Noticias

Governo abocanha hoje pelo menos R$ 5,8 bilhões do bolso do investidor

MOEDA15 - RJ - 14/04/2014 - MOEDA/REAL - ECONOMIA OE - Reprodução de notas de cem e cinquenta Rais. Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO

‘Come-cotas’ antecipa o imposto de renda de quem investe em fundos. A cifra arrecadada pelo governo é no mínimo R$ 600 milhões maior do que a Receita recolheu há seis meses

Lembra do Pac Man? O joguinho do “come-come”? Pois, ele chega nesta sexta-feira (31) no seu bolso. Com o nome de “come-cotas”, ele vai levar mais do que os fantasminhas para casa.

Em um cálculo conservador, pelo menos R$ 5,836 bilhões devem sair das contas dos investidores de fundos de renda fixa, DI, multimercado e cambiais hoje.

O come-cotas é o nome simpático para uma cobrança de imposto (nada simpática) e significa o pagamento antecipado de imposto de rendaque alguns fundos de investimentos possuem. Sim, o governo cobra o imposto antes mesmo de você embolsar o lucro. E os fundos de renda fixa, DIs, multimercados e cambiais estão sujeitos ao come-cotas.

Se você investe em algum fundo desse tipo, já coloque na sua agenda as datas de aparição do “come-come dinheiro” na sua vida. É no último dia útil dos meses de maio e novembro.

Sim, o abatimento no seu dinheiro é semestral e automático. Não tem como fugir.

Quanto isso rende ao governo?

No ano passado, a Receita Federal recolheu R$ 4,4 bilhões em come-cotas na 1ª “parcela”, em maio, e na 2ª “parcela” foi ainda maior, de R$ 5,2 bilhões.

Para o recolhimento de 31 de maio, pelo menos R$ 5,8 bilhões devem ser apurados pela Receita Federal. Ou seja, o governo deve embolsar no mínimo R$ 600 milhões a mais em imposto do que recolheu há seis meses.

O cálculo feito pelo Valor Investe leva em consideração os seguintes dados:

  • patrimônio líquido de R$ 1,276 trilhão em fundos de renda fixa, cambial e multimercado, segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais)
  • Rentabilidade de 3,05% do CDI (índice de referência de aplicações em renda fixa) nos últimos 6 meses
  • Estimativa de rendimento de R$ 38,911 bilhões
  • Alíquota do come-cotas de 15%
  • Estimativa de arrecadação de R$ 5,836 bilhões

Em linhas gerais, esse crescimento na arrecadação deve acontecer por dois motivos: tinha mais gente investindo e mais dinheiro aplicados nos fundos que são atingidos pelo come-cotas nos últimos seis meses.

E muitos desses fundos deram retorno positivo ao investidor. Afinal o imposto antecipado é sobre os ganhos dos investimentos. A diferença no come-cotas é que você paga imposto de renda antes mesmo de colocar os ganhos na sua conta.

Foi levado em consideração a rentabilidade do CDI que é, na maior parte desses fundos, a meta a ser batida pelos gestores.

Imposto antecipado?

A razão para muita gente reclamar do come-cotas é que, além de ser um imposto (algo que todo mundo já reclama mesmo), ele acaba corroendo uma parte da sua cota no fundo, ou seja, um “pedaço” do que você comprou do investimento.

Em português claro, a informação que aparece em seu extrato de investimentos é de que houve um resgate de cotas, mesmo sem você ter retirado um mísero real de lá. Não estranhe, é “só” o Pac Man (ops, o come-cotas) agindo.

“É ruim para o investidor porque ‘adianta’ uma parte do imposto de renda da pessoa e, por isso, o composto sobre o patrimônio inicial é sempre menor. O ponto crítico é que há uma redução de cotas do cliente”, diz Vitor Miziara, sócio da Criteria Investimentos.

Qual o tamanho do “beliscão”?

A alíquota cobrada é de 15% para fundos de longo prazo, com carteira formada por títulos com vencimento médio acima de 365 dias, e de 20% para fundos de curto prazo, com vencimento máximo de 365 dias.

O imposto de maio é cobrado com base no ganho acumulado desde dezembro. Já a cobrança de novembro incide sobre a rentabilidade registrada a partir de junho.

Se não houver ganho no período, não há cobrança de imposto via come-cotas.

A tabela de imposto de renda que incide sobre o ganho no momento do resgate do investimento é a regressiva, em que o tamanho da “mordida” diminui ao longo do tempo.

Quando o investidor decidir resgatar seus investimentos no fundo, o valor já pago no come-cotas será descontado do imposto de renda que ele irá pagar naquele momento de saída da aplicação.

Como fugir do come-cotas?

Uma aplicação sem come-cotas sempre vai ser mais vantajosa do que um investimento com imposto antecipado, avalia Marcelo d’Agosto, blogueiro do Valor Investe e consultor de investimentos com registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“O come-cotas atrapalha um pouco a rentabilidade quando comparado com outros investimentos que não têm essa cobrança”, diz Vitor Miziara.

Embora d’Agosto considere a diferença pequena mesmo no longo prazo – em 10 anos os ganhos de outro investimento que renda 6,50% ao ano (aa) e que não tenha o come-cotas é de apenas 0,21% ao ano superior -, há opções para quem quer evitar esse imposto.

Existem fundos de investimentos que não têm a incidência de come-cotas, como os fundos de ações. Já existe até fundos de ações sem taxas de administração, saiba mais aqui.

