Resenha Politica

Governador Marcos Rocha foi estratégico em não comprar das vacinas de empresa fantasma – Por Róbson Oliveira

FRAUDE 

Infelizmente a empresa que intermediou a aquisição das vacinas contra A Covid 19 era de fachada, uma estelionatária estabelecida para fraudar o erário. Quem defende a vida e torcia para que a prefeitura de Porto Velho conseguisse comprar o imunizador e vacinar a população do município lamentou e se decepcionou quando descobriu que o prefeito caiu no “conto do vigário”. O que torcia contra desde o anúncio, em razão da mesquinharia calhorda de ser oposição, vibrou e comemorou como se fosse um gol de copa do mundo, mesmo ciente de que pode ser a próxima vítima.

TRANSPARÊNCIA 

Esta coluna por diversas vezes elogiou a postura do prefeito Hildon Chaves na tentativa de comprar as vacinas. Somente as pessoas desprovidas de senso mínimo de humanidade torciam contra a chegada das vacinas. Com tantas vidas perdidas e milhões de pessoas com sequelas em razão da infecção, qualquer possibilidade de imunização em massa para conter a proliferação é um balsamo. Porém, a realidade se impõe exigindo que a prefeitura dê transparência total aos atos e tratativas que culminou com a tentativa de fraude, somente assim minimiza os estragos.

ALTERNATIVAS 

 A população espera que em razão da frustrada aquisição da Astrazeneca, através desses supostos golpistas, não desestimule o executivo municipal de continuar a tentativa de adquirir as vacinas. É verdade que no mercado não chovem doses disponíveis, conforme previu equivocadamente Pazzuelo, mas é preciso que o prefeito siga o exemplo dos governadores nordestinos, inclusive o nosso, e pegue carona no consórcio formado para a compra da Sputnik V. Passo a torcer que o caminho seguido por Marcos Rocha via consórcio seja exitoso para a imunização dos rondonienses.

PRECAUÇÃO 

Embora a tentativa de fraude na compra das vacinas não tenha lesado o erário, segundo o prefeito Chaves, haja vista que os recursos reservados para a compra permanecem sob a guarda do Banco Central, o fato em si é grave e merece uma apuração amiúde dos órgãos de persecução penal e dos sistemas de controle. Não podemos permitir que a tentativa de roubo dos recursos públicos destinados a salvar vidas deixe de individualizar as condutas de quem deu causa para que sejam punidos exemplarmente. Administrativamente o prefeito deveria também apurar a participação dos auxiliares responsáveis pelas tratativas dos contratos para que nenhuma dúvida paire sobre ele próprio. No mínimo faltou uma precaução mais apurada na avaliação da empresa responsável pela comercialização das vacinas. Não há como escamotear que houve erros, no mínimo.

ALERTA 

Pelos menos dois advogados haviam alertado à coluna dias atrás que a compra das vacinas feita pela prefeitura da capital era fraude. Jornalisticamente coube a este cabeça chata questionar diretamente ao chefe do executivo sobre tais suspeitas, o que fizemos. No entanto, os alertas deveriam ter servido para que este cabeça chata investigasse melhor a empresa fornecedora, o que infelizmente não ocorreu.

MEA CULPA 

Depois de trinta anos na labuta semanal do jornalismo percebemos que não aprendemos tudo o que achávamos que sabíamos e somos humildes o suficiente para reconhecer que o aprendizado é algo diário, inclusive pra se reinventar. Mas o alento fica por conta de que toda torcida em favor das vacinas registrada na coluna, sem as apurações de estilo, decorre do susto que este cabeça chata passou em razão de dezessete dias internado devido à infecção contraída por este maldito vírus. Só pode ter sido as sequelas a negligência de uma investigação jornalística antes das comemorações.  Os advogados já cobraram de mim mea culpa, o que faço neste instante.

ESTRATÉGICO 

Quando Hildon Chaves anunciou que iria comprar as 400 mil doses de vacinas a notícia correu o estado feito rastro de pólvora com estrondo suficiente para atingir os demais prefeitos e o governador que, naquele momento, permaneciam inertes aguardando tão somente as doses prometidas pelo Ministério da Saúde. O prefeito da capital foi festejado nos quatro cantos de Rondônia, obrigando o governador Marcos Rocha a se mexer e tentar também melhorar a imunização dos rondonienses.

QUEIMAÇÃO 

Por várias vezes esta coluna criticou a lentidão de Rocha e sua dubiedade em relação às medidas de prevenção para conter a proliferação do corona, mas hoje reconhecemos que ele foi estratégico em anunciar sem estrondos ou fogaréu que estaria adquirindo a Sputnik V, vacina russa que os bolsonaristas tanto demonizaram. Marcos Rocha, militar de formação, evitou ser vítima da própria pólvora, a mesma que agora queima o eventual adversário.

FÊNIX 

A despeito das críticas que momentaneamente enfrenta é preciso reconhecer que Hildon Chaves é um político que a sorte sempre bateu em sua porta quando todos juravam que ele era uma nuvem passageira. A pecha de incompetente não lhe cai bem e quem achar que ele vai ficar acuado com os fatos negativos que redundaram na descoberta deste ‘conto das vacinas’, pode tirar o cavalo da chuva. Em contato com a coluna, avaliou os estragos e reafirmou a disposição de procurar a qualquer custo comprar outras vacinas que eventualmente estiverem disponíveis. Se conseguir, independentemente do ocorrido, cumprirá a promessa de imunizar os portovelhenses com a rapidez que todos almejam. Não será a primeira vez que renascerá das cinzas. A coluna continua torcendo pela vida.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA  –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense. O jornal se reserva no direito de manter a opinião dos articulistas integralmente, sem intervenções. Entretanto, o conteúdo apresentado na seção  é de inteira responsabilidade de seus autores.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by