no quartel de Abrantes...

Falando em DER

O presidente do Sindicato dos Motoristas Profissionais Oficiais no Estado de Rondônia (Simporo),Clay Milton Alves, voltou a denunciar a direção do Departamento de Estradas e Rodagem de Rondônia (DER-RO) por corte no auxílio-transporte, insalubridade e descumprimento do Termo de Ajuste de Conduta assinado em 2007 pelo Governo de Rondônia junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo ele, há casos em que servidores das Residências está há sete meses com o auxílio-transporte reduzido em até 50% de seu valor sem qualquer justificativa. Além disso, dezenas de outros servidores continuam sem receber a insalubridade porque o próprio Estado não elaborou os laudos e nem aceita pagar os valores contidos nos laudos anteriores, como diz a Lei. É por essas e por outras que o coronel está cada dia mais na berlinda…

Olha essa

Alegando “economia” que até hoje não foi comprovada, o governo cortou o contrato de vigilância das escolas estaduais. Desde então as unidades sofrem ataques sistemáticos de vândalos e ladrões. Porém, o mesmo governo que “economiza” com as escolas, contratou vigilância privada para cuidar do quartel dos bombeiros em Porto Velho, aquela unidade que fica em frente ao SEBRAE. Um leitor de PAINEL POLÍTICO observou e encaminhou a foto.

Poderiam implantar uma câmera para cuidar do Corpo de Bombeiros

O que tem demais?

Apenas uma observação, porque o governo também não adota a “vigilância eletrônica” que eles indicaram para as escolas? Não seria mais “econômico”?

Silêncio

O exército brasileiro ainda não se manifestou sobre o tiro disparado contra um veículo civil no último sábado em Porto Velho que atingiu o carona nas costas. A saída da bala do fuzil 7.62 fez um estrago imenso no rapaz. Em função das comemorações do Dia do Soldado a assessoria de imprensa do 5º BEC está “off-line”.

Estilo Barrichello

A presidente Dilma acordou. Em declarações dadas nesta terça-feira declarou que “a economia vai continuar com dificuldades em 2016”. Pois é, só que essa previsão vem sendo feita desde o ano passado e ela minimizava. Das duas uma, ou o serviço de informações dela não funciona ou ela simplesmente ignorou todos os relatórios.

Até quando?

Quem vive nos estados de Acre, Rondônia e Amazonas vive em risco constante de isolamento. Basta romper um cabo de fibra ótica que pronto, ninguém resolve mais nada. O pior é que não tem nenhuma ação a curto prazo para resolver o problema. Até a expansão da rede é complicada. E nem vou falar da questão das companhias aéreas, que nos mantém em uma condição dificílima. Já experimentou comprar uma passagem em cima da hora? Parece que a gente vive no Alaska em relação ao isolamento.

Ouriçados

Os coronéis e afins que estão lotados por ai em cargos diversos estão chateados com as críticas da coluna em relação a atuação (?) deles à frente dessas funções. Caros, não é pessoal, mas a maioria de vocês já está aposentada e prestariam um grande favor ao Estado exercendo outras funções. Política é para políticos e não para militares. A Venezuela é bom exemplo de gestão militar.

'El comandante' administrava a Venezuela....deu no que deu...

Via O Antagonista

Gilmar Mendes, relata o Estadão, enviou ao MP de São Paulo relatório técnico da Receita paulista que apontou irregularidades numa empresa contratada para a última campanha petista. A empresa Angela Maria do Nascimento Sorocaba-ME foi aberta a dois meses da eleição presidencial e emitiu 3,68 milhões em notas fiscais, dos quais 1,65 para a campanha de Dilma Rousseff. A empresa obedece ao padrão clássico de lavagem de dinheiro. Na teoria, foi aberta para entregar material de campanha. Na prática, emitiu notas frias. Outro clássico: não havia empresa nenhuma no endereço comercial registrado. A suposta proprietária estava em casa e, sempre de acordo com o Estadão, afirmou ter sido “orientada a abrir a empresa para funcionar no período eleitoral”.

Ainda antagônico

A Operação Pixuleco II já havia descoberto o elo do advogado Guilherme Gonçalves com a senadoraGleisi Hoffmann. Agora, a PF apreendeu planilhas que indicam repasses de Gonçalves para Gleisi e familiares. O dinheiro era repassado pela Consist, que firmou contrato com o Ministério do Planejamento na gestão de Paulo Bernardo, o marido de Gleisi. Nas anotações, constam pagamentos para “PT, PB, Gleisi”. Também houve repasses para o motorista da senadora petista, que, é bom lembrar, foi ministra-chefe da Casa Civil de Dilma. “Consta anotação de que, do pagamento de cinquenta mil reais de honorários pela Consist a Guilherme em 29/09/2011, ele teria acertado com o ex-ministro Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann, que ficaria, desta feita, com todo o montante”, escreve Sergio Moro em despacho. Segundo as investigações, 9,6% do faturamento líquido da Consist foi repassada por Alexandre Romano a Guilherme Gonçalves, “que, por sua vez, utilizou esses mesmos recursos para pagamentos associados à senadora”, anota Moro. Diante dos indícios, o juiz enviou a investigação da Pixuleco II para o STF.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: Teste de sangue é capaz de identificar tendências suicidas

Um novo estudo especificou uma maneira de identificar tendências suicidas em pessoas com apenas um teste de sangue. O material foi publicado na última semana no periódico científico Molecular Psychiatry. A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. De acordo com eles, o teste detecta biomarcadores específicos presentes no sangue das pessoas. A presença desses marcadores é capaz de indicar se aquele paciente tem risco de tendências suicidas ou não. No artigo, os pesquisadores apontam para a importância da pesquisa. Apenas nos Estados Unidos, 40 mil pessoas cometem suicídio anualmente. O Brasil, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), é o oitavo país com mais números de suicídios registrados – com 11,8 mil por ano. O objetivo dos pesquisadores era de encontrar indicadores biológicos que pudessem apontar para tendências suicidas, mesmo que os pacientes nunca houvessem indicado esse desejo. Com os marcadores sanguíneos identificados, os pesquisadores fizeram uma segunda etapa. Uma entrevista usando um aplicativo identificava tendências ao suicídio. De acordo com os cientistas, a eficácia do teste sanguíneo foi de 92%. Alguns pontos, no entanto, diminuem a confiança no estudo. As cobaias foram apenas do sexo masculino. Todas tinham apresentado histórico de problemas mentais – é difícil, portanto, prever a eficácia do teste na população em geral.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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