Esporte

Grampo da PF revelou esquema para favorecer empresas da família Gurgacz

E o governador Confúcio Moura sabia de tudo, tendo inclusive participado de reunião

Fantasmices

O Governo de Rondônia possui uma representação política em Brasília. Lá ficam nomeados, além do representante do Estado, que atualmente é a senhora Lizete Lionel, vários assessores. A representação funciona o dia inteiro, mas, pelo visto, não para a servidora Raquel Carrijo Kotnick, que cumpre expediente apenas entre 14 e 17 horas, recebendo CDS 10, ou seja, trabalha apenas 3 horas por dia e recebe cerca de R$ 7 mil. As manhãs de Raquel são ocupadas pelo Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica – SINASEFE. Mas a folha de ponto dela, do mês de novembro do ano passado, está assinada nos dois horários, no papel, que aceita tudo, ela entrou pontualmente às 7h30min, saiu ao meio-dia, retornou às 14 horas e saiu às 18. Quem será seu padrinho (ou madrinha)?

Ainda o Detran

O Idecan, instituto responsável pelo concurso público do Detran, realizado ano passado, entrou em contato, através de sua assessoria, contestando algumas informações da última coluna. Abaixo a íntegra da “Nota de Esclarecimento”:

Nota de Esclarecimento

Em relação à coluna Painel Político publicada no dia 10 de fevereiro de 2015 o IDECAN esclarece que:

1) Diferente do publicado, a sede do Idecan fica em Brasília (DF), na SAUS, quadra 5, bloco K, salas 1404 e 1405, Ed. Ok. Office Tower, Asa Sul.

2) Não houve nenhuma ação do Ministério Público de Rondônia em relação ao concurso realizado pelo Idecan para a Prefeitura de Vilhena, em 2014. O concurso foi realizado de forma tranquila, dentro dos altos padrões de qualidade, segurança e sigilo do Instituto que realiza concursos e seleções em todo Brasil. O concurso anterior ao ano de 2014, realizado para esta prefeitura, não foi organizado pelo Idecan, mas por um instituto do próprio estado.

3) Os integrantes do Idecan, inclusive seus dirigentes, têm total liberdade de exercer sua cidadania, filiando-se a quaisquer partidos políticos que lhes sejam convenientes. O Instituto, no entanto, é apartidário. Prova disso são os concursos realizados para diversos órgãos públicos por todo o Brasil, em gestões exercidas por membros de diversos partidos.

4)  O Idecan lamenta que o seu nome tenha sido vinculado a questões jurídicas e políticas as quais ele não tem nenhuma associação.

Assessoria de Comunicação / IDECAN

Sobre a nota

O Idecan pode até ter mudado para Brasília, mas sua sede era em Muriaé. Quanto a “liberdade de filiação”, se não fosse problema, o Ministério da Agricultura não teria cancelado o contrato. O instituto ganhou uma liminar, mas o caso segue na justiça (detalhes AQUI).

Você sabe o que é PCPV?

É a sigla para Plano de Controle da Poluição Veicular, desenvolvido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que, através da resolução 418/2009 estabeleceu que as cidades, com frotas superiores a 5 milhões de veículos, fizessem um controle sobre a quantidade de poluentes emitidos na atmosfera pelos escapamentos. Nessa resolução apenas São Paulo se enquadrava, porém, como o “Brasil é um país de todos”, os demais estados enxergaram uma oportunidade de arrecadar uns trocados e danaram a produzir seus PCPV. Quem saiu logo atrás foi o Paraná, depois vieram os outros. Mas o pulo do gato dessa história é a elaboração do PCPV, que através dele define o edital de licitação para as empresas que vão operacionalizar.

