Resenha Politica

Eleições OAB: Muita Tristeza, A Renúncia de Andrey Cavalcante na Chapa 10, e o “Chute no Pau da Barraca” -Por Robson Oliveira

TRANSIÇÃO

Não tem motivo para o prefeito Hildon Chaves não acolher o pedido do prefeito eleito Leo Moraes para adiantar a transição. Leo precisa de todos os dados da municipalidade para que possa anunciar as primeiras medidas a serem implementadas no início de sua gestão e começar a cumprir com as promessas de campanha. Hildon prometeu uma transição republicana e deveria ser o primeiro a agilizar todo o processo para que seja a mais transparente possível. Não há justificativa para procrastinação.

PRESSÃO

Somente alguém muito ingênuo não previa pressão dos vereadores eleitos sobre o novo prefeito. Não é nada novo na política rasteira e nojenta. Com o caminhão de votos que recebeu por não ceder a grupos nem facções, Leo Moraes tem toda legitimidade para frear o apetite daqueles edis mais glutões. Pelo menos nos próximos três meses. Se acerta na gestão, o calendário passa a ser seu principal aliado.

AFASTAMENTO

Ao anunciar unilateralmente rompimento com a candidatura de Mariana Carvalho (UB) e o apoio a Leo Moraes (Podemos), no segundo turno, o deputado federal Coronel Crisóstomo, então presidente do Diretório Municipal do PL de Porto Velho, infringiu sim dispositivos internos da agremiação partidária cuja fidelidade começa a ser contestada. A decisão poderia ter sido de caráter pessoal e unilateral sem tornar pública a divergência e nem  com mensagens de aliciamento nos grupos internos de WhatsApp destinados à comunicação interna dos filiados.

AVAL

Não se discute aqui as razões do rompimento, mas não é normal um presidente de um partido que presidiu uma convenção e indicou o vice-prefeito para compor numa coligação romper sem discutir internamente os motivos pelos quais estaria desembarcando da canoa furada que afundou a candidatura majoritária do União Brasil e PL na capital. Conhecido pelo temperamento áspero e belicoso, o coronel terminou afastado da presidência municipal do partido sem que o capitão (Bolsonaro), seu líder maior, esboçasse uma única palavra ao seu favor. É possível então deduzirmos que o afastamento tenha tido supostamente o aval do ídolo que o deputado federal tanto vocifera adular.

EXPULSÃO

Embora um filiado tenha requerido também a expulsão do PL, Marcos Rogério, presidente estadual da legenda, sobrestou o desligamento e instaurou um processo interno para a averiguação da conduta e para que com a apuração dos fatos a situação seja esclarecida. Os elementos para o enquadramento de  infidelidade em tese existem, mas vai depender muito mais do denunciado do que dos fatos que motivaram o afastamento. Isso porque, em casos similares, a situação política interna de convivência fala mais forte do que os elementos eventualmente disciplinares que motivaram os pedidos. Portanto, a expulsão do PL vai depender muito mais da postura do parlamentar daqui pra frente do que o ato de infidelidade em si, mesmo que o seu afastamento definitivo da presidência do Diretório Municipal seja fato consumado.

DESAUTORIZADO

O vídeo que o coronel Crisóstomo divulgou nas redes sociais com os argumentos de que desembarcaria da campanha de Mariana Carvalho, sob a justificativa de quem acompanhava uma suposta manifestação do ídolo capitão contra o apoio da “esquerda” à candidata, foi o principal motivo da vinda de Michelle Bolsonaro a Porto Velho na reta final da eleição para reafirmar o apoio da família a Mariana e deixar claro a desaprovação do capitão em relação a posição assumida pelo coronel.

PROTAGONISTA

Já entre os dirigentes do União Brasil não há qualquer movimento contra a decisão do deputado federal Fernando Máximo em apoiar exaustivamente o candidato da oposição Léo Moraes (Podemos). É importante lembrar que Máximo foi o parlamentar mais votado da legenda e saiu da campanha mais forte do que entrou. É um protagonista que tende a alçar voos maiores em 2026, mas terá antes que limpar ‘esqueletos’ judiciais dos armários investigativos ainda pendentes para não ser abatido antes de voar. Limpando, passa a ser um  nome forte ao Senado.

