Teia Digital

Brasileiro trabalha 153 dias para pagar impostos – Por Sílvio Persivo

O todo complicado. “A modernidade é o transitório, o efêmero, o contingente, é a metade da arte, sendo a outra metade o eterno e o imutável” (Charles Baudelaire).

V GINCANA ESTADUAL DE ECONOMIA

O Conselho Regional de Economia de Rondônia, com o apoio do COFECON e Universidade Federal de Rondônia – UNIR realizou, nos dias 05 e 06 de junho, a V Gincana Estadual de Economia. A disputa ocorreu na UNIR Campus, com a participação de 4 duplas do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia, obtendo o seguinte resultado: 1º lugar: Carla Caroline Soares dos Santos e Mariana Silveira de Oliveira; 2º lugar: Vanessa Cruz de Souza e Thaiane Cristino de Souza; 3º lugar: Rita de Cássia Ferreira Dantas e Barbara Suelen Rocha Rangel; e 4º lugar: Anderson Pereira Rocha e Clara Santos de Oliveira Os participantes receberão medalhas de participação durante o evento “Semana do Economista 2019”, que será realizada em agosto, em Porto Velho/RO e a dupla vencedora participará da etapa Nacional, realizada pelo Conselho Federal de Economia, nos dias 15 e 16 de outubro de 2019, em Florianópolis/SC, por ocasião do XXIII Congresso Brasileiro de Economia – CBE 2019. A organização do evento foi feita pelos Economistas Manuel Antonio Valdés Borrero, o famoso professor Manolo,  e Alex Rilie Moreira Rodrigues.

ESBR REALIZOU 1º WORKSHOP DP PROJETO DE P& D “MANSONIA”

Com objetivo de desenvolver uma metodologia para o monitoramento da dinâmica comportamental do mosquito Mansonia ssp., a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau, realizou nos dias 14 e 15 de maio o 1º Workshop do Projeto de P&D “Mansonia”, no auditório do Bosque da Ciência no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus (AM).  Há poucos estudos sobre este grupo de mosquito, que existe na Amazônia há cerca de 140 milhões de anos e não há registros científicos que eles transmitam qualquer tipo de doença no Brasil. O evento reuniu pesquisadores, bolsistas e técnicos da Oikos Consultoria e Projetos, Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Universidade Federal do Acre (UFAC), Instituto Evandro Chagas (IEC), Instituto de Pesquisa em Patologias Tropicais (IPEPATRO), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e da Fundação Amazônica de Defesa da Biosfera (FDB). O 1º Workshop do Projeto P&D Mansonia teve por objetivo apresentar os resultados parciais obtidos e compartilhar informações adquiridas, além de difundir tecnologia e transferência de conhecimento entre a equipe do projeto e a comunidade científica. A Gerente do Projeto P&D Mansonia, Vânia Ferreira, informou que o projeto terá duração de três anos. “Este 1º workshop é muito importante para discutir os primeiros passos apresentados nas pesquisas que posteriormente poderão contribuir e auxiliar o poder público na elaboração de um protocolo específico para o mosquito”.

COM MENOS DINHEIRO CONSUMIDOR OPTA PELOS GENÉRICOS

No primeiro trimestre, os medicamentos genéricos lideraram o crescimento do setor farmacêutico com uma alta de 9,28% nas vendas, atingindo 356,7 milhões de unidades. Segundo os registros da Abradilan-Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos, os genéricos, na distribuição de segmentos dos produtos em março, por exemplo, representaram 43,4% das vendas dos associados. “Em unidades, o percentual é um pouco maior, de 44,6%”, afirma o presidente da entidade, Vinicius Andrade. O dirigente da Abradilan, que reúne 136 empresas distribuidoras de medicamentos e produtos de higiene pessoal e cosméticos, também disse que o primeiro trimestre foi de crescimento do mercado farmacêutico, apesar das dificuldades da economia. “O crescimento foi um pouco menor que nos últimos anos, porém, mesmo assim positivo”. Para a entidade, com a crise econômica e com o orçamento mais enxuto, muitas famílias optaram por medicamentos com valores mais acessíveis e por isto, os genéricos tiveram destaque nas vendas. Para Andrade, a economia do País irá se recuperar. “Com a retomada do crescimento econômico, o mercado farmacêutico também colherá as consequências positivas dessa aceleração, crescendo mais e, consequentemente, aumentando investimentos e gerando mais empregos.”

BRASILEIRO TRABALHA 153 DIAS PARA PAGAR IMPOSTOS

Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), somente a partir da última segunda-feira (3), passados 153 dias do início do ano, a população começa a utilizar seus salários em benefício próprio. De acordo com o IBPT, o brasileiro trabalha mais de cinco meses do ano para pagar impostos. O relatório explica que, ao longo dos anos, não apenas o peso dos impostos sobre o trabalho cresceu, como também o tempo necessário paga conseguir pagá-los também estão aumentando progressivamente. Em 1986, por exemplo, eram necessários 82 dias de trabalho para a quitação de impostos, número que alcançou os 153 dias em 2017. Para a advogada tributarista e vice-presidente do IBPT, Letícia Mary Fernandes do Amaral, “Se em 2003 o brasileiro destinou cerca de 36% de seu salário para pagar tributos, hoje ultrapassa os 41%”. Segundo Amaral, esses 153 dias necessários para ficar em dia com todos os tributos impostos pelo governo são reforçados pela corrupção.  Ou seja: desse tempo total, 29 dias servem para bancar perdas por desvio ou mal uso de verbas.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL –  JORNALISTA, PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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