Teia Digital

Governo Federal cria o banqueiro individual – Por Sílvio Persivo

Talvez a verdade não seja possível nem mesmo para os poetas. “Eis a definição das coisas que amo: são aquelas de que não falo” (Francis Ponge).

1ª RONDÔNIA FEIRA SHOW DE GASTRONOMIA E NEGÓCIOS

O Centro de Convenções Soraia Vilela (Sesi Clube), em Porto Velho, sedia de 5 a 8 de junho, a 1ª. Rondônia Feira Show de Gastronomia e Negócios – Internacional. A solenidade de abertura acontece nesta quarta-feira, 5, a partir das 19h30, com a presença dos organizadores, empresários, autoridades, dentre outros convidados. Com o tema “Do Tradicional às Novidades da Alimentação” o evento traz programação direcionada à empresas e profissionais do segmento de alimentação industrial e agrícola, que operam no mercado nacional e internacional. A Feira conta com apoio do Sindicato das Indústrias de Panificação de Rondônia (Sindipan-RO), que terá o Espaço Empresarial Sindipan-RO, onde serão realizadas aulas show ministradas por profissionais e consultores da panificação e confeitaria.  O professor de Panificação e Confeitaria do Senai-RO, Cleiton Guimarães Passos vai ministrar duas aulas show. A primeira sobre Pães e Ervas (segundo dia da feira – das 15 às 17, e das 17 às 21 horas). A segunda, sobre Pães e recheios (terceiro dia – das 15 às 17, e das 17 às 21 horas). Também participarão o professor e consultor Eloy Alcântara (aula show Sabores da Amazônia) e psicóloga comportamental, Gláucia Linhares (O poder da alta performance para empreendedores). Na quinta-feira, 6, das 14 às 21 horas, será realizada visita exclusiva para portadores de CNPJ, MEI e Autônomos do setor de alimentação. Nos dias 7 e 8, das 14 às 21 horas, a feira abre para visitação do público em geral. Para o presidente do Sindipan-RO e vice-presidente de Assuntos Sociais do Sistema Fiero, José Balbino Nascimento, o diferencial é trazer a prata da casa para abordar temas voltados à gastronomia e as novas tendências deste setor. Além do Sindipan-RO, a feira tem a parceria da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Rondônia (ABRASEL/RO), o Sindicato do Comércio Atacadista de Rondônia (SINGARO) e Associação Brasileira das Agências de Viagens em Rondônia (ABAV/RO).  

EMPREENDEDORISMO PARA INOVAÇÃO SOCIAL

O Grupo de Pesquisa em Gestão da Inovação e Tecnologia (GEITEC) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em parceria com o Departamento de Ação Social da Primeira Igreja Batista de Porto Velho, realizará no mês de junho de 2019 a Oficina de Empreendedorismo para a Inovação Social e Sustentabilidade. A Oficina tem o objetivo geral de desenvolver competências e habilidades para o empreendedorismo, junto a indivíduos de comunidades carentes, visando seu empoderamento, geração de emprego, renda com sustentabilidade e inovação social. A solenidade de abertura da Oficina GEITEC de Empreendedorismo para a Inovação Social e Sustentabilidade ocorrerá no dia 8 de junho de 2019, às 8h30, na Faculdade São Lucas, Campus 2 (Antiga ULBRA), na Rua João Goulart, 666, Bairro Mato Grosso, em Porto Velho.

LEI DO DISTRATO FOI POSITIVA PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO DO AMAZONAS

A Lei nº 13.786, de 27 de dezembro de 2018, com o objetivo de, no ano de 2019, servir como um marco legal para os contratos de alienação de imóveis “na planta”, denominada de  Lei do Distrato, motivou a queda de 18% na extinção de contratos de imóveis adquiridos na planta no Amazonas. É o que confirmam a Ademi-AM (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Amazonas e o Sinduscon-AM (Sindicato da Indústria da Construção Civil). Os representantes do setor consideram a regulamentação do distrato como positiva para o mercado. Os empresários afirmam que a nova legislação trouxe um novo fôlego para o mercado imobiliário uma vez que a indústria sofreu um baque com grande número de contratos desfeitos, chegando a 50% em 2018, e com ações indenizatórias exorbitantes num período econômico nada favorável. Para o presidente da Ademi-AM, Albano Maximo, a indústria voltou a ficar confiante depois da queda nos números de distratos nos últimos meses.

GOVERNO CRIA O BANQUEIRO INDIVIDUAL

Um novo modelo de negócios foi autorizado pelo governo há pouco mais de um mês, a Empresa Simples de Crédito (ESC), que já conta com 25 iniciativas pelo Brasil.  Também denominado de “banqueiro individual” é uma modalidade que permite a qualquer pessoa formalizada poder emprestar dinheiro para micro e pequenas empresas. O empréstimo é feito com juros, mas, sem a regulação do Banco Central. A iniciativa é muito positiva na medida em que facilita maior acesso dos micro e pequenos empresários a recursos que não poderiam ter no sistema bancário e deve resultar em mais dinheiro na mão do pequeno empreendedor, que, mesmo representando 99% das empresas privadas do País, tem dificuldades para conseguir capital com grandes bancos. Na prática, hoje, as empresas que serão clientes deste tipo de microcrédito são, hoje, reféns da concessão de crédito. Muitas acabam buscando empréstimos em financeiras, que cobram juros de 5% a 8% ao mês. Com a ESC se pode cobrar, no mínimo, metade dessas taxas de juros. As primeiras empresas estão praticando juros de 3,5%, o que deve baixar com o aumento da concorrência. Para o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, a medida é muito bem vinda tendo em vista que “O microcrédito é uma coisa que se fala tanto e se consegue pouco, porque a burocracia dos sistemas torna o custo da operação insuportável”. A ESC vem preencher esta lacuna baixando o custo das operações.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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