FRACASSO

Quem está em plena campanha ao Senado Federal é a deputada federal Silvia Cristina que nas eleições municipais não conseguiu a meta eleitoral que imagina alcançar. Não há um município onde o prefeito venceu o pleito que a deputada possa apresentar como uma fatura pessoal. Nas localidades que subiu nos palanques e os candidatos obtiveram sucesso não foram em razão do seu capital eleitoral. Ainda assim foram poucos os eleitos pelo seu partido.

PERFIL

Sílvia é uma parlamentar obreira, não há dúvida sobre esta virtude pessoal, mas não possui um perfil exigido no imaginário eleitoral que convença o eleitor conservador a votar nela para senadora. É possível que o cenário mude em seu favor, o problema é que vivemos num estado extremamente desigual e intolerante. O perfil senatorial favorece as castas mais privilegiadas. Nem sempre o trabalho vence a intolerância. Aqui e alhures.

TEMPORAIS

Passada as eleições e com a chegada dos temporais, a coluna intui que ventos fortes sobre a política e os políticos estão na iminência de fecharem os céus de Rondônia. Muito barulho vem por aí, não é apenas de trovões.

CÂMARAS

Nem deu tempo para que os eleitos fossem proclamados, os novos vereadores já se articulam para formar as próximas mesas diretoras que ainda vão ser empossadas em 2025. Em Ji-Paraná, por exemplo, uma figura carimbada nas investigações policiais e reeleita, manipula nos bastidores para assumir a Câmara Municipal. As conversas estão avançadas e feitas em surdina para que o eleitor não saiba dos meandros das tratativas. Ao que parece não fizeram uma boa leitura das urnas ji-paranaenses e insistem com as mesmas práticas rechaçadas pelos eleitores. O político malandro não engana mais o cidadão, especialmente aquele que em público expressa uma postura radial de sério e, no escuro das coxias, atua na malandragem.  

FURTO

Apesar de alguns políticos tentarem criticar a Energisa por combater o furto de energia, o que termina afetando o consumidor que paga em dia seus boletos, a polícia militar flagrou proprietários de restaurantes e outros empreendimentos, da capital e do Candeias, abastecendo criminosamente seus comércios de energia elétrica furtada. A ação policial resultou em três prisões em flagrante, comprovando o uso irregular da rede elétrica em estabelecimentos comerciais.

INSPEÇÕES

Em 2024, a Energisa já realizou mais de 130 mil inspeções, nas quais foram encontradas 42 mil irregularidades, resultando na recuperação de 73 gigawatts de energia, o equivalente ao consumo de quase 300 mil residências. As ligações clandestinas representam risco à segurança, sobrecarregam a rede, comprometem a qualidade do fornecimento e causam prejuízos significativos à sociedade, uma vez que afetam a arrecadação do ICMS, imposto que deveria estar destinado aos investimentos de áreas prioritárias à população.

FURTO I

É bom lembra que o furto da energia elétrica reflete também nos aumentos dos preços ao consumidor, visto que é ele na ponta que custeia toda a cadeia produtora e transmissora. O aumento, quando anunciado pela Agência Reguladora, computa todos os gatos e investimentos, não apenas a inflação acumulada. Os problemas climáticos impactaram no consumo e nos preços da energia, e o furto aumenta exageradamente tais impactos nestes custos.

OAB

Assisto com muita tristeza a renúncia do amigo advogado Andrey Cavalcanti à vaga de Conselheiro Federal da Ordem, na chapa 10. Compreendo as razões que o levaram a ‘chutar o pau da barraca’, mas preciso hipotecar minha solidariedade e aproveito a oportunidade para lamentar as panelas que se formaram ao longo dos últimos anos em nossa Seccional. Quem perde com a desistência é a instituição, a mesma que deixou o protagonismo coletivo para alimentar projetos individuais. Sobre estas eleições, onde também voto, abordo com mais tempo e sem bajulação infantojuvenil em colunas próximas. A OAB sempre foi um projeto coletivo de uma categoria profissional combativa, essencial à democracia e aos interesses de uma sociedade desigual. Perder a perspectiva da crítica e a impessoalidade não é um bom caminho a seguir. Isso sim é um baita retrocesso. Embora alguns cabeças de bagre não compreendam para se refestelarem em convescotes. 

Coluna Resenha Politica -Por Robson Oliveira

 

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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