Teia Digital

Exposição de produtos internacionais na 7ª Rondônia Rural Show – Por Sílvio Persivo

Pensamento muito compartilhado por preguiçosos iguais a mim. “Não pratico esportes. Quando dá vontade, eu deito até ela passar” (Antônio Fagundes).  

FESTIVAL BRASIL SABOR 2018

Foi lançado, em Porto Velho, o Festival Brasil Sabor 2018, na última quinta-feira (17), no Terraço do Oscar Hotel Executive. A 13ª edição do evento, com o tema ‘Original do Brasil’, reúne 15 empresas da capital e se estende até o dia 3 de junho em todo o país. A principal ideia do Brasil Sabor é a de utilizar  ingredientes regionais, valorizar o preparo da “comida do lugar” e fomentar a originalidade na cozinha. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Valdir Vargas, os pratos que serão apresentados ao público foram desenvolvidos unicamente para atender o festival e são receitas feitas especialmente para este objetivo. “As cozinhas dos restaurantes participantes se envolveram de corpo e alma na criação de novas receitas. Quem vai ganhar com isso é o público que gosta de uma boa comida”. No festival deste ano, a Abrasel-RO conta com o apoio do Sindicato do Comercio de Hoteis Restaurantes e Bares (Sindihoteis) e do Conetur – Conselho Empresarial de Turismo por meio da Fecomércio-RO.

LANÇAMENTO DO CULTURA GERA FUTURO

No evento de lançamento do Programa Cultura Gera Futuro, do Ministério da Cultura, no Teatro Guaporé, em Porto Velho, o governador Daniel Pereira, nesta sexta-feira (18), anunciou que vai atualizar e sancionar a lei estadual de incentivo fiscal para a cultura.  Ele também informou que há recursos disponíveis para a construção da Cidade Cultura no local onde funcionou o parque de exposições da capital e falou sobre as iniciativas em andamento para fortalecer o turismo, apoiada pela Fiero e, em especial pela Fecomércio, através da internacionalização do Aeroporto Jorge Teixeira, e de obras para construção de um espaço para caminhadas ao lado dos trilhos da lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré. O lançamento do Programa Cultura Gera Futuro trouxe a Porto Velho o ministro Sérgio Sá Leitão, que fez uma apresentação da realizações de sua pasta.   Segundo o ministro, o programa está sendo lançado em todo o país e tem como meta a capacitação de recursos humanos para a área de cultura e o incentivo para que empresários invistam na área através de mecanismo como a Lei Rouanet. Rondônia ainda tem poucos projetos e poucos investimentos na área de cultura com os incentivos oferecidos pelo governo federal, segundo o ministro. “Está muito aquém do potencial existente aqui”. Sérgio Leitão apresentou números dos investimentos feitos na região e projetou que mais recursos serão aportados pelo ministério em Rondônia. Todavia, insistiu que as riquezas culturais da região são capazes de alavancar a participação estadual no ranking nacional deste tipo de produção. Para ilustrar a explanação, o ministro informou que as atividades de cultura e recreação são responsáveis por 2,6% do PIB brasileiro, gera 1 milhão de empregos diretos e contribui com mais de R$ 10 bilhões só em impostos federais. “É um campo aberto que deve ser explorado por vocês”, recomendou.

EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS INTERNACIONAIS NA 7ª RONDÔNIA RURAL SHOW

Com  a proximidade da 7ª Rondônia Rural Show, a Superintendência de Desenvolvimento e de Infraestrutura de Rondônia (Sedi) já tornou disponível a estrutura que vai abrigar negociadores e o público visitante da Feira. Denominado Espaço Empresarial e Internacional, a área possui 800 m², para instalação de 35 estandes e estrutura climatizada, que vai facilitar a efetivação de bons negócios. São esperados representantes de 10 países que desembarcarão em Ji-Paraná para conhecer produtos, serviços e boas práticas da efetivação de projetos e programas de governo que fazem com que Rondônia desponte positivamente no cenário econômico nacional. Os países que vão participar do Rondônia Rural Show também farão exposição do que produzem. A Coréia, por exemplo, apresentará um equipamento agrícola e um sistema inovador de asfalto. Um trecho do Espaço Empresarial e Internacional será asfaltado para demonstração da tecnologia utilizada para a realização do serviço. Os países africanos como, Beni irá expor tecidos e a Angola acenou interesse em produtos alimentícios como peixe e carne bovina.

A Bolívia, um maiores compradores de sementes e equipamentos agrícolas de Rondônia, também estará presente ao evento, para avaliar produtos e equipamentos que participarem da exposição. Empresários do Equador demonstraram interesse em conhecer a produção do café e as práticas de governo, como agricultura familiar. Já o embaixador da Alemanha, Georg Witschel visitará a comunidade Pomerana, em Espigão do Oeste, a maior comunidade pomerana da Amazônia Brasileira. Os pomeranos (em alemão: Pommern) fazem parte do povo alemão originário da Pomerânia, na região do Mar Báltico, entre as atuais Alemanha e Polônia.

CRESCE O EMPREGO INDUSTRIAL NO AMAZONAS

Mesmo com o aumento de 6,4% de contratações com carteira assinada na indústria do Amazonas, no primeiro trimestre do ano, a expectativa dos empresários continua cautelosa.  De acordo com o vice-presidente da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) Nelson Azevedo, a recuperação lenta da economia, ainda não refletiu nos empregos do PIM (Polo Industrial de Manaus) como se esperava,  principalmente com a interminável crise política que influencia de forma direta os investidores, gerando incertezas. Segundo afirmou “Os reflexos e os impactos positivos são significativos, mas, ainda pequenos. A alta nas contratações é positiva, mas, precisamos ser prudentes e cautelosos e não devemos alardear que a crise acabou. O cenário é bom, mas a crise ainda está presente a nível nacional e isso influencia os investidores, gerando incerteza e instabilidade”.

DÓLAR EM ALTA PELO SEXTO DIA

A cotação do dólar comercial continuou em alta nesta sexta-feira (18), completando o sexto dia de elevação.  A moeda americana atingiu a faixa de R$ 3,77, na maior cotação da manhã. Às 17h o dólar estava cotado a R$ 3,741, com uma alta de 1,06%. A alta do dólar ocorre depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidir manter os juros básicos da economia brasileira em 6,5% ao ano, na última quarta-feira (16), numa tentativa de lidar com a maior volatilidade internacional de capitais. A desvalorização do real também pode ter influenciado a decisão do BC de manter a taxa Selic no mesmo patamar, uma vez que dólar mais caro pode significar aumento da inflação no médio prazo, devido ao encarecimento de produtos e serviços importados em moeda estrangeira.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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