Esporte

“Exige-se plausibilidade nas alegações. Nenhuma das situações está demonstrada”, diz relator da matéria no TJ

Relembrando

Em 2011 tomava posse como Procurador Geral do Ministério Público o promotor de Justiça Héverton Alves de Aguiar, e o Ministério Público de Rondônia saía de uma letargia que durava alguns anos. Eleito com 88 votos contra 43 do segundo colocado, Héverton não disse muito quando assumiu, mas começou a fazer. No mesmo ano o MP deflagrou uma das maiores operações policiais de Rondônia, com o apoio da Polícia Federal, a Termópilas desarticulou um esquema envolvendo o legislativo e o executivo e era o pontapé inicial em uma série de outras ações do Ministério Público.

Em pouco menos

De 3 anos, Héverton Aguiar conseguiu dar visibilidade e credibilidade a uma instituição que até então era duramente criticada pela imprensa e pela sociedade devido a omissão em questões relevantes. Foi na gestão de Aguiar que a suposta organização criminosa que agia na prefeitura da Capital foi desarticulada, mandando para a cadeia o então prefeito Roberto Eduardo Sobrinho e vários secretários municipais, que agora respondem a ações na justiça. Também foi pelas mãos de Aguiar que o Ministério Público atuou em diversos municípios e até no SEBRAE de Rondônia.

Agora

Em 15 de maio de 2015, Aguiar deixa o comando do Ministério Público. Ele já foi reconduzido ao cargo e a legislação não permite uma terceira reeleição, o que é uma pena. O processo eleitoral do MP inicia no fim deste ano e só nos resta torcer para que o sucessor de Héverton Aguiar tenha o mesmo empenho, e não permita que o Ministério Público adormeça novamente.

Caótico

Um míssil derrubou um avião da Malaysa Airlines nesta quinta-feira com 295 pessoas a bordo, quando a aeronave sobrevoava o espaço aéreo na Ucrânia. O atentado foi confirmado por agências de inteligência de vários países e agrava o delicado equilíbrio na região. Ao mesmo tempo, Israel iniciou nesta quinta-feira uma invasão terrestre na faixa de Gaza, atacando palestinos. Nos últimos meses, várias crises estão se agravando em diversas regiões do planeta e a recessão em alguns países da Europa acende uma luz vermelha na geopolítica mundial. Especialistas alertam para um conflito de grandes proporções e vamos torcer para que estejam errados.

Enquanto isso

No Tribunal de Justiça de Rondônia tramita a Ação Civil Pública 0004080-21.2014.8.22.0004, que pede, entre outras, o afastamento do prefeito de Ouro Preto do Oeste Alex Testoni do cargo. Para o juiz Jose Antonio Barretto, da 1ª Vara Cível, relator do processo, “o autor não apresenta qualquer prova efetiva de suas acusações.Ademais, a liminar que pede é no sentido de determinar à Prefeitura do Município de Ouro Preto do Oeste a nulidade do convênio firmado e todos os atos advindos do mesmo (sic).Evidente que a nulidade de um ato administrativo (contrato, convênio etc) não é passível de determinação de nulidade, mas sim, quando for o caso, de declaração de nulidade, e essa declaração pressupõe efetiva comprovação dos vícios.Observo que o convênio em questão envolve o Estado de Rondônia, pessoa jurídica de direito público interno não incluída pelo autor na ação.Também pede o afastamento imediato do réu Juan Alex do cargo de prefeito.Não é o caso, pois o afastamento de detentor de mandato decorrente de escolha popular é medida excepcional e somente justificável quando patente o risco gerado por sua permanência; além disso, exige-se plausibilidade nas alegações. Nenhuma das situações está demonstrada.” O ex-secretário de Obras do governo, Lúcio Mosquini também é réu na Ação.

R$ 2,7 milhões

Foi o valor repassado pelo governo do Estado através da Secretaria de Agricultura para feiras agropecuárias. O Ministério Público está de olho. E o Tribunal de Contas também. Foi instaurado um procedimento de tomada de contas para apurar o repasse de quase R$ 2 milhões pagos ano passado a uma emissora de TV que fez a “cobertura” do arraial Flor do Maracujá, em Porto Velho.

