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Deputado Alex Redano conquista quarto mandato consecutivo e mantém trajetória no Legislativo de Rondônia

Deputado estadual iniciou a carreira política em Ariquemes, exerceu três mandatos de vereador e presidiu a Assembleia Legislativa em dois biênios.

O trabalho do parlamentar prioriza a interlocução direta com prefeitos, vereadores, produtores rurais e lideranças da sociedade civil de Rondônia

O deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), conquistou o quarto mandato consecutivo nas eleições de 2026, com 15.709 votos, conforme os dados de apuração consultados. O resultado dá continuidade a uma trajetória política iniciada em Ariquemes e marcada pela atuação nos legislativos municipal e estadual.

A carreira política de Redano começou em 2004, quando foi eleito vereador em Ariquemes, com 600 votos. Em 2008, conquistou a reeleição, com 900 votos. Quatro anos depois, em 2012, alcançou o terceiro mandato consecutivo na Câmara Municipal, ao receber 1.312 votos. Durante sua passagem pelo Legislativo municipal, também exerceu a presidência da Casa.

Em 2014, Alex Redano disputou uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia e foi eleito deputado estadual pela primeira vez, com 9.272 votos. Na ocasião, passou a integrar a Mesa Diretora como terceiro-secretário, iniciando sua atuação no Parlamento estadual.

Nas eleições seguintes, manteve a representação na Assembleia. Em 2018, foi reeleito com 13.233 votos. Em 2022, recebeu 19.549 votos, conquistando o terceiro mandato estadual. Já em 2026, obteve 15.709 votos, assegurando a continuidade de sua atuação parlamentar por mais uma legislatura.

Dois períodos na presidência da Assembleia

A trajetória de Alex Redano no Legislativo estadual também inclui dois períodos à frente da Assembleia Legislativa. O primeiro ocorreu no biênio 2021-2022. Posteriormente, em novembro de 2024, o parlamentar foi eleito novamente para presidir a Casa no biênio 2025-2026, com posse realizada em fevereiro de 2025.

Na presidência, cabe ao deputado conduzir os trabalhos legislativos, coordenar as atividades da Mesa Diretora e representar institucionalmente o Poder Legislativo. A função também envolve a organização das sessões parlamentares e a interlocução com os demais Poderes e instituições públicas.

A experiência acumulada na Câmara Municipal de Ariquemes e na Assembleia Legislativa integra o percurso de Redano na vida pública, que reúne atividades de representação política, participação no processo legislativo e fiscalização dos atos do Poder Executivo.

Atuação voltada às demandas dos municípios

Ao longo de sua carreira, Alex Redano manteve atuação política vinculada às demandas dos municípios rondonienses. Entre os temas presentes na agenda parlamentar estão infraestrutura, saúde pública, agricultura e desenvolvimento regional.

A interlocução com prefeitos, vereadores, produtores rurais, entidades e representantes da sociedade civil faz parte da atividade parlamentar e do encaminhamento de reivindicações ao Poder Público. Na Assembleia Legislativa, essas demandas são discutidas no âmbito das competências do Parlamento estadual.

Com base política construída em Ariquemes e atuação ampliada para outras regiões de Rondônia, Redano chega ao quarto mandato consecutivo após 12 anos de representação na Assembleia Legislativa.

Continuidade do trabalho parlamentar

A conquista do novo mandato representa a continuidade da participação de Alex Redano nas atividades do Legislativo estadual. Entre as atribuições dos deputados estão a elaboração e discussão de leis, a apresentação de propostas, a análise de políticas públicas e a fiscalização das ações do Poder Executivo.

A trajetória, iniciada no Legislativo municipal em 2004, reúne três mandatos como vereador, quatro mandatos consecutivos como deputado estadual e dois períodos na presidência da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Os dados históricos da carreira parlamentar estão registrados na biografia institucional da Alero. Já a votação de 2026 consta nos resultados eleitorais consultados, que devem ter como referência definitiva a totalização oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  ALE RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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