Cultura

DesVirtuArt – Festival e Festividades de Arte Stream leva cultura gratuita para as festividades de fim de ano

Promovido pela PluralizAção, o evento acontece de 20 a  30 de dezembro, e conta com espetáculos premiados com nomes de artistas consagrados como Mel Lisboa, Leonardo Miggiorin, Nelson Baskerville, Luh Maza entre outros

Até 30 de dezembro acontece o DesVirtuArt – Festival e Festividades de Arte Stream, com transmissão gratuita pelo YouTube. Promovido pela PluralizAção Cultural, o festival tem como proposta trazer cultura para as festividades de fim de ano. Segundo o diretor do evento, Danilo Miniquelli, a cultura precisa ser cada vez mais democrática e acessível “Com a pandemia, passou a existir a necessidade da arte se reinventar através do meio virtual. Então nasceram pesquisas em torno de uma linguagem híbrida, nova e moderna e trabalhamos para que isso tenha continuidade, para além das características tradicionais e presenciais que já conhecemos”, ressalta. Para o Festival, o artista virtual @odanjocker criou uma logo que englobasse todo o conceito criado para o evento, a arte atrelada à tecnologia. O DesVirtuArt conta com obras com a participação de artistas consagrados, como Mel Lisboa, Leonardo Miggiorin, Indira Nascimento, Danna Lisboa, Nelson Baskerville, Luh Maza, Paulo Faria entre outros e com novos nomes que estão despontando no mercado cultural. A programação poderá ser conferida de 20 a 23 de dezembro e de 27 a 30 de dezembro, no canal DesVirtuArt, no YouTube, de forma gratuita, com sessões às 19h30 e às 21h30.Os espetáculosO anfitrião do evento é o vídeo-espetáculo Elephants, projeto contemplado pelo PROAC Expresso Lei Aldir Blanc – LAB 36/2020 – Produção e Temporada de Espetáculo de Teatro com Apresentação Online. Adaptado da obra “Sobre Elefantes e Coelhos”, de René Piazentin, o espetáculo conta com a direção de Nelson Baskerville e no elenco Danilo Miniquelli, Carol Mafra e Danna Lisboa. Elephants aborda o encontro entre um corretor de imóveis e uma excêntrica tatuadora, que carregam a dor do fracasso, mas que externalizam e lidam com ela de maneiras diferentes. Em paralelo as amarguras das personagens centrais, acontece uma espécie de epidemia de suicídio, onde as pessoas sobem nos prédios e ao se jogarem desaparecem. Toda essa movimentação é vivenciada pela misteriosa Mulher da Long Neck,  que começa a se relacionar de forma enigmática com as personagens da peça. Com  linguagem híbrida, mistura cinema e teatro com o recurso de chroma Key, Elephants pode ser conferido nos dias 20/12 às 21h30, 21/12 às 19h30, 22/12 às 21h30, dia 23/12 às 19h30, dia 27/12 às 19h30 e 28/12 às 21h30. Classificação 14 anos.Outro projeto contemplado pelo PROAC Expresso Lei Aldir Blanc – LAB 36/2020 – Produção e Temporada de Espetáculo de Teatro com Apresentação Online, que faz parte do line-up do DesVirtuArt, é o cine-teatro No Meio do Caminho, texto inédito de Luh Maza, que conta com direção geral de Danilo Miniquelli e com Daniela Sevilha e Renata Perón no elenco. No Meio do Caminho fala diretamente sobre o meio do caminho das nossas expectativas, aquele momento de suspensão sobre nossa reflexão em relação ao amanhã, nossos arrependimentos, dúvidas, julgamentos e anseios. Coloca em discussão o espaço da mulher na sociedade e como seus corpos e mentes são afetados: o moralismo, a vontade de burlar regras  e ao mesmo tempo que se apoiam, se estranham, mas acima de tudo, criam afetos e identificação. Em cartaz nos dias 20/12 às 19h30,  27/12 às 21h30 e 29/12 às 19h30, para maiores de 14 anos.Com direção de Paulo Faria e direção musical de Felipe Pan Chacon  O Assassinato do Presidente conta com a participação de Leona Jhovs e Paulo Faria.  O espetáculo da Cia do Faroeste,  acontece numa noite na Rua do Triunfo, quando o maior criminoso do Brasil, o rei da Boca do Lixo do século 21, Ulisses, recebe uma prostituta travesti, Penélope, do seu catálogo vip para um encontro antes dele executar no dia seguinte o presidente do País. Naquela noite, as revelações na vida das personagens as aproximam para sempre mudando inesperadamente o rumo da história. Esse faroeste é indicado para maiores de 18 anos. Para assistir, acesse o canal do DesVirtuArt no dia 23/12 às 21h30 e no dia 30/12 às 19h30. Jean Mendonça e a Cia Banquete Cultural participam com dois espetáculos: Áurea – A Lei da Velha Senhora e O Segundo Armário.  Laureado com o Prêmio Myriam Muniz concedido pela Funarte, Áurea – A lei da Velha Senhora, trata dos reflexos da escravidão e da importância de cultura negra na formação da identidade brasileira. A dramaturgia consegue a façanha de sintetizar cinco importantes obras do Cinema e da Literatura Universal: o filme “Manderlay” de Lars Von Trier; as peças teatrais “Anjo Negro” de Nelson Rodrigues e “Os Negros” de Jean Genet; o livro não-ficcional “Casa Grande e Senzala” de Gilberto Freyre e; o romance “Memórias Póstumas de Brás Cubas” de Machado de Assis. Dirigido por Jean Mendonça, o elenco conta com nomes como: Beth Grandi, Indira Nascimento, Don Felipe, entre outros. A peça pode ser conferida nos dias 22/12 e 28/12 às 19h30, para maiores de 14 anos.O drama O Segundo Armário – Diário de Um Jovem Soropositivo, narra a história de Gabriel, interpretado por Hugo Caramello,  que descobre ser soropositivo para o HIV. O jovem divide com o público todas as etapas do seu doloroso percurso da descoberta à aceitação plena e mostra que é possível seguir continuamente com a vida e que para isso, é preciso reagir. Dirigido por Jean Mendonça, o espetáculo mostra a vivência do HIV por um viés poucas vezes experimentado na arte: o da esperança e da possibilidade de continuação de uma vida saudável por meio do tratamento. Com classificação de 18 anos, o texto que tem dramaturgia adaptada por Antonio de Medeiros a partir do livro de Salvador Campos Corrêa pode ser conferido nos dias 21/12 e 29/12 às 21h30.Convidado especial – FOMEA exibição dos primeiros episódios da websérie “FOME”, criada pela Pessoal do Faroeste, companhia paulistana de teatro, é uma obra baseada no texto teatral “Re-Bentos”, da própria companhia. Na história, os personagens vivem o cotidiano de um cortiço de São Paulo/SP, na região da Cracolândia, às vésperas de uma ação de despejo durante a pandemia do Coronavírus. O enredo se desenrola por uma narrativa onde o local revela-se como um dos principais centros de distribuição de drogas do país. Mediante a essa situação, você se depara com uma operação de tráfico que envolve setores importantes da política e do poder judiciário brasileiro, tendo a fome como uma das consequências para as minorias retratadas através da arte. Com direção de Paulo Pereira e roteiro e direção de Dário José e Paulo Faria, a websérie foi gravada totalmente à distância. Todo o elenco recebeu celulares em suas casas, onde cada um filmava sua parte. Mel Lisboa e Leonardo Miggiorin fazem parte do elenco de FOME e se reencontram 20 anos após a minissérie “Presença de Anita”.  Além deles FOME conta com a participação de Carol Badra, Clodd Dias, Danilo Miniquelli, Flávio Falcone, Francisco Kokotch, Leona Jhovs, Neusa Velasco, Thais Aguiar e Thais Dias. No dia 30 de dezembro, às 21h30, o público poderá conferir os 3 primeiros episódios de FOME, que conta com Apoio da Lei Aldir Blanc e da Secretaria da Cultura e Economia Criativa de São Paulo.Sobre o Promotor do evento – PluralizAção – Idealizada por Daniela Sevilha, Daniel Guisard e Danilo Miniquelli se estruturou durante a pandemia, buscando trazer novas produções, a fim de fortalecer a cultura e seus profissionais em um momento tão vulnerável. Sendo assim, em seus primeiros meses de existência, conseguiu aprovar e executar mais quinze propostas em leis públicas de incentivo, entre inscrição de artistas, projetos artísticos etc. e atualmente busca executar dezenas de novos projetos. Dentre suas produções, apresentou algumas delas em instituições como Itaú Cultural, Sesi, Sesc, entre outros, trazendo oportunidade para mais de uma centena de profissionais da cultura.

