Teia Digital

Fórum de Governadores recebeu ministro da economia – Por Sílvio Persivo

Nem todo mundo tem sorte. “Talvez você viva até os cem anos e jamais ouça a minha voz” (Frank Sinatra). 

ACOLHIDA AOS CALOUROS DE 2020 DA UNIR 

Na terça-feira (11), no auditório Paulo Freire, no campus de Porto Velho da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), aconteceu a Acolhida aos Calouros, acadêmicos ingressantes do primeiro semestre de 2020. A  programação do evento estendeu-se com atividades durante os períodos da manhã, tarde e noite, voltadas para a apresentação da instituição e seus objetivos na transmissão do saber. Na manhã houve a abertura da cerimônia de  boas-vindas numa mesa presidida pelo reitor Ari Miguel Teixeira Ott, que teve como membros o vice-reitor Marcelo Vergotti, a pró-reitora de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis (PROCEA), Marcele Regina Nogueira Pereira, e, representando a Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), Robson Vasconcelos, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPesq) foi  representada pela servidora Marta Helena de Lellis. Também participaram da mesa de honra a diretora da Biblioteca Central, Eliane Gemaque e a representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE), a acadêmica Nicole. No seu pronunciamento, a professora Marcele ressaltou que “toda a equipe da PROCEA, bem como de todas as Pró-Reitorias Acadêmicas da UNIR, estão à disposição dos discentes durante toda a graduação. Por isso, sejam todos bem-vindos”. Em sua fala, o reitor Ari Ott destacou a relevância de tornar a universidade socialmente referenciada. “Gosto de pensar que, quando sairmos por aquela porta, nós tornaremos a esperança uma realidade na nossa universidade”.

FÓRUM DE GOVERNADORES RECEBEU MINISTRO DA ECONOMIA   

O VIII Fórum de Governadores, que aconteceu na terça-feira (11), tendo como pauta quatro Projetos de Emenda à Constituição (PECs), que tratam do Programa Mais Brasil e do Fundeb. Os 22 representantes estaduais, entre governadores e vices, também debateram com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o discurso do presidente Jair Bolsonaro de que os estados reduzam o ICMS dos combustíveis. O presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteneles, explicou os impactos das PECs 186,187 e 188, ambas do ano de 2019 e a PEC 15/2015, nos estados. Ele ainda reforçou que sejam adotadas medidas de controle de gastos sempre que os estados alcancem 90% das receitas correntes – A PEC prevê os mecanismos aos 95%. Também está contemplada proposta de criação de dois níveis de controle de gastos na PEC do Pacto Federativo, para evitar que os Estados atinjam uma situação de insolvência financeira. A PEC 15/2015, que trata do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) também foi debatida no encontro. Outro assunto que ocupou espaço foi a  mobilização do presidente da República, Jair Bolsonaro, que estimulou aos estados isentarem o ICMS dos combustíveis. Os governadores descreveram as situações financeiras que se encontram e a repercussão frente a uma renúncia significativa de receitas. Durante a reunião foi feito convite ao ministro da Economia Paulo Guedes para esclarecer as dúvidas quanto à forma com que o governo federal fará sua renúncia e as dificuldades que as unidades federativas terão. Prontamente o ministro se encaminhou ao prédio do Banco do Brasil, em Brasília, onde aconteceu o evento e respondeu as perguntas dos governadores.

ESTRADA DA PENAL TEM MANUTENÇÃO EMERGENCIAL REALIZADA

Com a liberação legal para manutenção da Estrada da Penal, na segunda-feira (10), a equipe da 13ª Residência Regional do DER iniciou os serviços de encascalhamento, limpeza lateral e reconformação da plataforma para elevação da pista. Com técnica e cascalho de qualidade, os serviços já foram finalizados pelo DER, garantindo assim, trafegabilidade com qualidade aos moradores que dependem rotineiramente da via. Assim desapareceram inúmeros gargalos que impediam a execução dos serviços realizados pela empresa contratada em 2017 para pavimentação da Estrada da Penal, localizada na RO-005, em Porto Velho, que, só agora,  estão sendo solucionados pelo Departamento de Estradas de Rodagem, infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO). Entre os problemas, um trecho de mil metros, logo após a curva do cotovelo, que encontrava-se bastante danificado pelas chuvas. Com a equipe jurídica do DER conseguindo o parecer legal para liberação da entrada das máquinas no local foi feita a execução da manutenção emergencial da estrada.  

CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO AMAZONAS É MENOR QUE A MÉDIA NACIONAL 

O INCC (Índice Nacional de Construção Civil) do Amazonas, em janeiro,  perdeu força e pontuou 0,05% e se manteve abaixo da média nacional (+0,30%), que seguiu trajetória de alta. Com isso, o valor do metro quadrado no Estado subiu para R$ 1.145,69, sendo R$ 634,07 relativos a materiais e R$ 511,62 oriundos da mão-de-obra, segundo a mais recente pesquisa do IBGE/ Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil). Como o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pontuou 0,21% em janeiro, conforme o IBGE, a variação dos preços foi inferior às taxas de dezembro (1,15%) e a janeiro de 2019 (0,32%). De forma que o custo da construção civil do Amazonas situou-se em um patamar abaixo da inflação oficial do período.  O aumento menor de janeiro fez o Estado cair de sexto para 20º lugar no ranking nacional de maiores custos da atividade. Mato Grosso (+1,39%), Tocantins (+1,21%) e Ceará (+1,18%) ocuparam os primeiros lugares. Distrito Federal (-0,24%), Paraná (-0,12%) e Santa Catarina (-0,09%) ficaram no fim de uma lista com seis resultados negativos e uma ocorrência de estabilidade (São Paulo).

PARA NÃO SER IMPORTUNADO É PRECISO SE CADASTRAR 

Os aposentados e pensionistas que não quiserem mais receber ligações com ofertas de crédito consignado podem se cadastrar no serviço Não Perturbe dos bancos, que já funciona desd’o último dia  2, mas, será preciso cadastrar no site do serviço os telefones fixos ou móveis vinculados ao número do CPF. O bloqueio passa a valer 30 dias depois do procedimento, quando os bancos que aderiram ao sistema param de fazer chamadas telefônicas com as ofertas de empréstimos. Somente  23 bancos aderiram ao serviço, que integra uma iniciativa de autorregulação do setor bancário promovida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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