A pergunta é…

Se a emissora é de propriedade privada, vende espaços publicitários para sua programação, qual o interesse público para que o governo pague um volume tão grande de dinheiro? O que justifica tal medida? Tomada de contas é pouco…

Abriu mão

O grupo político comandado pelo senador Ivo Cassol abriu mão do Solidariedade (SDD) em sua coligação. A legenda, cuja situação ainda não foi resolvida, estava compondo duas coligações, a de Cassol e a de Expedito Júnior. Mas a “generosidade” de Ivo tem um motivo, material de campanha.

Explico

No material publicitário dos candidatos majoritários, obrigatoriamente tem que aparecer o nome da coligação e os partidos que a compõe. Como o Solidariedade não fica com Cassol de jeito nenhum (ou vai sozinho ou com Expedito), não tem como ele aparecer no material de campanha de Jaqueline e Ivone. Se as peças contivessem o nome do SDD (como aparecia no sistema do TRE), elas deveriam ser recolhidas e corrigidas. Então, para não ter esse trabalho, Cassol preferiu deixar para lá.

Porém

O estrago foi feito. A manobra atrasa e complica a vida dos candidatos do SDD, entre eles Expedito Netto, filho de Júnior. Mas nos próximos dias a situação deverá estar resolvida. A probabilidade maior é de que a legenda componha a coligação de Expedito Júnior.

Corrida presidencial

Pesquisa do Instituto Datafolha sobre as intenções de voto para as eleições à presidência da República, divulgada na noite desta quinta-feira (17), mostra pela primeira vez o candidato do PSDB, Aécio Neves, tecnicamente empatado com Dilma Rousseff (PT) caso ocorra um eventual segundo turno. De acordo com o levantamento, que ouviu 5.377 eleitores em 223 municípios brasileiros entre terça (15) e quarta-feira (16), se a fase derradeira do pleito fosse disputada hoje Dilma teria 44% dos votos e Aécio, 40%. Como existe uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário teria os dois empatados. O Datafolha também analisou a possibilidade de um eventual segundo turno disputado entre a petista e o candidato do PSB, Eduardo Campos. Mais uma vez, a diferença entre Dilma e um rival diminuiu notadamente, ainda que desse a ela a vitória, com 45% dos votos – o ex-governador de Pernambuco contaria com 38%. A diferença entre a oposição e a presidente é a menor desde que foi iniciada pelo instituto a série de pesquisas para as eleições 2014, em agosto do ano passado. Comparado ao último levantamento, divulgado no início deste mês, no primeiro turno Dilma caiu de 38% para 36%, Aécio manteve seus 20% e Campos foi de 9% para 8%. Como os rivais somam 36%, mesma porcentagem de votos da petista, ainda não é possível avaliar se haveria segundo turno.

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Remédios para asma afetam o crescimento das crianças

Duas novas revisões de estudos da publicados pela Biblioteca Cochrane envolvendo corticoides inalados — as bombinhas usadas por quem sofre de asma — sugerem que estes medicamentos afetam o crescimento das crianças. Uma revisão estudou os efeitos dessas drogas no crescimento quando comparadas com placebos e não esteroides, enquanto outra ficou concentrado nas doses dos medicamentos. A primeira revisão sistemática examinou os resultados de 25 pesquisas com 8.471 crianças com asma de suave a moderada. Dos 25 estudos, 14 envolvendo 5.717 crianças mediu o crescimento durante um ano. A maioria dos corticoides inalados foram testados e os resultados sugeriram que eles suprimiam o crescimento, quando comparados com placebos e drogas não esteroides. A segunda revisão sistemática investigou os resultados de 22 pesquisas nas quais as crianças asmáticas eram tratadas com doses baixas ou médias de corticoide inalado. Dos 22 estudos, apenas três seguiram 728 crianças por um ano ou mais. Um desses estudos também testou três doses diferentes da droga. Nos três estudos que seguiram os participantes por um ano ou mais, as doses baixas melhoraram o crescimento em 0,25 cm por ano.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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