Resenha Politica

Exemplo dado por Hildon Chaves fez com que Marcos Rocha se movesse e seguisse o mesmo caminho – Por Róbson Oliveira

O exemplo dado por Hildon Chaves fez com que Marcos Rocha se movesse e seguisse o mesmo caminho. A população agradece. Vacinas, já! 

2022 

Ao subir o tom das críticas contra a administração estadual e a municipal da capital em defesa das providências para conter o coronavírus, o deputado federal Léo Moares (Podemos) sinaliza que tem interesse de entrar na disputa eleitoral para substituir o coronel Marcos Rocha (sem partido). É o parlamentar da bancada federal mais bem avaliado que se prepara para voos mais altos. Embora tenha desistido de disputar as eleições municipais da capital por razões ainda não bem claras, não é um político de se acuar quando decide encarar um embate. No segundo semestre, quando todos esperam (e oram)  que a pandemia esteja mais controlada com a vacinação, as eleições de 2022 assumem o protagonismo. O que é natural.

VACINAÇÃO

É um bálsamo a informação de que o Governo de Rondônia esteja prestes a adquirir um milhão de doses de vacinas – Sputnik V – da Rússia. Ainda comprada por um governador que seguia fielmente as (des) orientações do Governo Federal em desqualificar imunizantes oriundos de países ideologicamente de “esquerda”. Com mais as quatrocentas mil doses anunciadas semanas atrás pelo prefeito da capital, em poucos meses os rondonienses estarão bem servidos na vacinação para melhorar o percentual risível que hoje temos de vacinados.

PLANO 

Mesmo que as vacinas a serem compradas pelo Governo de Rondônia e pela Prefeitura da Capital sejam incluídas no Plano Nacional de Imunização, as aquisições não perdem a importância para os rondonienses, visto que outros governadores estão também adquirindo e o que todos esperam é uma imunização em massa que diminua o mais rápido possível os percentuais de mortos.

ANVISA 

A vacina Russa (Sputnik V) não possui ainda autorização da ANVISA para que seja utilizada no Brasil. Isto não significa que as tratativas de comercialização fiquem paralisadas aguardando os trâmites legais, ao contrário, uma coisa não inviabiliza a outra. Quando receber a certificação da agência reguladora brasileira, o que ocorrerá em breve, a burocracia internacional exigida nesses negócios estará avançada. O que evita atrasos na agenda de vacinação estabelecidas pelos governadores. O exemplo dado por Hildon Chaves fez com que Marcos Rocha se movesse e seguisse o mesmo caminho. A população agradece. Vacinas, já!

MORTES 

É assustador o números de óbitos em Rondônia nas duas últimas semanas, em razão da Covid-19. A média diária tem ultrapassado a casa dos cinquentas mortos, inclusive alcançado os sessenta. Não há pessoa no estado que não conheça alguém que teve a vida abreviada pelo vírus. E cada dia o número de óbitos tem crescido. E o sistema de saúde público e privado colapsado. Aliás, é tanta gente infectada que nenhum sistema se sustenta. Seja aqui, seja alhures.

LOCKDOWN 

Há uma desinformação em relação aos efeitos do lockdown na pandemia devido a uma politização estúpida que tomou as mídias sociais, muito por culpa do presidente Bolsonaro que tratou o vírus desde o início como uma “gripezinha”, visando impedir as ações preventivas adotadas mundo afora para conter o pico da pandemia. Somente uma mente tão doente quanto o vírus é capaz de manipular os fatos para falsear a verdade.

OBTUSO 

O lockdown não é e nunca foi a solução para acabar com vírus, até porque não é vacina. É uma ação que visa exclusivamente conter a disseminação do vírus ao evitar que as pessoas se aglomerem, algo que tem surtido efeito em todo lugar onde foi adotado. Ainda assim só é imposto quando as autoridades sanitárias percebem que o número de infectados que precisam de tratamento médico nos hospitais é maior do que os leitos oferecidos. O lockdown é eficiente neste momento crucial, a exemplo do que ocorreu em Manaus. Somente uma pessoa obtusa não consegue compreender. O pior é que existem muitas por aí nas redes sociais disseminando mentiras e ódio. Enquanto mais conhecidos morrem.

KSOLDADOR 

A maluquice do ex-governador Ivo Ksoldador que viralizou brasil afora, ao que parece, vai lhe custar algumas chateações. O Ministério Público decidiu abrir um procedimento para investigar a cura da Covid que ele (KSoldador) anuncia utilizando uma solda elétrica. Quando alguns acreditavam se tratar de uma brincadeira de mau gosto, eis que Ivo concede uma entrevista a um ex-deputado radialista e reafirma que a solda cura Covid, além de queimar a barriga do “paciente”. A galhofa de um ex-governador num momento tão doloroso não há precedente. Para impor limite somente a lei, ou um psiquiatra.

ADESÃO 

Quaisquer que sejam as ações rígidas ou frouxas decretadas pelo governador ou pelo prefeito, sem a adesão voluntária das pessoas, não surtirá os efeitos nelas almejados. A principal ação para conter o aumento de infectados do vírus cabe a cada um de nós. Sem esta adesão, mesmo utilizando a força de segurança para impor a ordem, não haverá fiscal para todo mundo. O problema aumenta quando vemos autoridades que deveriam dar o exemplo, estimulando o contrário. Vivemos tempos bicudos e cada dia contando nossos mortos em razão da nossas falta de empatia.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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