Teia Digital

Entidades aderem ao Impeachment da presidente Dilma – por Silvio Persivo

Muito doce. “A paciência é amarga, mas, seu fruto é doce” (Jean-Jacques Rousseau).

 ENTIDADES ADEREM AO IMPEACHMENT

Fiero.2Nem mesmo a chuva impediu que, cerca de 150 pessoas,  participassem, na última segunda-feira, de um ato a favor do impeachment da presidente Dilma Roussef.  O evento, realizado em frente à sede da Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero), contou com a participação de representantes de grandes grupos empresarias, da própria Fiero, da Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Rondônia), da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado de Rondônia (Fecomércio), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Associação de Jovens Empresários (AJE), da Associação Comercial e Empresarial de Porto Velho (Acep) e da Maçonaria. Destacou-se, entre as falas dos presentes, o forte discurso do presidente da Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RO), Andrey Cavalcante, que fez duras críticas às manobras da presidente da República, Dilma Rousseff, e da alta cúpula do governo federal para esvaziar investigações, modificar o curso de processos e proteger envolvidos em casos de corrupção. “Há indícios muito fortes de que a Presidente da República tenha agido diretamente e através de seus ministros para influir sobre processos judiciais em curso e, ainda, mais concretamente, nomeando um ex-Presidente para seu ministério com o primordial fim de lhe conceder foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal. Da mesma maneira há provas que indicam manobras de seus Ministros para tentar intimidar diretamente membros da Excelsa Corte” e disse, incisivo, “A governabilidade não pode ser alcançada por meio da corrupção.”

DEBATE DOS REITORÁVEIS DA UNIR

UNIR_ROPor iniciativa do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia, será realizado no próximo dia 28 de março de 2016, segunda-feira, às 17h, um novo debate entre os candidatos que disputam a Reitoria da UNIR. O encontro será realizado no Auditório Paulo Freire no Campus da Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho – BR 364, Km 9,5 sentido Acre. Todos os candidatos receberam convites pessoalmente no dia 17/03/2016, os candidatos: Ari Ott, Júlio Rocha e Júlio Gambarra confirmaram presença, a candidata Eleonice Dal Magro ainda não confirmou sua participação.

 RECUPERAÇÃO JÁ DA BR-319

LEGALO presidente do Sistema Fecomércio Amazonas, Dr José Roberto Tadros, ontem (23), na exposição desenvolvida durante a VI reunião Ampliada do Parlamento Amazônico, defendeu a rápida reconstrução da BR-319: Manaus/Porto Velho por ser um caminho mais rápido e mais curto para o transporte dos produtos do Polo Industrial de Manaus, bem como por ser , por sua posição geográfica, a única ligação terrestre do Amazonas, que possibilita inclusive a inclusão de áreas, hoje, isoladas e será, no futuro, o principal eixo de integração com a Ferrovia inteligando a Amazônia Brasileira à Colômbia e o Caribe. Para Tadros somente o descaso com as prioridades da região explica o abandono e os quase vinte anos que estão levando para recuperar uma estrada essencial para a Amazônia.

 DESEMBARCANDO RÁPIDO

acirO senador Acir Gurgacz (PDT-RO), atendendo aos apelos de seus eleitores e das ruas, declarou ser favorável ao impeachment de Dilma e afirmou que vai defender o desembarque do PDT da base aliada. Gurgacz alterou seu posicionamento em razão da crise econômica e também pelos fatos ocorridos nas últimas duas semanas, entre eles, a nomeação do ex-presidente Lula da Silva para a Casa Civil. E foi enfático sobre sua defesa anterior da presidente “O meu apoio era para a presidente Dilma. Não para Lula e o PT”. Não se pode reclamar de quem atende ao bom senso.

 LOGÍSTICA COM PAÍSES VIZINHOS ESBARRA NA LOGÍSTICA

bandeiraSão os gargalos logísticos, em especial da malha de transporte nacional, que tem comprometido o potencial de exportação do Brasil com nove de seus 11 parceiros comerciais na América do Sul. Segundo o relatório ‘Desafios para a Integração Logística na América do Sul’, o potencial exportador do Brasil tem sido frustrado pelas dificuldades de transporte. O cálculo é de que, por ano, cerca de US$ 1,5 bilhão em produtos manufaturados, como carros, têxteis e alimentos, deixa de entrar na conta de comércio com os países vizinhos por causa das péssimas condições de infraestrutura, seja em rodovias, portos ou ferrovias. Os dados mostram que as exportações para a Argentina, o principal parceiro comercial do Brasil na região, têm hoje desempenho 7% inferior à sua real capacidade por conta das rotas deterioradas de acesso entre os dois países. No Peru e na Colômbia, esta frustração é de 5% do seu potencial. A Venezuela (4%), o Chile (3%), o Suriname (2%), a Guiana, Paraguai e Uruguai, com restrição de 1% em seus desembarques potenciais. Apenas Bolívia e Equador não apresentaram alterações.

 CAI ENDIVIDAMENTO NACIONAL

dinheiroA Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou a segunda queda consecutiva em março e mostra que 60,3% das famílias estão endividadas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. Embora o total seja menor do que o registrado em fevereiro, de 60,8%, ele é maior do que o percentual em março de 2015, 59,6%. Apesar do recuo do percentual de famílias endividadas, o total dos que possuem dívidas ou contas em atraso aumentou de 23,3% para 23,5%. Na comparação anual, esta diferença é ainda maior, já que, em março de 2015, este total era de 17,9%. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes teve uma redução apenas na comparação mensal, atingindo 8,3% em março ante 8,6% em fevereiro de 2016 e 6,2% em março de 2015.

 silvio22

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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