Direto de Rolim

Faltando ainda 21 meses para as eleições 2022, as ambições políticas já estão andando a todo vapor – Por Fernando Garcia

Sem sentido

A Federação de Futebol de Rondônia, já marcou a data da competição para iniciar em 14 de março, um absurdo, todos estão assistindo os horrores dessa doença mas fazem ouvidos moucos. A tendência é aumentar mais os casos da Covid 19, uma vez, que à aglomeração é fato, onde uma montoeira de gente mantém contato constante em razão da própria necessidade dentro de campo. Parece que os cartolas não estão assistindo os noticiários esportivos relativo ao futebol, onde centenas de atletas testam positivo dia-a-dia, como são atletas de grandes clubes do Brasil, os recursos financeiros desses clubes são totalmente diferentes das agremiações de Rondônia, o que facilita um atendimento médico rápido e considerado, fazendo exames a cada 24 horas.

Absurdo

Somos sabedores também, que quase cem por cento dessas equipes que participam do certame estadual, carecem de vários apoios, começando pelos patrocinadores que destinam na maioria das vezes em pecúnia, o que certamente a equipe ganha fôlego, numa competição que não dura quatro meses, mas, que gera despesas demasiadas e inquestionáveis. Como não é permitido a presença do torcedor nas arquibancadas, que contava sempre com um pequeno valor pelos ingressos cobrados, salvava o pagamento do juiz e seus auxiliares. Outra razão para o não prosseguimento da competição, foi a retirada de apoio da Eucatur, que durante esses 30 anos, sem dúvida foram suportes significantes no transporte dos atletas.

Insensíveis

É realmente inaceitável que uma faculdade de medicina, não agilize a formatura dos seus acadêmicos, quando o Estado de Rondônia, e toda sociedade clamam por falta de profissionais na rede pública de saúde. Com praticamente 40 novos médicos que poderiam estar na linha de frente, nesse momento crucial dos rondonienses, é triste observar a falta de interação da faculdade neste quesito. Quando poderia usar o discernimento e, facultar que os mesmos pudessem aplicar seus conhecimentos e, socorrer centenas de vidas nos corredores dos hospitais. Faltou senso também por parte da Justiça, pois, a lide em questão é considerada mínima possível, além de um momento propício que pode ser justificado que é a pandemia, lamentável.

Palavra grotesca

Gerou muitos comentários nas redes sociais, um pedido de consulta do presidente da Câmara de Vereadores, de Rolim de Moura, Claudinho da Cascalheira, ao advogado Dr. Lúcio Lacerda, advogado militante na cidade de Cacoal. O Claudinho, em seu pedido, já foi adiantando que a consulta seria no 0800, mas, se fosse cobrada já encerraria por ali o seu pedido. Ao que tudo indica, a conversa foi ventilada no privado, entretanto, descambou nos grupos de redes sociais, com resposta de Lúcio Lacerda, respondendo de forma ríspida, utilizando uma palavra fora do seu vasto conhecimento, pois, em seus debates em redes sociais demonstra muito recurso em seu vocabulário. Ademais, em outras colocações foi taxativo, quando diz que é um profissional e cobra os honorários e, pontuou que o pedido era totalmente antijurídico.

Falta de experiência

O presidente da Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, Claudinho da Cascalheira, até que demonstrou urbanidade na tentativa de consulta com o causídico, Lúcio Lacerda, embora, não precisasse de tanta descarga proferidas pelo o operador do direito, outrossim, acredito que serviu de exemplo para o presidente Cascalheira, que tem ao seu dispor um procurador na Casa de Leis, Dr. Jorge Galindo, onde ele e os demais edis pudessem dirimir as dúvidas quanto ao assunto pertinente. Toda essa celeuma aconteceu, porque o presidente extrapolou um assunto que poderia ser solucionado dentro do próprio palácio Jorge Teixeira, buscando a opinião do procurador Dr. Jorge Galindo, mas, preferiu trazer à baila um assunto exclusivo e pertinente a sua assessoria, que por sinal, está ali para orientar não somente ao presidente, mais quaisquer um dos parlamentares mirins.

