Interior

Exemplares do Código de Trânsito Brasileiro são entregues aos municípios de Ariquemes e Buritis

Detran Rondônia tem realizado ações, visando tornar o trânsito cada vez mais seguro

Os municípios que já aderiram à Municipalização de Trânsito em Rondônia, têm recebido exemplares do Código de Trânsito Brasileiro – CTB do Departamento Estadual de Trânsito – Detran. Ao fazer a entrega dos exemplares do CTB aos representantes dos municípios, a diretora-geral adjunta da Autarquia, Benedita Aparecida Oliveira, ressalta a importância do Código de Trânsito para o cidadão, principalmente aos profissionais que atuam no ramo.

Diretoria Municipal de Trânsito de Buritis recebe CTB

Na sexta-feira, 2, a diretora-geral adjunta do Detran Rondônia esteve na cidade de Buritis conversando com diretor do Departamento Municipal de Trânsito, Jessé da Silva Costa, e com os agentes municipais de trânsito, Ruy dos Santos e Reginaldo Machado, onde trataram sobre o trabalho que vem sendo realizado no trânsito, em parceria com a Polícia Militar e outras demandas para melhoria das ações, como qualificação para os profissionais.

As reuniões realizadas nos órgãos municipais vão ao encontro das orientações do governador do Estado, Marcos Rocha, em deixar o trânsito de Rondônia cada vez mais seguro. “O Detran tem uma importante missão em garantir o cumprimento da legislação e manter o trânsito do Estado seguro. Os condutores de veículos têm papel fundamental no respeito à lei de trânsito. Temos na legislação a questão da municipalização do trânsito, que significa a integração do município para que sejam reforçadas questões quanto ao planejamento, fiscalização, e ações educativas”, enfatizou o governador.

Ariquemes é exemplo de cidade com trânsito municipalizado

Na ocasião, a diretora adjunta do Detran ressaltou sobre o artigo 24 do Código de Trânsito, que trata sobre a municipalização do trânsito, a qual integra o município ao Sistema Nacional de Trânsito – SNT. “Muito se fala em municipalização de trânsito, mas, ainda há gestores que  desconhecem a lei que trata sobre o tema e a sua importância”, disse a especialista em trânsito, que também manteve reunião com o secretário Municipal de Segurança e Trânsito de Ariquemes, Rodrigo Pedroti e com a diretora de Trânsito, Gleiciely Lopes.

MUNICIPALIZAÇÃO 

Ariquemes foi um dos primeiros municípios de Rondônia a municipalizar o trânsito e tem uma instituição bem estruturada que conta com 43 agentes municipais de trânsito.

“O processo de urbanização e o crescimento rápido das cidades, geram um sistema viário deficiente, o que tem gerado altos índices de sinistros e mortes no trânsito no Brasil a municipalização e o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no trânsito – Pnatrans é o caminho para um trânsito mais seguro e humanizado” afirmou Benedita Oliveira.

Foram entregues à Secretaria Municipal de Trânsito de Ariquemes, 64 exemplares do CTB. Benedita Oliveira, elogiou a prefeita Carla Redano e os profissionais que trabalham com o trânsito no município, que não têm medido esforços no sentido de oferecer à população segurança, por meio de planejamento, fiscalização e ações educativas e de circulação, estacionamento, sinalização entre outras ações.

A distribuição conta com a parceria da Secretaria Nacional de Trânsito – Senatran, Conselho Nacional de Trânsito – Contran, Fundação Mapfre e Detran Rondônia. O CTB foi sancionado através da Lei n° 9.503 em 1997. Autoridades de trânsito e condutores devem ficar atentos às alterações do CTB.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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