Esporte

“Em vez de culpar quem divulgou, culpem quem escreveu a bobagem”, disse Lula ao defender vazamentos do Wikileaks – por Alan Alex

Ex-presidente prestou solidariedade a Julian Assange no auge do escândalo dos vazamentos; Veja ainda, Diogo Mainardi merece uma medalha

‘Lulaleaks’

“Se ele leu, é porque alguém escreveu. O culpado não é quem divulgou, o culpado é quem escreveu. Portanto, em vez de culpar quem divulgou, culpem quem escreveu a bobagem, porque senão não teria o escândalo que tem’. A frase acima é do então presidente Lula, em 2010, logo após o vazamento de documentos sigiliosos feitos pelo site Wikileaks. Lula saiu em defesa de Julian Assange, responsável pelo site e Lula fechou, “então, Wikileaks, minha solidariedade pela divulgação das coisas”. Pensa que é brincadeira?

Para quem não tinha

Logo que foi revelada a instalação de uma antena da OI nas proximidades do sítio em Atibaia, o PT e o Instituto Lula se apressaram em divulgar que “Lula não usa celular”, como se fosse minimamente crível tal hipótese. E a Lava Jato comprovou que quanto mais Lula mente, mais Lula se complica. Para quem ‘não tem telefone’ o ex-presidente fala demais. É, de fato, um falastrão. E o pior, com um linguajar chulo, cheio de palavrões e termos pejorativos como ‘mulheres do grelo duro’, referindo-se as militantes de seu próprio partido. Nem de longe parece um ex-presidente falando.

Se fosse o Aécio

Que tivesse chamado as petistas de ‘grelo duro’, hoje teríamos tido um dia daqueles, com direito a discursos inflamados no parlamento, processos movidos pelas minorias, ações e mais ações judiciais, enfim, iam chamar até as ativistas do Femen. Como foi o Lula…cri,cri,cri.

Balaio de gato

Enrolado até a tampa com suas mentiras, a maioria completamente desnecessária, Lula partiu para cima do Judiciário e do Congresso, desqualificando todos que convivem e até o ajudam de alguma forma. Mas, tal qual um ditador de meia pataca, ele quer a interferência direta de pessoas para frear e sabotar investigações e operações em andamento. Lula se mostrou um capacho das empreiteiras, que bancaram suas despesas pessoais em troca das obras do PAC, a maioria superfaturada ou inacabadas.

Acabou

O PT, Lula e Dilma estão tendo dificuldades em compreender que o jogo acabou. Estão se transformando em uma versão tosca do casal Frank e Claire Underwood de House Of Cards. O problema, é que ao contrário do casal da ficção onde as coisas erradas vão dando certo, as deles são erradas e continuam erradas. Transformam o Brasil em chacota internacional insistindo em uma guerra perdida. Não exista clima de reconciliação e a população cansou das manobras. O brasileiro quer o Brasil de volta, mas sem Lula, sem Dilma e de preferência, sem o PT, CUT e todas as demais apoiadoras desse modelo socialista cansado e sem futuro.

Relembrando

Quando governava o país, apenas um colunista se colocava firme contra Lula e se atrevia a ‘bater pesado’ no então presidente que ‘surfava’ em um mar de alta popularidade, chama-se Diogo Mainardi, que na época assinava uma coluna na revista Veja e ‘dava murro em ponta de faca’. Era criticado tanto por petistas quanto por ‘coxinhas’. Mas, como diz o ditado, ‘o tempo é o senhor da razão’ e Mainardi vem provando isso atualmente com seu blog O Antagonista, que a gente repercute em PAINEL POLÍTICO desde as primeiras postagens. Mainardi merece uma medalha. Aliás, merece duas. Ele também desmascarou o então bilionário Eike Batista no programa Manhattan Conexion, da Globonews. E foi hilário. Vídeo abaixo:
No STF

O decano Celso de Melo disse em discurso na sessão desta quinta-feira que ‘condutas criminosas perpetradas à sombra do Poder jamais serão toleradas’. Tomara que, de fato, o STF assim se comporte em relação aos processos contra Lula. Pedindo a anulação da posse já são 10, segundo levantamento da Folha de São Paulo. Sete ações têm como relator  Gilmar Mendes. Outras duas estão com o ministro Teori Zavascki e uma com Marco Aurélio Mello que já negou liminar em um pedido feito por um popular. No final da tarde, O ministro Teori decidiu pedir informações para a presidente Dilma Rousseff, para o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, e para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre o tema. Eles terão cinco dias para se manifestar. Depois disso, ele vai analisar os pedidos de liminar em duas ações.