Os fundos de investimentos estão entre as aplicações financeiras mais procuradas por brasileiros, segundo a CVM. Mas eles também têm restrições e não são recomendados para todos os bolsos.

Os fundos de índice, os ETFs (uma sigla para Exchange Traded Fund), também são uma opção. Parece complicado, mas é bem simples entender.

Imagine que você vai ao supermercado e coloca no carrinho dois quilos de arroz, cinco tomates, seis quilos de carne e um abacaxi. Seu amigo te liga, você explica o que comprou e ele pede pra você comprar a mesma coisa pra ele. Se você comprar tudo da mesma marca e na mesma pesagem, vocês terão cestas exatamente iguais, não? Como se fossem espelhos.

O ETF segue o mesmo princípio. Ele espelha uma cesta de ativos, que pode ser, por exemplo, um índice ou um fundo. No Brasil, o ETF mais conhecido é o que replica o Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa de valores, a B3.

Mas já há opções de ETFs de renda fixa no Brasil, como o do Itaú, que tem uma cesta composta por títulos do Tesouro Nacional atrelados à inflação, e da gestora coreana Mirae Asset Global Investments, que tem como referência o índice “S&P/BM&F de Futuros de Taxas de Juros – DI 3 anos”.

Nós não vamos pagar nada

Tem investimento livre de impostos também. E no longo prazo a diferença entre eles e os fundos com cobrança de imposto é bem maior.

Um fundo com come-cotas que tenha rentabilidade de 6,50% ao ano (exatamente igual à taxa Selic), renderia 5,51% ao ano, ao longo de uma década, enquanto uma aplicação isenta, como LCI e LCA, que pague 90% do CDI (ou seja, abaixo da Selic) renderia 5,85% ao ano em 10 anos.

Vale lembrar que esses tipos de investimentos também costumam ser mais arriscados. Veja as opções disponíveis:

LCI e LCA

Esses dois conjuntos de letrinhas são siglas de investimentos de renda fixa que significam Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito Agrícola. São títulos de dívida que os bancos emitem e vendem a pessoas físicas.

Mas, fique atento. Há uma especulação de que o governo comandado pelo presidente Jair Bolsonaro, poderá tirar a LCI e a LCA da lista dos investimentos isentos. Acompanhe o Valor Investe para ficar sempre atualizado.

Entenda mais sobre a LCI e a LCA e como investir nesses títulos em nossa matéria só sobre o assunto. Clique aqui.

CRI e CRA

Outra dupla de letrinhas que nada dizem, mas que podem ajudar quem procura um investimento de longo prazo e que renda mais que a poupança, o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) são bem parecidas com a LCI e a LCA.

Além de serem também investimentos de renda fixa, os dois são títulos de dívida que tem como destino final os setores imobiliário e agropecuário.

Entenda mais sobre o CRI e CRA e como investir nesses títulos em nossa matéria só sobre o assunto. Clique aqui.

Debêntures incentivadas

Da tradução do economês para o bom português, debêntures são títulos de dívida de empresas.

As debêntures incentivadas são papéis de dívida de empresas específicas – de infraestrutura (como estradas, aeroportos e portos) -, cujo setor o governo quer incentivar, daí o nome de debêntures incentivadas. Podem ser projetos de obras ou até serviços, mas com esse foco.

Algumas, inclusive, são chamadas de debêntures de infraestrutura. Há também a opção de investir em fundos de debêntures incentivadas, que compram diversos desses papéis (de várias empresas, projetos). Assim como os papéis isolados, os fundos não pagam imposto de renda.

Entenda mais sobre debêntures incentivadas e como investir neste títulos em nossa matéria só sobre o assunto. Clique aqui.

Fundos Imobiliários

Tem algumas regras para o investidor ser isento do imposto de renda nos rendimentos mensais dos fundos imobiliários. O fundo deve ser negociado em bolsa de valores e ter mais de 50 cotistas.

Essas são as duas principais regras. Além disso, o interessado não pode ter em seu nome mais de 10% do patrimônio do fundo.

Ações

Tem outras duas situações que você não paga imposto de renda, ambas ligadas a investimentos em ações.

Uma é quando recebe dividendos e quando você tem ganhos até R$ 20 mil ao mês, na venda de ações.

Dividendos – Uma ação é, na essência, uma fração de uma empresa negociada livremente no mercado (bolsa de valores, a B3 no Brasil). Quando você investe em ações, você pode ter dois rendimentos. Uma é a valorização da empresa (caso as ações subam e você consiga vender por um preço maior do que quando comprou) e a outra é quando a companhia tem lucro e distribui dividendos.

A maioria das empresas listadas na B3 distribuem aos acionistas (quem investe em ações) pelo menos 25% do lucro na forma de dividendos. O legal é que o IR sobre o lucro é cobrado diretamente das empresas e não dos investidores que compraram essas ações.

Venda de ações – Se você vender ações por um valor total de até R$ 20 mil apurado em um mês, por lei, você não terá desconto de imposto de renda. Se o valor de venda dos ativos somados ultrapassar R$ 20 mil, aí, meu filho, sinto muito, vai ter que pagar os impostos sobre o lucro (valor da venda menos o da compra do papel).

Agora que você já sabe que há outras opções isentas de imposto de renda, além da poupança, vale estudar os ativos e decidir qual poderia se encaixar mais na sua fase de vida e nos seus objetivos. Faça nosso teste sobre quais investimentos são mais indicados para você.

Você pode ver os detalhes de todas essas aplicações na nossa reportagem “8 investimentos isentos de imposto de renda“

FONTE: VALOR INVESTE

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.