Teia Digital

EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO RECEBEM CANDIDATOS AO GOVERNO E AO SENADO – POR SÍLVIO PERSIVO

É bem assim. “A normalidade é uma estrada pavimentada. É confortável para andar, mas não crescem flores nela” (Vincent van Gogh).

DOCUMENTÁRIO SOBRE POVO MAKURAP DISPONÍVEL NA INTERNET

O documentário Kiteyã Toalet Makurap – Nosso conhecimento Makurap, resultado de um projeto colaborativo entre o povo Makurap, da Terra Indígena Rio Branco, e o Departamento de História do Campus de Rolim de Moura da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), está disponível na íntegra, neste link, para visualização na plataforma de vídeos YouTube. O filme foi produzido pela professora pesquisadora Roseline Mezacasa, docente do Departamento de História do Campus de Rolim de Moura. Nesta produção, a partir das suas narrativas e seus modos de fazer, os protagonistas dessa história [os indígenas] apresentam sua cultura e duas complexas relações através do seu território. De acordo com a professora, no território rondoniense, mais de trinta etnias corroboram para a construção de um mosaico étnico. Entretanto, ela afirma que “mesmo com uma significativa riqueza étnica, poucos são os espaços construídos para apresentar esses povos, nos seus modos de fazer, modos de existir no mundo”. Neste contexto, surgiu o documentário KiteyãToalet Makurap – Nosso conhecimento Makurap. Tal proposta recai sobre a importância da produção de materiais audiovisuais que contenham as histórias indígenas, a partir dos seus protagonistas: os indígenas.

EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO RECEBEM CANDIDATOS AO GOVERNO E AO SENADO

Uma série de demandas de empresários rondonienses foi entregue na tarde de terça-feira (29), ao candidato a governador Expedito Junior e ao candidato a senador Marcos Rogério, por lideranças da Federação do Comércio de Rondônia (Fecomércio), durante reunião realizada no auditório da entidade.

Na oportunidade Expedito assinou um documento no qual a federação apresenta propostas para melhorar a logística intermodal, cobra o alfandegamento do aeroporto internacional de Porto Velho, pede a rediscussão da lei de incentivos fiscais, no sentido de que as empresas que venham se instalar em Rondônia informem quantos postos de trabalho serão criados. Aos empresários do setor produtivo, Expedito se comprometeu em adotar medidas urgentes para agilizar o licenciamento ambiental, que

atualmente é emperrado e muito burocrático. “Sem desrespeitar a legislação, iremos agilizar a liberação de licenças ambientais. Tenho dito que é possível de ser emitida em até 30 dias e não em cem dias ou mais como é atualmente”, disse. Expedito se dispôs a manter um canal de diálogo constante com os setores do comércio e indústria, na busca por soluções comuns para a melhor forma de fortalecer o desenvolvimento de Rondônia. Ao final do encontro o presidente da Fecomércio, Raniery Coelho entregou um projeto para fomento e desenvolvimento do turismo que o candidato ficou de analisar e se for o caso, incorporar ao seu plano de governo. A Fecomércio está recebendo todos os candidatos ao governo e ao senado para solicitar fornecer subsídios ao futuro governo e pedir apoio para projetos de desenvolvimento do Estado. Antes Acyr Gurgacz

FESTA DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BOSCO

Amanhã, às 20:00, na Paróquia São João Bosco, na Brasília, 3512, bairro da Liberdade, acontece a grande Festa de São João Bosco 2018 que tem o arraial da comunidade paroquial São João Bosco. Com comidas típicas, música, brincadeiras e prêmios. Além da ação entre amigos concorrendo a 01 moto, 01 TV, 01 máquina de lavar e 01 armário.

PRIVATIZAÇÃO DA CERON

O governo federal realiza nesta quinta-feira (30) o leilão de três distribuidoras da Eletrobras: a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre); a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e a Boa Vista Energia, de Roraima. As três fazem parte do conjunto de seis distribuidoras que o governo havia planejado privatizar até o fim do ano. O leilão desta quinta estava marcado para começar às 15h na sede da B3, antiga BM&FBovespa, em São Paulo.

MERCADO IMOBILIÁRIO DE MANAUS VOLTA A FICAR REAQUECIDO

O mercado imobiliário de Manaus, em julho, voltou a ficar reaquecido movimentando R$ 80 milhões no mês. A principal razão foi o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), pois, a comercialização de imóveis foi predominantemente de padrão econômico. Segundo a Ademi-AM (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas) e o Sinduscon-AM (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas), das 3.896 unidades disponíveis, 45,4% eram do padrão econômico e 19,3%

de alto padrão. Apesar de não ter superado junho, quando houve um crescimento no setor de 39% em relação a julho do ano anterior. Os apartamentos de dois dormitórios, com 319 unidades comercializadas, representando 86% das vendas foi o tipo de imóvel mais negociado. A venda de unidades residenciais tiveram 346 de comercializações. A pesquisa reforça a tendência que os imóveis de dois quartos é a mais vendida no Estado. Com menores valores e menores metragens quadradas, eles tornam-se mais acessíveis financeiramente. Para o presidente da comissão indústria imobiliária do Sinduscon, Marco Bolognese, o setor teve o melhor desempenho do trimestre desde 2016, o que indica recuperação do mercado.

OTIMISMO DOS BRASILEIROS TEM O MAIOR AUMENTO EM DOIS ANOS

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) subiu 3,1% em relação a julho e alcançou 104,7 pontos em agosto, o maior nível desde maio de 2016, quando o Brasil ainda enfrentava a recessão. Ainda assim, continua 2,8% abaixo da média histórica dos 107,7 pontos. Os dados são da pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, a melhoria se deve à proximidade das eleições de outubro. “Os consumidores, que são os eleitores, esperam que o governo eleito melhore a situação da economia, o que terá um impacto positivo na vida das pessoas. Por isso, os brasileiros estão mais otimistas.” A pesquisa aponta o aumento do otimismo dos brasileiros como resultado da melhora das perspectivas sobre a inflação, o emprego e a renda pessoal nos próximos seis meses. O indicador de expectativas sobre a inflação aumentou 3,2%, o de desemprego subiu 3,1% e o de renda pessoal cresceu 5,6% em relação a julho.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

JORNALISTA, PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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