Se mexendo

Faltando ainda 21 meses para as eleições 2022, as ambições políticas já estão andando a todo vapor, como sempre, nomes de pretensos candidatos de Rolim de Moura, começa a mexer no tabuleiro político estadual, mesmo, a maioria tendo recebido cartões vermelhos nas eleições passadas. O ex-senador Ivo Cassol, ainda aposta numa reviravolta dentro do arcabouço jurídico e, quitar suas pendências eleitorais, sua pretensão caso tenha decisão favorável, seria alavancar candidatura rumo ao governo do Estado. Se eleger, bateria o recorde como governador eleito, situação em que se encaixa também o atual senador e ex-governador Confúcio Moura.

Especulações

Já o ex-senador Expedito Júnior, apesar de não ter alcançado seus objetivos nas últimas eleições, para o cargo de Governador, continua buscando seu arco de alianças, mas, não sabe mesmo de forma convicta quais são as suas pretensões, vivendo situações idênticas das eleições de 2018. Os articulistas e amigos mais próximos, sempre confeccionam duas supostas candidaturas, ora ao Senado ora ao Governo do Estado, vivenciando sempre no campo das especulações, uma vez, que o nome pronunciado para o governo de Rondônia, seria o senador Marcos Rogério, que faria o papel de retribuição para Expedito Júnior, só esqueceram que neste caso seria uma condição bem equidistante, comparando o apoio recebido de Expedito Júnior, que sem dúvida tem certo domínio eleitoral no interior, o que possibilitou ascender o nome de Marcos Rogério.

Mais provável

O Senador Marcos Rogério, possui um mandato de quase seis anos, entretanto, estamos falando de liderança política para que possa contribuir de forma satisfatória na transferência desses votos e, o local mais cobiçado para Expedito Júnior, sem sombras de dúvidas, é a capital do Estado. Por esse ângulo, tudo dependerá desses dois anos de administração do prefeito Hildon Chaves, lógico, se não vier inventar de ser candidato também, o apoio de Hildon Chaves, no comando da maior cidade do Estado, será preponderante para a caminhada de Expedito Júnior, ao senado ou ao Governo de Rondônia.

Prometido

Considerando aos anos anteriores, as chuvas que cairam até o mês de janeiro em Rolim de Moura, podem até ser chamada de fortes neblinas. Pelo visto, São Pedro, está apenas aguardando um pouco para começar a despejar o Pirajá. A Secretaria Municipal de Obras Públicas, pode ir se preparando e fazendo aberturas e limpezas dos canais, pois as chuvas ainda estão por vir daqui pra frente. Como o ex-senador da República, Expedito Júnior, esteve reunido com os vereadores e depois com o prefeito Aldo Júlio, garantindo que o seu filho, deputado federal, Expedito Neto, vai alocar emendas para o setor de canalizações dos córregos e riachos, que permeiam vários pontos central da cidade de Rolim de Moura, com certeza vai amenizar bastante as enchentes e diminuir as doenças causadas por falta de cuidados com esses córregos, que sempre superlotam a rede pública de saúde.

Lembrados

Apesar de ausentes no município de Rolim de Moura, logo assim que perderam as eleições, os ex-deputados federais, Luiz Cláudio e Marinha Raupp, ainda são nomes que podem voltar à política, entretanto, basta que voltem a interagir com a população da Zona da Mata, região responsável pelas eleições de ambos em diversas oportunidades. Alguns ex-assessores da deputada Marinha Raupp, já comentaram que a mesma não quer saber mais de política, todavia, lembrando a célebre frase, de que a política só tem a porta da entrada, de modo, que os nomes deles ainda são bastantes lembrados devido suas atuações em carrear recursos para toda Zona da Mata. Rolim de Moura, em especial, está precisando muito desses recursos, principalmente para as áreas de canalizações e saneamento básico, setores altamente carentes na capital da Zona da Mata. Ultimamente, a deputada federal Jaqueline Cassol, trouxe algumas emendas, exclusivamente para atender mais ao Estado, portanto, o correto seria dirigir suas emendas que atendessem ao município de Rolim de Moura.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  JORNALISTA –  COLUNA PORTA ABERTA

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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