Teia Digital

Desemprego cresce,mas,desacelera – Por Sílvio Persivo

Só vale o que se faz, no fim. “O que pensamos ou no que acreditamos não tem muita importância! A única coisa relevante é o que fazemos!” ( John Ruskin).

VOTO POR BIOMETRIA EM 36 MUNICÍPIOS DE RONDÔNIA

Segundo divulgou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 942.035 eleitores fizeram a revisão biométrica, até o fim de 2017, mas 2.435 eleitores ainda precisam se cadastrar no estado. Segundo a Justiça Eleitoral, quem não fez a revisão teve o título cancelado e tem até 9 de maio para regularizar a situação. O uso da biometria será obrigatório em 36 dos 52 municípios de Rondônia nas Eleições de 2018. Em 2017, 16 novas cidades fizeram a revisão biométrica: Vilhena, Chupinguaia, Pimenta Bueno, Cacoal, Espigão do Oeste, Presidente Médici, Novo Horizonte, Corumbiara, Cerejeiras, Pimenteiras do Oeste, Parecis, Santa Luzia, São Felipe, Alto Alegre dos Parecis, Rolim de Moura e Ministro Andreazza. Conforme o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), não existe nenhuma operação da Justiça Eleitoral para fazer o cadastro biométrico. Todas as ações foram feitas no ano passado. O Estado de Rondônia tem 1.144.970 eleitores aptos a votar nas eleições deste ano. Destes, 944.470 precisam votar por meio da biometria, mas, só 942.035 fizeram a revisão até agora.

TAXISTAS PODERÃO UTILIZAR APLICATIVOS

A prefeitura de Porto Velho anunciando que autorizou que táxis da capital transportem passageiros de aplicativos de corridas, como o Uber. Segundo o prefeito Hildon Chaves os taxistas podem fazer corridas compartilhadas, mas, não podem “assediar” passageiros em pontos de ônibus da capital e nem usar o corredor exclusivo aos coletivos. O regulamento foi aprovado pela Câmara de Vereadores. A regulamentação no transporte local, segundo o prefeito Hildon Chaves, deve terminar a crise instalada entre os trabalhadores do transporte coletivo urbano e os taxistas que praticam o “táxi compartilhado” em Porto Velho.

ESPAÇO ETNIA SERÁ INAUGURADO NO SÁBADO

Em Manaus, neste sábado (31), a partir das 19h, acontece a inauguração do Espaço Etnia, a galeria de arte e souvenirs, da artista plástica Rosa dos Anjos, no centro da cidade, prometendo ser um espaço aberto a todas as vertentes de quem produz artes visuais. Na inauguração da galeria serão 60 artistas visuais expondo seus trabalhos, entre fotógrafos, escultores, artistas plásticos e designers. Segundo Rosa dos Anos, “Cito alguns, como Rui Machado,

Otoni Mesquita, Zeca Nazaré, Nelson Falcão, Noleto, Rubens Belém, Navarro, Gisele Gomes e Selma Maia” e informou que “O Espaço Etnia começou a existir em 2000, no Tropical Hotel, numa época em que o turismo era efervescente naquele hotel e vendíamos muito bem no espaço, mas, com o passar dos anos, o turismo decaiu e as vendas nas lojas do hotel também caíram, inclusive na nossa. Depois de dez anos tivemos que fechar as portas”, disse. “No ano passado verifiquei que o comércio nesta região do entorno do Largo de São Sebastião estava aquecido e eu, e o meu marido Marlon Prado, resolvemos reabrir o Espaço Etnia, aqui na rua Tapajós, ao lado da igreja de São Sebastião”, contou. E concluiu “Teremos todos os tipos de artes visuais expostos e sendo vendidos na galeria. Pretendemos trabalhar com artesãos de todos os municípios amazonenses e de vários povos indígenas do nosso Estado”.

ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROÉIA DEVE SER ACELERADO

A negociação do acordo Mercosul–União Europeia avançou bastante e pode ser concluída nos próximos meses. Foi esta a avaliação do diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, e da equipe técnica que o acompanha as negociações em Buenos Aires, Argentina. “As tratativas evoluíram e os blocos se aproximaram em relação a posições como a abrangência, a velocidade e as regras da liberalização do comércio”, disse o diretor. Na avaliação da CNI, o esforço final para a formalização do acordo cabe à União Europeia, principalmente no que diz respeito à abertura de seu mercado agrícola e no atendimento às demandas industriais, como o regime aduaneiro especial de drawback, que isenta os insumos importados de produtos que serão exportados. Os negociadores do Mercosul fizeram concessões adicionais para chegarem a um consenso. A indústria brasileira espera ver o acordo implementado o mais rapidamente possível, pois, esta ação permitirá ao Brasil entrar na liga das grandes economias do comércio internacional.

BRASIL ESTÁ OTIMISTA EM RELAÇÃO AO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2018

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Roberto Jaguaribe, apresentou uma avaliação positiva das ações da Agência em 2017 e mostrou otimismo em relação ao comércio exterior brasileiro para 2018. Jaguaribe disse que, depois de dois anos negativos, a economia brasileira exibe sinais de recuperação, o que se

reflete também nas exportações. “No ano passado, o Brasil fechou exportações de US$ 185 bilhões e, este ano, em novembro já havíamos chegado aos US$ 200 bilhões, de modo que as expectativas são positivas”, comentou. Em 2017, a Apex-Brasil atendeu a mais de 11 mil empresas que exportaram US$ 51,6 bilhões até outubro, o equivalente a 28,1% do total vendido pelo Brasil ao mundo. O presidente da Agência também destacou o trabalho feito ao longo do ano para atração de investimentos estrangeiros para o país. Um exemplo foi o Brazil Investment Forum, evento realizado em maio em SP que contou com mais de 1200 participantes e investidores de peso de diversos países. Ao todo, foram 38 eventos voltados a prospecção de investidores, em locais como China, Espanha, Estados Unidos e Alemanha, entre outros. Outro ponto de destaque em 2017 foi o lançamento do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil União Europeia, que trouxe dados relevantes sobre os investimentos cruzados entre os dois parceiros. O Brasil é o principal destino de investimentos europeus na América Latina e o segundo maior destino de recursos europeus fora da Europa. Por outro lado, saem do Brasil quase 70% dos investimentos que são feitos na Europa por países da América Latina. O montante do estoque investido, de cerca de 130 bilhões de euros, coloca o Brasil como um investidor mais expressivo no bloco do que todos os outros países dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

DESEMPREGO CRESCE, MAS, DESACELERA

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil tinha 13,121 milhões de pessoas em busca de emprego no trimestre encerrado em fevereiro. Mas, houve uma melhora em relação ao mesmo período do ano anterior. Há menos 426 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 3,1%. O total de ocupados cresceu 2,0% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,745 milhão de postos de trabalho. O contingente de inativos avançou 0,6%, 378 mil pessoas a mais nessa condição. Como consequência, a taxa de desemprego passou de 13,2% no trimestre até fevereiro de 2017 para 12,6% no trimestre encerrado em fevereiro de 2018. O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,9% no trimestre terminado em fevereiro

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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