Em Brasília

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) estava na fila do gargarejo para a posse de Lula na Casa Civil. Declaradamente contra o impeachment e relator das ‘pedaladas’ de Dilma, que segundo ele ‘não tem ilegalidade’, Gurgacz está sonhando com um ministério. A pessoas próximas ele revelou ter sido convidado pela presidente, só não disse qual seria. Cada vez mais isolado, ele deve perder, em Rondônia, a secretaria de Educação, que atualmente é ocupada com Fátima Gavioli, filiada a sua legenda. Mas a secretária foi ‘intimada’ pelo governador Confúcio Moura (PMDB) a mudar de partido ou pedir exoneração. Ela prefere o cargo.

O senador estava bem na frente...
O senador estava bem na frente…

Detran já era

Agora em abril Gurgacz também deve perder o Detran, órgão que está sob seu comando desde o primeiro governo de Confúcio Moura. Rumores indicam que Emerson Castro, atual chefe da Casa Civil e ‘tapa buracos’ oficial do governo deve assumir, ao menos até Confúcio arrumar outro nome.

PMDB é dele

E Confúcio Moura vem arregimentando cada dia mais gente para o PMDB e com isso ocupa espaço do senador Valdir Raupp, que já fareja o golpe, mas está meio, digamos, baleado em função das recentes citações feitas pelo senador Delcídio do Amaral que o coloca na Lava Jato. Com essa enxurrada de novas filiações, Confúcio terá o controle da legenda, e com apoio de Maurão de Carvalho, que agora parece ter sido PMDB desde criancinha.

Agora que não vem

Mariana Carvalho foi indicada (e aceitou) ser membro suplente da comissão que vai analisar o impeachment da presidente Dilma Roussef, na Câmara dos Deputados. Se ela estava enrolando para definir se será ou não candidata a prefeita nessas eleições, agora vai ter um motivo para dizer ‘estou muito ocupada para falar sobre isso’. Ou seja, sobre a candidatura continuamos com aquele som, cri, cri, cri, cri…

Clínica Mais Saúde informa – Estudo identifica gene associado aos cabelos grisalhos

Pesquisadores ingleses descobriram um gene associado aos cabelos grisalhos. De acordo com um estudo publicado na revista científica Nature Communications, pessoas com uma versão específica do gene IRF4, responsável por regular a melanina, o pigmento que dá cor ao cabelo, à pele e aos olhos – teriam predisposição a ter cabelos brancos. Para chegar à conclusão, pesquisadores da Universidade College London, na Grã-Bretanha, analisaram o DNA de mais de 6.300 pessoas de cinco países latino-americanos – Brasil, Colômbia, Chile, México e Peru. De acordo com os autores, a população dessas regiões é particularmente interessante para estudos de DNA devido à combinação de antepassados europeus, indígenas e africanos. No trabalho, os pesquisadores identificaram 18 genes associados a diversas variações dos cabelos como liso, enrolado, grisalho, calvo, grosso e fino. Destes, 10 foram identificados pela primeira vez. Entre eles está a versão do IRF4 que predispõe ao aparecimento de cabelos brancos e o PRSS53, associado à ondulação dos fios. Outra descoberta que só foi possível graças à diversidade da amostra de participantes, revere-se à variação do gene que deixa as pessoas predispostas a ter cabelo grisalho mais cedo. A característica só foi observada entre os descendentes dos europeus. A cor do cabelo vem de um pigmento produzido pelos melanócitos, uma célula que fica no folículo (raiz) do cabelo. Conforme envelhecemos, essas células param de produzir pigmentos. Isso faz com que os fios percam sua cor natural e fiquem grisalhos. Entretanto, os autores ressaltam que o “embranquecimento” dos fios não é causado exclusivamente pela genética, e fatores como estresse ou passar por um evento traumático também desempenham um papel importante neste processo. Para os autores, a identificação destes genes representa um passo importante para o desenvolvimento de um tratamento de prevenção ou reversão da perda de coloração dos fios.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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