Noticias

Governo estuda ‘FGTS’ para novos servidores sem estabilidade no cargo

Especial Brasília 60 anos. Sérgio Lima/Poder360 21.04.2020

Ideia é fornecer ‘proteção temporária’,  Suprir medida da reforma administrativa

O governo do presidente Jair Bolsonaro estuda propor uma “proteção temporária” para os novos servidores que, caso a reforma administrativa seja aprovada no Congresso, não tenham estabilidade no cargo.

A proposta consiste em criar 1 mecanismo semelhante ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas com regras específicas para o setor público. A informação foi divulgada por Caio de Andrade, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, e seu secretário-adjunto, Gleisson Rubin, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada nesta 4ª feira (9.set.2020).

No texto da reforma, enviado na última 5ª feira (3.set.2020) ao Congresso, o governo federal propôs o fim da estabilidade para parte dos novos servidores. As mudanças valerão para os funcionários dos Três Poderes da União (Executivo, Legislativo e Judiciário), Estados e municípios.

Essa é a 1ª fase da reforma. É uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), pois propõe alterações no texto constitucional. Outras mudanças serão sugeridas via projetos de lei. Leia mais sobre a proposta do governo aqui.

Em entrevista ao O Estado de S. Paulo, Gleisson Rubin disse que “é razoável que se pense em 1 mecanismo de proteção temporária que cumpra papel equivalente ao do FGTS, mas talvez seja uma figura específica para o serviço público”.

“A ideia é, sim, que essa relação tenha uma proximidade com contratações da iniciativa privada, mas sejam regradas por legislação específica”, disse Rubin.

O secretário-adjunto explicou que técnicos estão analisando os detalhes de uma legislação específica para os contratos por prazo indeterminado. Rubin descartou o risco de funcionários públicos serem demitidos como forma de retaliação. Ele falou que a lei vai estabelecer os casos específicos em que a demissão pode ser concretizada e que o texto enviado ao Congresso proíbe decisões com motivação político-partidária.

Para Andrade, o envio da reforma ao Congresso é “uma vitória”. “A última vez que foi enviada alguma coisa foi em 1998. Tem muito tempo”, disse.

Vamos insistir que a PEC [Proposta de Emenda à Constituição] não é só uma PEC para cortar e melhorar a performance dos salários, do custo da folha de pagamentos. Ela também faz isso. Mas é um instrumento de gestão. Tem uma série de coisas que impactam como podemos melhorar a gestão do país. A PEC atinge Estados e municípios”, falou o secretário.

Andrade disse que o governo admite ainda fazer mais mudanças. Dessa vez nas carreiras de servidores que já estão na ativa e que estariam de fora das alterações propostas na reforma administrativa. Entre elas, aumentar o número de degraus da carreira e, assim, atrasar o recebimento de salários maiores.

FONTE:  PODER 360

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]