Noticias

Governo vai reduzir os subsídios do FGTS no programa ‘Minha casa, minha vida’

O governo aprovou durante a reunião do Conselho Curador do FGTS, nesta quarta-feira (dia 19), a redução dos subsídios (descontos a fundo perdido) concedidos no valor dos financiamentos habitacionais para famílias incluídas no programa “Minha casa, minha vida” (MCMV). A partir de 2021, haverá um corte de R$ 500 milhões por ano até 2023. Atualmente, o orçamento plurianual do FGTS para essa finalidade é de R$ 9 bilhões.

Na semana passada, o equipe econômica apresentou uma proposta ao grupo técnico que assessora o conselho para diminuir os subsídios em quase 70%, para R$ 3 bilhões em 2020. Mas diante da reação negativa do setor da construção civil, a alternativa apresentada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional foi reduzir os valores gradualmente, a partir do próximo ano.

Dessa forma, os R$ 9 bilhões para subsídios em 2020 estão mantidos. A partir de 2021, o montante cairá para R$ 8,5 bilhões; R$ 8 bilhões, em 2022; e R$ 7 bilhões, em 2023.

Na prática, os subsídios funcionam como uma ajuda que o FGTS dá às famílias com renda entre R$ 2.600 e R$ 4 mil na hora de tomar o financiamento. O valor depende da renda e pode chegar até R$ 47.500.

Em dez anos (entre 2009 e 2019), desde que o “Minha casa, minha vida” foi criado, o FGTS concedeu ao todo R$ 64,897 bilhões em subsídios. Durante esse período, os empréstimos somaram R$ 247,7 bilhões, beneficiando 2.974 famílias incluídas no programa, segundo dados do portal do FGTS. O orçamento total do Fundo para o MCMV neste ano foi fixado em R$ 66,5 bilhões, incluindo os subsídios.

O Conselho aprovou também o valor que o FGTS repassará à Caixa Econômica Federal a titulo de remuneração como agente operador único das contas dos trabalhadores. Serão repassados ao banco R$ 2,643 bilhões, em 12 parcelas. O cálculo é baseado no patrimônio do fundo de dezembro de 2019 e obedece a nova lei do saque do FGTS que reduziu o percentual de 1% do patrimônio para 0,5%, a partir de janeiro deste ano.

Também foi aprovada a indicação de Júlio César Pinto para comandar do Departamento do FGTS, subordinado ao Ministério da Economia. Ele fazia parte do Comitê do Fundo de Infraestrutura do FGTS (FI-FGTS) e era assessor da pasta, representando o ministro Paulo Guedes nas reuniões do conselho.

FONTE: EXTRA

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]