Evidente

Que um negócio desses não passaria desapercebido pela turma do governo da cooperação. Em agosto de 2011, uma conversa gravada pela Polícia Federal, com autorização judicial, flagrou o cunhado de Confúcio Moura (governador de Rondônia), Francisco de Assis (preso em 2014, acusado de uma série de crimes) com o diretor do Detran, e vice-governador Aírton Gurgacz, falando exatamente sobre a elaboração do PCPV de Rondônia e claro, como eles iriam ganhar dinheiro com isso. O ex vice-governador e atual deputado estadual pede a Assis que “ele dê uma preferência” para o pessoal dele, e lembra que seu irmão, o empresário Assis Gurgacz já tem uma empresa que trabalha na elaboração desse plano em outro estado. Veja abaixo o diálogo gravado pela PF:

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Interessante

Observar no diálogo que tudo já “estava acertado”, inclusive com a anuência do governador e a participação do senador Acir Gurgacz, que, segundo Aírton, haviam falado conversado em sua sala. Veja abaixo a continuação do diálogo:

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Em setembro de 2013

O governador Confúcio Moura publica no Diário Oficial do Estado, a criação da Comissão Transitória, responsável pela elaboração do PCPV-RO. Em licitações realizadas por outros estados, o valor médio da elaboração desse plano é de R$ 1,9 milhão, mas isso só ocorre após as secretarias de meio ambiente realizarem o trabalho técnico, de levantamento. A vistoria fica por conta dos Detrans, sendo que alguns terceirizam esse serviço e outros cadastram oficinas para efetuar as vistorias, tudo evidentemente pago pelo contribuinte. Em Rondônia, a frota de veículos está longe dos 5 milhões, de acordo com o IBGE, temos cerca de 760 mil, em todo o Estado, incluindo motos e jericos.

Também em 2013

Foi a última vez que se ouviu falar desse Plano aqui por essas bandas. Em 2014 o Estado foi assolado por uma onda de operações policiais que prendeu grande parte das autoridades de Rondônia. Porém, isso não exime os envolvidos. A conversa comprova que, de fato, quando se trata de elaboração de projetos que renderam algum dinheiro, todos se juntam para tentar abocanhar uma fatia.

Toc-toc

  • Quem é?
  • É a Polícia Federal. De novo. Viemos apreender seu iate.
  • Essa decisão judicial só pode ser classificada como fúria selvagem”

Empresário Eike Batista (de novo) tendo seus bens apreendidos até a quantia de R$ 3 bi, para garantir pagamentos, caso ele venha a ser condenado. Segundo seu advogado, “não deixaram dinheiro nem para ele comprar bananas para o filho de 3 anos”.

10

Esse é o número de vezes que a vendedora Fabiana Pina, moradora do bairro Três Marias teve sua casa invadida nos últimos 2 anos. A última foi na tarde desta quarta-feira, ao chegar deu falta de uma série de objetos, “virei freguesa, são sempre os mesmos, chegam de carro e levam tudo”, conta. A polícia, segundo ela, quando atende simplesmente registra a ocorrência, “os policiais já me sugeriram que eu comprasse uma arma, acredita?”. Pois é, desse jeito ela vai terminar entrando para algum livro de recordes. Mas, para o governo da cooperação, está tudo certo. E a população errada.

Horizonte nublado

Março e abril prometem chuvas e trovoadas. Como diriam os Starks nas Crônicas do Fogo e do Gelo “o inverno está chegando”. De novo.

Para contatos

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Qual a melhor hora para prática de exercícios?

O esporte praticado logo cedo ajuda a estabelecer uma rotina de exercícios mais sólida, simplesmente porque ocorre antes dos compromissos e horários de trabalho da maioria das pessoas. Diversos estudos científicos reforçam a ideia de que a atividade física matinal traz benefícios. O lado negativo disso é que, pela manhã, a temperatura do corpo tende a ser mais baixa, o que aumenta o risco de lesões e pode reduzir o desempenho do praticante. Na mão oposta, quem prefere praticar esportes mais tarde se beneficia de temperatura corporal e níveis hormonais no auge, o que melhora o desempenho. Um estudo da Universidade de Chicago, nos EUA, indica que é mais fácil atingir resultados melhores em resistência e construção de massa muscular exercitando-se no final do dia. O risco de lesões também é menor, já que o corpo responde mais rapidamente por estar desperto por muitas horas. Além disso, para muitas pessoas, o exercício noturno é uma forma de relaxar depois de um dia estressante. O denominador comum de todos os estudos parece ser que o exercício, independentemente do horário em que é praticado, é muito melhor do que o sedentarismo.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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