Esporte

CONFÚCIO DESMENTE MOSQUINI, “TEM EMPRESA QUE NÃO RECEBE HÁ 2 ANOS”

Governo tenta liberar recursos do PROINVEST para quitar débitos com fornecedores. Deputado disse que “em Rondônia não tem atraso”

Nota de esclarecimento

“Em resposta a matéria publicada no site Painel Político em que afirma que a empresa usa cópia sem autenticação do Windows, a Eletrobras Distribuição Rondônia informa que é detentora de contratos ativos junto à Microsoft e que seus computadores estão regulares. Esclarece que o terminal fotografado havia sofrido manutenção corretiva onde foi necessária a reinstalação do sistema operacional Windows, não se tratando de falta de licença e sim apenas ativação, o que ocorreu no decorrer do dia”. Assina a nota a Assessoria de Comunicação Social e Relações Institucionais. Agora caros consumidores, parem de pegar no pé da Eletrobrás. Aquela “chavinha” que aparece pedindo a ativação é descuido do técnico.

"A culpa é do estagiário que esqueceu de ativar o Windows"

E a imparcialidade?

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Luciana Lóssio pediu vistas ao processo que pode cassar o mandato de Dilma Roussef e Michel Temer. Por enquanto, são 4 votos a favor contra 3 que ainda não foram apresentados, entre eles o de Luciana. O pedido de vistas é um procedimento normal em julgamentos complexos, o que não é bem o caso desse em questão. O processo é cristalino como água e a ministra sabe bem o que está acontecendo. Na verdade ela está tomando uma medida meramente protelatória. A ironia é que Luciana Lóssio foi advogada da campanha de Dilma Roussef em 2010. Eu não sei mas acho que ela deveria se dar por impedida em uma ação dessa natureza…ou estou enganado?

Frase

“Não há futuro viável se condescendermos agora com a corrupção. Não há país possível sem respeito à lei. O que tem sido chamado de espetacularização da Operação Lava Jato nada mais é que a aplicação de fundamental princípio da República: ‘Todos são iguais perante a lei’. Como disse, ‘pau que bate em Chico, bate também em Francisco’”, do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot em resposta ao senador Fernando Collor de Mello, que tentou enquadra-lo nesta quarta-feira durante sabatina no Senado. Collor teve a indelicadeza de trazer à baila o nome do irmão de Janot, que morreu há cinco anos e usar uma infração do falecido para atacar o Procurador Geral. Coisa de gente sem caráter mesmo.

Zoação

Foi dessa forma que os fornecedores do Estado encararam o discurso do deputado federal Lúcio Mosquini na semana passada no plenário da Câmara dos Deputados em relação ao “momento de prosperidade” pelo qual passa o Estado. Vários ficaram revoltados com a afirmativa do parlamentar de que “em Rondônia não tem atraso de fornecedores”. Tem gente mais quebrada que arroz de terceira na praça por culpa da falta de pagamento por parte do governo, e sabe o que é mais curioso? O próprio governador admitiu isso durante reunião para tratar da liberação de mais de R$ 120 milhões que estão emperrados no PROINVEST. Tem fornecedor que está há 2 anos sem receber deputado. Prosperidade só se for nos postos de combustíveis, porque os demais setores…

Exemplo recente?

A empresa que está construindo o presídio provisóriamente batizado de “470 vagas”, aqui em Porto Velho, deve parar as obras ainda esta semana por falta de pagamento. Faltam serem pagos cerca de R$ 2 milhões e pouco menos de 10% para que a obra seja concluída. Os diretores da empresa já comunicaram que não tem como arcar com as despesas caso não recebam esse valor. E o motivo da falta de pagamento é que a SEJUS não fez previsão orçamentária e agora tentam liberar via readequação, em outras palavras, tirar de um lugar e colocar em outro.

Extraído do DECOM

“Durante a reunião o governador explicou que o projeto, que tem como agente financeiro o Banco do Brasil, não encaminha recursos para pagamento há mais de dois anos. “As empresas estão todo este tempo sem receber e fica parecendo que é o Estado que não quer pagar”, declarou. Segundo ele, estes atrasos levaram o Estado a utilizar parte de recursos próprios e mesmo assim, já existem obras paralisadas”. Tá vendo a prosperidade ai Mosquini?

É deputado, não colou...

Falando em Mosquini

O prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni se apressou em divulgar desmentido sobre uma articulação para emplacar seu irmão, Jaques no comando do DER, conforme a coluna divulgou. Nós mantemos a informação.

