Teia Digital

Governo reativa usinas de nitrogênio líquido para melhoramento genético do rebanho estadual – Por Silvio Persivo

Entender é preciso. “Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música” (Aldous Huxley). 

GOVERNO REATIVA USINAS DE NITROGÊNIO LÍQUIDO PARA MELHORAMENTO GENÉTICO DO REBANHO ESTADUAL 

O diretor-presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, em discurso na cerimônia de recebimento de veículos e outros equipamentos de infraestrutura, entregues pelo governo estadual, em Ouro preto do Oeste, na quinta-feira (6), afirmou que, mesmo sendo Rondônia o maior produtor de leite da região norte e o quarto exportador de carne bovina do país, estão sendo feito esforços para melhorar ainda mais, com os investimentos do governo estadual e dos produtores, para facilitar as práticas de melhoramento genético do rebanho rondoniense. Segundo ele, “As duas usinas de produção de nitrogênio líquido que estavam paradas há mais de dois anos, foram recuperadas e postas em operação”. As usinas de produção de nitrogênio líquido são fundamentais para o desenvolvimento do projeto de melhoramento genético do governo, através de inseminação artificial ou reprodução in vitro. Os sêmens e os embriões devem ser armazenados em botijas resfriadas a temperaturas abaixo de 180 graus negativos, condição essa alcançada apenas através do uso de nitrogênio líquido. A prática de reprodução assistida mais comum entre os produtores rondonienses é a inseminação artificial, incentivada por um projeto oficial, chamado projeto Inseminar, mantido pela Secretaria de Estado da Agricultura e executado pela Emater-RO. Num levantamento da demanda dos produtores de leite assistidos pela Emater-RO por nitrogênio, foi verificado que a necessidade é de 2.267 litros por mês e a capacidade instalada das usinas da Emater-RO é mais que o dobro disto. Considerando-se a média de produção de oito litros por hora e 12 horas de funcionamento por dia, em 20 dias de funcionamento, chega-se a uma produção de 5.760 litros de nitrogênio. Portanto em um mês é produzido o suficiente para atender, com folga, os produtores rurais e instituições parceiras. Como nem todos os produtores realizam a reprodução assistida, através da inseminação artificial, a Emater-RO mantém uma parceria com a Associação dos Criadores de Zebu (ABCZ), para incentivar também o melhoramento genético através da monta natural, utilizando-se touros de alto potencial genético, provados em testes andrológicos. A Emater-RO, nesta parceria, realiza um levantamento da demanda dos produtores por touros melhorados e informa o projeto Pró-genética da ABCZ, que tem a função de juntar os pecuaristas interessados em comprar touros e os criadores de animais de alto padrão genético (vendedores). 

FLUXO DE ESTRANGEIROS PARA O CARNAVAL DE MANAUS É MAIOR ESTE ANO 

Segundo a vice-presidente de Turismo Receptivo da ABAV-AM (Associação Brasileira de Agência de Viagens), Glória dos Santos Reynolds, o  carnaval deste ano já garantiu um aumento de 22% em relação ao ano passado com a chegada de turistas estrangeiros para o período pré-carnaval e pós-carnaval. Para ela, “Muitos viajantes do mercado internacional estão movimentando o setor. Até o carnaval e após, Manaus tem sido rota e destino dos turistas que querem conhecer a região e os hotéis de selva”. Porém, diz que houve uma retração no número de turistas brasileiros que vem para a Amazônia. Ela acredita que esta diminuição está relacionada ao fechamento do Tropical Hotel que era opção de carnaval para muitas famílias. Assim é a procura esperada é bem melhor que o ano passado e as perspectivas para 2021 são bem mais altas e com este diferencial que é o aumento dos estrangeiro na Amazônia. 

PARA CNC CARNAVAL SERÁ UM POUCO MELHOR ESTE ANO 

Em relação ao carnaval a previsão da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) é de que será o melhor carnaval desde 2015, com uma receita esperada de R$ 8 bilhões, um aumento real de 1% em relação ao ano passado. Com destaque para os bares e restaurantes (R$ 4,8 bilhões) e empresas de transporte de passageiros rodoviário, aéreo e de locação de veículos rodoviários (R$ 1,3 bilhão). Em termos estaduais, o Rio de Janeiro (R$ 2,68 bilhões), São Paulo (R$ 1,94 bilhão) e Bahia (R$ 1,36 bilhão) tendem a concentrar mais da metade da movimentação financeira do período. Destacam-se, ainda, os volumes a serem gerados em Minas Gerais (R$ 809,7 milhões), Pernambuco (R$ 381,9 milhões) e Ceará (R$ 318 milhões). Em termos relativos, a maior taxa de crescimento real de receitas deverá se dar em São Paulo (+5,4%) e Pernambuco (+3,2%). Em contrapartida, o Ceará deverá ser o único a registrar queda (-2,9%).

COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS TEM CRESCIMENTO NO RIO E EM SÃO PAULO

Um levantamento do Registro de Imóveis do Brasil, com dados de cartórios, aponta que os registros de compra e venda de imóveis subiu 9,7% em São Paulo e 9,2% no Rio de Janeiro, no acumulado de janeiro a novembro de 2019, em relação a igual período de 2018. Nos últimos 12 meses, terminados em novembro passado, as altas foram de 10,5% em São Paulo e 5,4% no Rio. Os dados se referem a compra e venda de imóveis novos e usados. Na capital paulista, no ano de 2018 foram registradas compra e venda de 116.060 imóveis contra 126.155 nos 12 meses seguintes (dezembro 2018 a novembro 2019). O total de registros de compra e venda de imóveis no Rio foi de 46.635 em 2018, ante 50.470 em 2019. Em 2012, num dos momentos de ápice do mercado, o número de registros chegou a 64.454 no Rio. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a queda de juros, o estoque de imóveis, e melhor confiança no setor de construção civil fazem com que este seja um bom ano para compra de imóveis. A entidade aponta ainda que, em São Paulo os preços estão 20% abaixo da maior média de valores que já atingiram em 2014. No Rio, a desvalorização é maior, com valor 33% mais barato que o pico de preços, há cinco anos.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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