Teia Digital

Economia cresce, mas abaixo do esperado – Por Sílvio Persivo

E quanto mais passa o tempo mais difícil fica de levantar. “O Brasil é um homem que foi bêbado para a cama, dormiu tarde e mal, e precisa acordar bem cedo de manhã. Você tem que sacudi-lo, estapeá-lo. Se ficar fazendo festinha ele não levanta” (Carlos Lacerda).

EXPOSIÇÃO “POVOS DA FLORESTA E SEU HABITAT”

A exposição fotográfica “Povos da Floresta e seu Habitat”, do professor doutor Mário Roberto Venere, docente da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), está acontecendo no período de 16 a 18 de maio de 2018, na Sala BNDES da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo (USP). A exposição, que tem como curadora a professora doutora Maria Berenice Tourinho, ilustra povos característicos da Amazônia como ribeirinhos, quilombolas e indígenas em seu habitat, e integra a programação do Congresso Internacional de História na USP. O autor, Mário Venere, nasceu em Piracicaba (SP) e migrou para Rondônia em 1984, onde mora até hoje. Desde que aqui chegou, tem registrado imagens que retratam o estado e seu entorno característico. O material fotográfico que integra a exposição “Povos da Floresta e seu Habitat” é voltado aos temas: Cultura Amazônica – habitantes, transportes, costumes e artesanato; e Meio ambiente – fauna e flora. Dentre as diversas imagens que compõem a exposição, algumas foram feitas durante viagens realizadas pelo autor ao distrito de Calama e Vale do Guaporé/Mamoré, ambos em Rondônia.

SEXTAR É NA ALK

Não se esqueçam que, amanhã, sexta-feira, é dia de beber uma ?com os amigos, ouvir boa música? e se divertir em um ambiente agradável e aconchegante. Na ALK Distribuidora e Conveniência (Av. Engenheiro Anysio da Rocha Compasso -6040 (6,33 km)–Estrada da Penal) o som de Baaribu & Paulinho Batera. Imperdível.

INSS ANUNCIA ATENDIMENTO À DISTÂNCIA

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgando que, a partir de segunda (21), vai encurtar a distância entre o segurado e o benefício. Ao acessar o Meu INSS (inss.gov.br) ou ligar para o 135, ao invés de agendar uma data para ser atendido, o segurado receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento. A medida

vale inicialmente para os benefícios de Salário Maternidade e Aposentadoria por Idade urbanos. É o fim, aos poucos, do modelo convencional em que o segurado agenda uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Agora, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado para ir à agência do INSS. Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, à distância. Com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido em uma agência perto da sua residência. Além do mais, a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido. E com a ampliação da concessão automática, a tendência é que o tempo de análise dos benefícios seja reduzido, ou seja, os cidadãos poderão saber a resposta mais rapidamente. Em breve, outros benefícios também passarão a ser solicitados desta forma.

ARRAIAL GOURMET DO BURACO DO CANDIRU

Anunciado que, com menu do Chef Claúdio Gadelha, onde se destaca, entre outras iguarias o pato no tucupi, o vatapá, galinha picante, pastel de bacalhau e quibe com queijo temperado, no dia 09 de julho acontece o Arraial Goumert do Buraco do Candiru (Rua Guiana, 2863-Embratel). Já estão à venda as pulseiras que dão acesso ao Buffet Gourmet ao preço único de R$ 70,00. Lá se pode comer à vontade por este preço, mas, não se inclui as bebidas. Como sou um bom garfo não poderei faltar a esta comilança. Que tem ainda a mão da Kikó famosa pelas delícias que faz. É imperdível.

A INJUSTIÇA DOS ELEVADOS IMPOSTOS

Até esta quarta-feira (16 de maio), o impostômetro registrou R$ 900 bilhões arrecadados em todo Brasil. Em Rondônia, o valor ultrapassou R$ 3 bilhões. Já no Amazonas, o valor ultrapassou os R$ 10 bilhões, o que representa 1,24% do que foi recolhido em todo país. É um absurdo o que se paga de impostos, taxas e contribuições, mas, o pior é a nebulosidade (e até mesmo a ilegalidade) de certas cobranças e o baixo retorno que se têm. Também na hora de comprar não se sabe o real valor de um produto, nem quanto, realmente, o consumidor paga de imposto. O que se sabe é que, na hora de recolher, é do consumo que é retirado mais da metade do que é arrecadado pelo governo, e apenas 18% da renda. É um lado muito negativo, pois, os

produtos que compramos ficam muito mais caros. O exemplo é a compra de um videogame, onde 62% do valor é de imposto ou do combustível onde os postos reclamam que 50% é de imposto ou até mesmo dos veículos que possuem uma cobrança de cerca de 48%. De qualquer forma o imposto que se paga nos produtos é escondido no preço. O consumidor brasileiro não enxerga direito o que paga de imposto. E a culpa não é do empresário e sim do governo que o obriga a anexar esses valores no produto final. E como se trata de lei nem pode se negar, caso contrário arca com as consequências. É preciso mudar nosso sistema tributário, mas, como isto poderá ser feito, se a maioria dos que legislam favorecem as grandes empresas e seus interesses? De fato, como é mais simples e a resistência é menor a maior parte da arrecadação atinge a camada trabalhadora e não, como seria de se esperar, os mais ricos.

ECONOMIA CRESCE, MAS, ABAIXO DO ESPERADO

A atividade econômica brasileira cresceu 0,3% no 1º trimestre na comparação com o último trimestre do ano passado, com ajuste sazonal, segundo a Serasa Experian. Este número ficou acima do apurado somente em março, quando o índice marcou alta de 0,1% ante igual mês do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre de 2017, sem ajuste, o crescimento foi de 1,4%. O desempenho da economia foi menor do que a expectativa dos especialistas.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by