Olha essa

O Estado de Rondônia tem uma legislação ambiental bem clara e atualmente alinhada com a legislação federal, principalmente no quesito liberação de licenças para construções que possam afetar o meio ambiente. Além do mais, qualquer acadêmico de Direito do primeiro período sabe que uma lei estadual não sobrepõe uma federal, e mesmo assim, quando os legisladores locais cometem essas barbeiragens, existe um remédio chamado Ação Direta de Inconstitucionalidade julgada pelo Supremo Tribunal Federal que corrige essas anomalias.

Pois bem

O governo vem tentando alterar a lei estadual no que diz respeito a construção de novas usinas de geração de energia de pequeno porte, que atendem regiões isoladas, como distritos e comunidades de minorias, como quilombolas e algumas tribos. A legislação federal e a estadual dizem que qualquer estação com capacidade de geração igual ou superior a 10 megawatts precisa de um Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Isso está previsto na Lei Estadual 890, de 24 de abril de 2000 e na Resolução CONAMA 001/86. Só que o governo agora quer “flexibilizar” esse limite para 16 megawhatts.

Evidente

Que isso tem um objetivo, que é o de atender uma empresa “amiga” que pretende implantar uma unidade de geração de energia elétrica em um distrito de Porto Velho, onde já tem uma operando atualmente, que é da Guascor, que perdeu a licitação, mas precisa manter as operações enquanto a nova não entra em funcionamento. Ocorre que o contrato da Guascor encerra agora em setembro e as obras da nova usina sequer iniciaram, e ainda de quebra, aguarda a alteração na lei. Evidente que isso, ao invés de gerar energia, vai gerar problemas e terminar deixando a população no escuro. Coisas da Rondônia da cooperação.

Do tempo do bumba

O jornalista carioca Antônio Pietrobelli chamou a atenção para uma foto antiga que correu o mundo na época em que Itamar Franco era presidente da República. A imagem é essa que você vê abaixo, da modelo Lilian Ramos ao lado do presidente, fotografada sem calcinha. Mas enquanto todo mundo se distrai com a desinibida da moça, Pietrobelli alerta para o sujeito de azul, do lado esquerdo, que é nada menos que Alberto Youssef, o doleiro preso na Operação Lava-Jato, que já está condenado por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, corrupção ativa, além de empréstimos fraudulentos. Itamar Franco faleceu em 2 de julho de 2011. Sabe qual era o partido dele? Isso mesmo, o PMDB.

lilian_youssef

Pausa

A Churrascaria Paraná, Pioneira da Capital voltou com o sistema de rodízio de terça à domingo, oferecendo mais de 15 tipos de carne, e grande variedade de saladas. Querprovar o melhor churrasco da cidade? Vai na Paraná, Avenida Nações Unidas, 458.

Proteínas: alimentos de origem animal são mais saudáveis

O tipo de proteína consumida é tão importante para uma dieta saudável quanto a quantidade do composto em si. É o que diz uma revisão publicada recentemente na revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolism. Todos já sabem que alimentos ricos em proteínas ajudam a perder peso, ganhar massa magra e até a afastar o desejo por alimentos calóricos. Entretanto, nem toda proteína é igual e alguns alimentos proteicos podem ser mais saudáveis do que outros. De acordo com o novo estudo, cada fonte de proteína – do peixe ao amendoim – contém “tipos diferentes” de aminoácidos (os blocos que formam as proteínas). Dos 20 diferentes aminoácidos existentes, nove são essenciais para nosso organismo e só podem ser obtidos por meio de alimentos. A questão é que nem todos os alimentos possuem os nove aminoácidos. No que diz respeito às proteínas de origem animal (carne, ovos, laticínios), quase todas podem ser consideradas boas, pois são constituídas por todos ou a maioria destes aminoácidos. Entretanto, a maioria dos alimentos de origem vegetal contém apenas uma fração dos aminoácidos essenciais. Isso significa que se sua única fonte de proteínas for vegetal, você pode ter deficiência de certos aminoácidos. Rajavel Elango, pesquisador de nutrição e metabolismo da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá e coautor do estudo, explica em reportagem do site americano de notícias Huffington Post que, quando ingerimos proteínas a partir de fontes vegetais, é importante ter uma grande variedade de alimentos para garantir a ingestão de todos os aminoácidos necessários. Além disso, os alimentos trazem vitaminas e minerais junto às proteínas. O que reforça ainda mais a importância em variar o cardápio proteico.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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