Em Linhas Gerais

Em linhas Gerais – O PSD decide seu destino neste sabádo -por Gessi Taborda

SEM PREPARO

cof.umAté agora não se ouviu, ainda, de nenhum dos pré-candidatos anunciados para a disputa do governo rondoniense os pontos de vistas que pretendem defender perante o eleitorado, demonstrando se estão verdadeiramente preparados para o cargo, corrigindo os rumos da gestão pública e verdadeiramente garantir o avanço rondoniense esperado por toda sua população.

No caso do governador que busca um novo mandato há uma questão mais imediata, que é: será que diante do seu alto índice de rejeição ele conseguirá ser reeleito? Como Confúcio Moura pretende convencer o eleitorado de que num suposto segundo mandato vai por em prática o que promete?

Se no mandato que está terminando nesse ano Confúcio tivesse feito isso, nosso estado teria passado por mudanças profundas na política e na gestão pública. E ele, Confúcio, não sofreria a rejeição constatada ao longo dos levantamentos feitos desde o ano passado. Com um novo governo desse jaez nós vamos estar nós vamos estar cada vez mais distante de uma Rondônia com desenvolvimento sustentável, capaz de atender os anseios de sua juventude com geração de empregos, educação de alta qualidade e todas essas coisas fundamentais para garantir qualidade de vida à maioria dos moradores do estado.

 

BIOMBO

JuniorNão há como negar: até o momento – tirando o próprio governador com sua exposição garantida pela massiva propaganda em todas as mídias – apenas (e tão somente) o ex-senador (condenado e cassado pela compra de votos) Expedito Júnior teve um espaço razoável para falar de seu projeto.

Fora a tentativa de explicar “que pode ser candidato”, praticamente manteve atrás do biombo suas ideias de como pretende governar (se realmente puder disputar a sucessão e vencer) o nosso estado.

Ele não disse, em nenhum momento, o que pretende fazer para interromper a deterioração atual da economia rondoniense, não dando também a menor dica sobre a série de problemas que persistem na saúde, na segurança pública, na cultura, na educação, no lazer, etc, etc.

 

TERCEIRA VIA

ELA cinco meses das eleições, o terreno eleitoral rondoniense ainda está muito movediço, a ponto de não se ter claro quem se constituirá numa terceira via desse processo.

Os nomes anunciados até agora para se posicionar na linha de largada não são pessoas com prestígio eleitoral reconhecido. E por isso, é difícil dizer se dão conta de enfrentar as candidaturas mais robustas ou o peso da máquina a serviço da candidatura chapa branca.

 

OPÇÕES FAMILIARES

Cassol2O grupo liderado pelo (ainda) senador Ivo Cassol deveria naturalmente ser essa terceira via eleitoral. Mas as indefinições sobre quem vai de porta estandarte podem pulverizar ainda mais a liderança que esse político do PP mantém no estado.

Cassol – não se entende os motivos – está aparentemente buscando opções familiares ainda não testadas no embate eleitoral, embora tenha em seu domínio nomes experientes como Odacir Soares que ainda pode ser escalado para deputado federal ou, dizem as fontes, candidato a senador do grupo.

 

CONFIANÇA

Cassol2Uma fonte bem posicionada no mundo “cassolista” tentou explicar à coluna por que há tantas dificuldades em se fazer sucessão política no estado: “os caciques não tem nomes competitivos de sua total confiança”.

Para esse observador da política do estado, “essa falta de tranquilidade em relação aos nomes mais próximos” é o que leva o governador a tentar a reeleição, mesmo consciente “de sua baixíssima aceitação popular”. Assim como o governador, também os demais políticos de expressão no estado, “temem dar o aval a algum correligionário competitivo” que no caso de uma vitória acabe afetando o capital político de seu tutor.

Então é isso: a tão pouco tempo da ida às urnas, num cenário sujeito a mudanças radicais, nenhum dos pré-candidatos relacionados até agora montou uma equipe de peso para construir uma campanha de êxito. Certamente, antes das convenções, não devemos esperar nenhuma declaração importante desse pessoal e, claro, nem alguma dica sobre como pretendem governar Rondônia. Tudo se não passa de longas e enfadonhas entrevistas nada esclarecedoras.

 

PROMOTOR BONZINHO

PromotorDesse jeito o povo vai sempre sifu! Quem poderia imaginar um integrante do Ministério Público demonstrando assim na maior das inocências que as leis não existem (pelo menos em Rondônia) para serem cumpridas? O prefeito de Porto Velho, o médico Mauro Nazif, simplesmente deixa de cumprir a lei que proíbe o nepotismo e vem o promotor Alzir Marques Cavacalcante simplesmente “recomendar” que o prefeito cumpra a lei nº 2.132/2004.

Pô, autoridade! Então, ao contrário de uma ação contra o prefeito descumpridor da lei, basta uma “recomendaçãozinha”. É do baralho. Certamente são posições dessa natureza que leva gestores públicos a deitar e rolar, metendo a mão suja no cofre da viúva. Quais outras leis o prefeito poderá deixar de cumprir e receber apenas uma recomendaçãozinha?

 

DESCANSO

euroAmanhã, domingo, nosso diretor geral, Euro Tourinho, decano da imprensa rondoniense, vai tirar um merecido descanso da faina jornalista, viajando para o Rio de Janeiro, passando vários dias na região serrana, na casa de um de seus filhos. A ele desejamos um período de muitas alegrias para repor a energia necessária a continuar por vários anos mais seu trabalho de informar e formar opiniões dos rondonienses.

 

MAIS DEFINIÇÕES

herminioO PSD está praticamente no final das tratativas para fechar sua relação de candidatos e a aliança possível. Neste sábado, com a coordenação do presidente do partido no Estado, deputado federal Moreira Mendes, dirigentes partidários e nomes expressivos do PSD (onde se destaca o deputado estadual e presidente da Assembleia, José Hermínio) passarão a manhã reunida na fazenda de Moreira Mendes, no município de Candeias do Jamari. Pode ser de lá decisões capazes de influenciar profundamente os rumos da sucessão estadual.

 

ME ENGANA…

mauroComprova-se mais uma vez a falta de objetividade da autoridade municipal em relação processo de reconstrução dos prejuízos causados pela cheia do rio Madeira às milhares de pessoas vítimas desse caos. É melhor essas pessoas esperarem sentadas pela realização das promessas (a maioria mirabolantes) das autoridades.

E agora um dado complicador, anunciado pelo (Deus nos livre!) prefeito 40, aos desabrigados do distrito de São Carlos: “As terras da localidade estão contaminadas!”, exclamou o gutural alcaide. Até parece algo comparativo ao que aconteceu em Cubatão. Só que aqui não existe indústria, não há contaminação química daquele jeito. Tudo é puro blá-blá-blá. Afinal, estamos falando de um prefeito que vai chegar, se bobear, ao final do segundo mandato sem conseguir tapar os milhares de buracos das vias da capital e, também, sem dar solução na manada de elefantes brancos dos (vá lá!) viadutos.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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