Teia Digital

Expoporto começa nesta Quarta-feira no dia de Aniversário de 105 anos de Porto Velho – Por Sílvio Persivo

Vou me valer do Albert Einstein. “É melhor você tentar algo, vê-lo não funcionar e aprender com isso, do que não fazer nada” (Mark Zuckerberg). 

ANIVERSÁRIO DE 105 ANOS DE PORTO VELHO 

Porto Velho completa 105 anos nesta quarta-feira (2). Criada oficialmente nesta data, a cidade já, de fato, existia anos antes, por causa da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM). Sua origem, portanto, se encontra nas instalações portuárias, ferroviárias e residenciais da EFMM, uma pequena vila que, hoje,  com o crescimento do Estado já ostenta uma população de mais de 500 mil habitantes e, apesar de ter perdido um imenso território para os novos municípios, continua a ter uma grande extensão, com uma área territorial de 34 mil km² (mais extenso que a Bélgica e Israel), sendo também o mais populoso município fronteiriço do Brasil. Porto Velho é, ainda, a única capital estadual brasileira que faz fronteira com outro país, sendo este a Bolívia, e é a capital brasileira com maior área territorial. É também o município mais populoso de Rondônia e o quarto mais populoso da Região Norte. Capital Nacional da Pesca Esportiva, com todos os problemas que possa ter, tem muito o que comemorar. Inclusive uma perspectiva de muito futuro. 

EXPOPORTO COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA 

Tudo se encontra, praticamente, pronto para a primeira edição da Exposição Agropecuária Festa Tecnológica de Porto Velho (ExpoPorto), o Parque dos Tanques deve receber cerca de 200 mil pessoas,  a partir desta quarta-feira (2), segundo estimativa da Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel). O governador Marcos Rocha fará a abertura solene. A ExpoPorto tem a proposta de resgatar a cultura da festa agropecuária em Porto Velho, apresentando tendas com artesanatos, alimentação, agroindústria, maquinário agrícola, vestuário, piscicultura, gados e cavalos, que compõem a diversidade de expositores que participarão dos cinco dias de evento, além de ter palestras que promoverão conhecimentos a respeito de técnicas da agricultura, como adubação e inseminação artificial animal. Todos os dias, grupos da região encerrarão a festa com show sertanejo e forró, valorizando a cultura local. E, a programação tem como atração principal o Rodeio 8 segundos, durante os cinco dias do evento, parte do circuito nacional de rodeios, com premiação proporcionada pela Federação Estadual de Rodeio de Rondônia.

ARRECADAÇÃO ESTADUAL DO AMAZONAS TEM PERSPECTIVA OTIMISTA PARA O FIM DE ANO 

A Sefaz do Amazonas (Secretaria de Estado da Fazenda do Estado do Amazonas) está otimista com  a arrecadação tributária dos próximos quatro meses e estima um ganho real de pelo menos 3% no recolhimento do acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2018. A previsão leva em consideração o passado, pois, segundo a diretora do Departamento de Arrecadação da Sefaz, Anny Karoliny Saraiva, “Em uma série histórica de dez anos, o segundo semestre representou em torno de 53% da arrecadação do ano inteiro e o primeiro respondeu pelos 47% restantes. Então, caso essa tendência se confirme, acreditamos que teremos esse crescimento como comportamento natural da arrecadação, até o final do ano”. Mas, para chegar ao resultado esperado será preciso mque a média de arrecadação nominal – que não leva em conta a inflação do período – seja em torno de 10% maior na comparação de cada um dos meses que faltam para fechar 2019 com seu correspondente do exercício anterior. A possibilidade é grande porque existem datas importantes para o comércio e a indústria nos próximos meses – a exemplo do Dia das Crianças, Black Friday e Natal –, com a perspectiva de expansão no recolhimento tributário sobre as vendas e a economia amazonense apresenta, este ano, indicadores melhores em meses recentes, a despeito do ziguezague em diversos setores importantes.

OS IDOSOS AUMENTAM O CONSUMO, SEGUNDO A KANTAR  

Segundo a Kantar, consultoria especializada em consumo, entre julho de 2017 e 2019, o país ganhou 1,2 milhão de novos lares com mais de 65 anos. Com este acréscimo a faixa etária dos idosos alcança um total de 9,4 milhões de lares brasileiros, entre eles,  64% têm entre 1 e 2 pessoas, 86% não têm crianças de até 12 anos e 38% têm carro. Além de menores, estas famílias têm uma renda média domiciliar mensal 9% maior do que o restante da população. Isto faz com que os idosos sejam a única faixa etária que mostra crescimento em consumo no Brasil. Neste cenário, os novos sêniores são um mercado com grande potencial de crescimento no futuro próximo. Apesar de todas as faixas etárias terem reduzido a frequência de compra de bens de consumo massivo (FMCG) nos últimos anos, atualmente, os idosos são o único target que apresentou crescimento em unidades (+2,1%), volume comprado (+0,6%) e valor desembolsado (+5,3%) nos últimos 12 meses terminados em julho deste ano.  E também gastam mais na compra de todas as categorias em comparação com a média geral da população, especialmente em higiene e beleza (+6,3%), bebidas (+7,3%) e commodities (+4,6%). No dia 1º de outubro, que marca o Dia Internacional do Idoso, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), o idoso brasileiro tem o que comemorar. De acordo com Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar, “Entre as pessoas maduras, 90% têm telefone celular, 45% acessam internet e 11% trabalham fora. Elas não se enxergam mais como idosas, por isso buscam produtos específicos e qualidade de vida”. 

REFORMA DA PREVIDÊNCIA APROVADA NA CCJ 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou por 17 votos a 9 a nova versão do relatório do senador Tasso Jereissati ( PSDB-CE ). Das 77 emendas apresentadas, o senador Tasso acatou apenas uma supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis. O texto manteve o impacto fiscal  previsto de R$ 876,6 bilhões em 10 anos.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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