Confira a programação completa  Quinta-feira –23 de dezembro19h30 – Elephants21h30 – O Assassinato do PresidenteSegunda-feira – 27 de dezembro19h30 – Elephants21h30 – No Meio do CaminhoTerça-feira – 28 de dezembro19h30 – Áurea, a Lei da Velha Senhora21h30 – ElephantsQuarta-feira – 29 de dezembro19h30 – No Meio do Caminho21h30 – O Segundo ArmárioQuinta-feira – 30 de dezembro19h30 – O Assassinato do Presidente21h30 – FOME (edição especial)

ServiçoDesVirtuArt –  Festival e Festividades de Arte StreamData: de 20 a 30 de dezembro de 2021Local: Canal DesVirtuArt, no YouTube – acesse aquiValor: gratuitoTrailer do DesVirtuArt: https://youtu.be/3N1FGLqLAksMais informações do evento: [email protected]Ficha-técnicaDesVirtuArt –  Festival e Festividades de Arte StreamPromotora do evento: PluralizAçãoDireção e Gestão: Danilo Miniquelli, Daniel Guisard, Daniela SevilhaCuidadoria: Danilo MiniquelliAssessoria Streaming e edição de vídeo: Daniel GuisardAssessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

FONTE: ASSESSORIA SEVILHA COMUNICAÇÃO

  • Matéria Atualizada

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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