Esporte

Grêmio precisa vencer América-MG fora de casa para manter esperança contra o rebaixamento

Equipe mineira, por outro lado, quer aproveitar a boa fase para escapar de vez do perigo da queda e se aproximar do G-6

América-MG e Grêmio fazem confronto que pode ser decisivo para o objetivo de ambas equipes no Campeonato Brasileiro. O Grêmio precisa superar o retrospecto ruim fora de casa e dar continuidade à vitória sobre o Fluminense na última rodada para manter vivo o sonho de escapar do rebaixamento, feito que o América-MG está próximo de alcançar, podendo focar em uma classificação inédita para competições internacionais. Os times se enfrentam pela 32ª rodada, às 18h30 deste sábado, na Arena Independência.

O tricolor gaúcho superou o Fluminense na última rodada e voltou a vencer na competição, chegando a 29 pontos. O Grêmio ainda é o vice-lanterna e diminuiu a diferença até o Bahia, primeiro time fora da zona de rebaixamento, para sete pontos. Segundo pior visitante do Brasileirão, o time de Vagner Mancini precisa superar o baixo desempenho longe de casa para seguir sonhando.

O América-MG venceu três dos seus últimos quatro jogos e quer seguir pontuando para fazer uma temporada que pode ser histórica. Com 41 pontos, na 10ª colocação, o time mineiro está cada vez mais perto de se manter na Série A do Brasileirão pelo segundo ano consecutivo, o que aconteceria pela primeira vez na história desde que o torneio virou de pontos corridos. Nesse caso, a briga do América-MG passará a ser apenas para chegar a uma competição internacional inédita.

Principal reforço gremista para a temporada, Douglas Costa sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda durante a última partida. A expectativa é que ele volte ao time antes do fim do campeonato. O restante da equipe está à disposição de Vagner Mancini. Bruno Cortez e Thiago Santos cumpriram suspensão e retornam. Com Thiago, o treinador poderá retomar a formação com três zagueiros.

“Nós acabamos pegando uma sequência dificílima de jogos, mas talvez essas equipes tenham nos preparando para nosso campeonato daqui para frente. Nós melhoramos como equipe, mesmo não tendo resultados. Foi muito importante termos passado por esses testes. Eu sinceramente não tenho a equipe ideal, mas tenho mais de 11 jogadores. O jogo contra o Fluminense me mostrou que eu tenho 17 ou 18 jogadores com condições de entrar sábado e desempenhar o que está sendo montado”, afirmou o técnico Vagner Mancini após a última partida.

De olho no G-6

Vindo de uma importante vitória por 3 a 2 em cima do Sport, fora de casa, o América-MG volta a campo de olho em mais um resultado positivo para entrar de vez na briga pelo G-6.

O técnico Marquinhos Santos tem uma dúvida para armar a dupla de defesa titular e conta com dois retornos, mas de jogadores que são considerados reservas. Isso porque, o zagueiro Ricardo Silva sofreu um choque de cabeça na última rodada e será reavaliado momentos antes da partida, para saber se tem condições de atuar. Anderson de Jesus é outra opção para fazer dupla com Eduardo Bauermann.

Já o meia Bruno Nazário e o atacante Fabrício Daniel voltam a ficar à disposição depois de cumprirem suspensão, mas devem seguir sendo opções para o segundo tempo. Atualmente na décima colocação, o time americano soma 41 pontos. Por isso, o treinador acredita que esta partida será decisiva para a sequência da competição.

“Vai ser jogo duro, um Grêmio de camisa pesada, com o Mancini, que é um excelente treinador e estava aqui, fazendo parte do trabalho, que conhece muito a camisa e nosso elenco. Temos que ter atenção, mas nosso foco está somente na vitória, afinal queremos algo maior neste campeonato”, disse o comandante.

FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO –  AGÊNCIA ESTADO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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