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Deputado Alan Queiroz realiza tratativas em Brasília para a implantação do curso de Medicina nos municípios de Ariquemes e Guajará-Mirim

De acordo com Alan Queiroz, a população precisa de mais oportunidades

Alan Queiroz, deputado Estadual de Rondônia, está em Brasília nesta semana em busca de melhorias para o Estado de Rondônia. Entre as tratativas a serem discutidas em visita à capital do Brasil, está a implantação do curso de Medicina em dois municípios do Estado.

Nesta Terça-Feira (20), o parlamentar foi recebido pelo Coordenador Geral de Pesquisa e Inovação do MEC, Prof. Dr. Artur Moret (SESU), e pela Assessoria Ministerial do Ministro da Educação, Camilo Santana.

Na ocasião, Alan Queiroz  solicitou que o MEC realizasse tratativas com a Universidade Federal de Rondônia para criar o curso de Medicina no campus de Ariquemes e Guajará-Mirim, uma vez que as Instituições de Ensino Superior nos municípios citados não oferecem vagas para o curso.

É importante ressaltar que, Ariquemes é o principal município da região do  Vale do Jamari, e nas últimas décadas foi apontado como primeiro município rondoniense do interior com a maior arrecadação estadual, além de ser forte na Pecuária, na produção de Café, Cacau, Guaraná, Cereais e também de possuir o maior garimpo de Cassiterita a céu aberto do planeta: o garimpo Bom Futuro.

O município reúne inúmeras indústrias de diversos segmentos, gerando uma economia que é dividida para uma população que ultrapassa 104 mil habitantes. Ariquemes  também já pode ser considerada uma cidade universitária de grande relevância na região do Vale do Jamari, por possuir várias universidades públicas e particulares. Porém, mesmo sendo um centro sub-regional com grande importância política, social, econômica e cultural, não possui vagas em Medicina nas Instituições de ensino superior local.

O deputado solicitou que sejam implantadas cem (100) vagas do curso de Medicina no município de Ariquemes.

Por outro lado, o município de Guajará-Mirim, localizado às margens do Rio Mamoré e na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, é o segundo maior município do Estado em extensão territorial, o oitavo em população e possui o título de “Cidade Verde”, outorgado pelo Instituto Ambiental Biosfera.

O parlamentar acredita que a implantação do curso de Medicina no município, deverá beneficiar centenas de estudantes, além de aquecer a economia local e dos municípios na região da Madeira Mamoré que estão localizados  na fronteira entre Brasil e Bolívia.

Vale ressaltar que  na cidade boliviana de Guayaramerín existe a Universidad Autónoma del Beni “José Ballivián” (UAB) – Estatal Federal, existem milhares de estudantes brasileiros cursando medicina, por sua vez, a universidade é pública somente para quem nasceu na Bolívia.

De acordo com Alan Queiroz, a população precisa de mais oportunidades e por isso solicitou ao Ministério da Educação a implantação do curso de medicina em Ariquemes e Guajará-Mirim como uma forma de colaborar para tornar esse curso mais acessível, já que em muitos casos é uma realidade distante.

Além disso, a implantação do curso de medicina nessas cidades também pode ter impactos positivos no desenvolvimento regional, como o estímulo à economia local, a criação de empregos e a melhoria dos serviços de saúde disponíveis para a população local.

FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. 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Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? 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Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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