Resenha Politica

Nome de Heverton Aguiar causa furor político, Ele pode vir ai -por Robson Oliveira

Nos bastidores políticos a lembrança do nome do ex-chefe do Ministério Público tem deixado os caciques com a pulga por trás da orelha por que houve receptividade nos meios sociais.

RETALIAÇÃO – O presidente Michel Temer ameaçou demitir dos cargos de confiança os indicados pelos deputados federais que votaram contra as reformas e cumpriu: nesta terça-feira no Diário Oficial da União consta o nome dos comissionados exonerados que foram indicados pelos deputados federais que se rebelaram contra as reformas, dos oitos parlamentares da bancada federal de Rondônia, apenas Expedito Neto (PSD) foi retaliado com a exoneração de um indicado para um cargo nos Correios, em Porto Velho.

INSURRETO – Ouvido pela coluna o deputado federal Expedito Neto (PSD) informou que já esperava a retaliação, pois foi avisado pelos líderes do governo. De acordo o parlamentar, é melhor perder a indicação do que a vergonha. E que vai manter a mesma posição contrária ao projeto de reforma da previdência. Neto é o único membro da bancada que tem declarado publicamente contrário às reformas, embora seja filiado a um partido da base governista.

PESQUISA – O instituto Datafolha foi às ruas pesquisar a reação das pessoas em relação às reformas e constatou que a maioria absoluta é contrária, em particular contra a reforma da previdência. Mesmo com índices tão altos de contrariedade, o governo Temer insiste em atropelar qualquer debate mais profundo sobre o assunto e votar na marra. Os parlamentares que sucumbirem à pressão do Planalto tendem a sucumbir nas urnas no próximo ano. Servidor público só não dá vitória a ninguém, mas ajuda muito na derrota com o barulho que faz. Quem viver verá!

EM VÃO – O Governo Federal está lançando nas mídias um bombardeio de peças publicitárias com a intenção de minimizar os estragos provocados com a rejeição às reformas. Uma tentativa, ao nosso ver, em vão, pois perdeu no início do debate esta proposta na mídia.

BLACKOUT – Nem todos os auxiliares do prefeito da capital possuem a mesma disposição que tem demonstrado Dr. Hildon Chaves nesses cinco primeiros meses de administração. É preciso que os secretários sejam tão rápidos nas soluções dos problemas quanto o chefe para que os problemas acumulados por anos de incompetência sejam resolvidos. Apesar das mudanças feitas no escalão municipal, saúde e iluminação pública continuam com os velhos problemas. Na Guaporé, por exemplo, metade da avenida está escura. Cinco meses já é tempo suficiente para que o munícipe possa enxergar uma luz no final e início de uma avenida. As UPAS, com filas enormes. Quem anda fazendo gol de placa é a área dos esportes.

ESPAÇO ALTERNATIVO – Mesmo o DER renovando as promessas da conclusão das obras do espaço alternativo – avenida que dá acesso ao aeroporto da Capital –  cada dia que passa o final dos serviços fica distante. É uma obra que vai provocar por muito tempo bastante barulho nos órgãos de controle.

OUTSIDER – Continua causando furor nos meios políticos o nome do ex- procurador-geral de Justiça, Héverton Aguiar, para a disputa de um cargo majoritário em 2018. Em entrevista concedida ao site Rondônia Dinâmica, o promotor não descartou a possibilidade de colocar o nome para o governo ou senado. Embora tenha despistado que este não é seu projeto pessoal. Nos bastidores políticos a lembrança do nome do ex-chefe do Ministério Público tem deixado os caciques com a pulga por trás da orelha por que houve receptividade nos meios sociais. Apesar de que uma disputa majoritária é um jogo bruto que o promotor desconhece os seus meandros.

PESQUISA – Este cabeça chata iniciou uma pesquisa quantitativa/qualitativa para captar a radiografia política dos dez principais municípios de Rondônia. Começamos a aferir pela Capital como andam nossas autoridades, as instituições e os eventuais futuros candidatos ao Governo, Senado, deputado federal e estadual. Além de averiguar a situação dos nossos alcaides. Dados preliminares (dois bairros conclusos) indicam que o que foi publicado por aí pode ser lorota. Aguardem!

OAB/RO – Uma grande conferência de advogados está sendo preparada pela Seccional de Rondônia nos dias 1,2 e 3 de junho. Pelos debatedores convidados, Luiz Flávio Gomes, Roberto Podoval e José Hélio Chaves de Oliveira, entre outros, o evento tende a ser um grande sucesso. Especialmente na área penal com três juristas com características garantistas num momento juridicamente conturbado em que o Processo Penal tem sido relegado às calendas.

VIOLÊNCIA – Aumentou exponencialmente a violência no campo nos últimos doze meses com vidas sendo ceifadas pela desmensurada ambição dos pretensos detentores de terra. A política adotada pelo governo federal é claramente tendenciosa em favor do latifúndio e trata os camponeses e índios como marginais. Há um contingente também enorme da população que faz coro nessa onda contra os movimentos sociais, mas não veem que reproduzem um sistema perverso de ocupação do solo que visa única e exclusivamente a exploração dos recursos naturais à força. Quem defende uma política agrária digna é igualmente insultado por um magote de chuço a serviço da mão do verdugo.

ARIGÓ – Nos céus de Rondônia há muito mais que avião…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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