Resenha Politica

Delação da Odebrecht vai detonar governadores, senadores, deputados federais, prefeitos e vereadores, além de ministros de outros poderes- por Robson Oliveira

Lista

robson2Na capital federal não se fala de outra coisa senão a lista de autoridades feita em delação premiada pelo mandatário da Odebrecht, principal empreiteira do país enrolada na operação Lava Jato. Dizem que mais de trezentas personalidades do mundo político e adjacências serão denunciadas por malfeitos nos rolos com a empreiteira. Governadores, senadores, deputados federais, prefeitos e vereadores estão na lista. Além de ministros de outros poderes. Pelo burburinho brasiliense não sobrará um nome dos conhecidos para disputar as eleições presidenciais em 2018. A ver!

 Mudanças

acirEventual candidato a governador em 2018, o senador Acir Gurgacz (PDT) está avaliando a possibilidade de trocar de partido para evitar que seja surpreendido com a obrigatoriedade do PDT em apoiar Ciro Gomes a presidente da república. O senador rondoniense já assuntou o PR, PMDB, PSDB e PSB. Como poderá mudar de partido sem perder o cargo – já que o STF decidiu que detentores de cargos majoritários podem trocar de partido sem ferir a regra da fidelidade partidária, Gurgacz tem até início de outubro do próximo ano para decidir a legenda a qual ingressará para disputar o Governo de Rondônia. As negociações começaram.

 Regabofe

hildonO prefeito eleito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), convidará os membros da bancada federal em Brasília para um regabofe quando pretende pedir ajuda (emendas) para as diversas áreas da capital. A data ainda não está definida, mas a coluna apurou que deverá ocorrer nos próximos dez dias num restaurante brasiliense. Mariana Carvalho (PSDB), Lindomar Garçon (PMDB) e Luiz Cláudio (PR), deputados federais que apoiaram o prefeito eleito, deverão ser seus interlocutores junto aos demais membros da bancada.

 Reforço

DinheiroEstados e municípios terão um bom reforço de caixa neste final de ano com a repatriação dos recursos oriundos do exterior. A previsão é que uma nova autorização legislativa mais elástica de repatriação de recursos enviados ilegalmente para o exterior deverá ocorrer no início de 2017. Mais um reforço extra-orçamentário aos prefeitos empossados que vão encontrar as prefeituras zeradas.

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 Escapando

ivo-cassolO processo que dormita no Supremo Tribunal Federal contra o senador Ivo K-SOL (PP) e que o torna inelegível por oito anos, quando definido, deverá ser declarada a extinção da punibilidade. Trocando em miúdos, K-Sol escapará da punição por razões processuais.

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 Inabilitação

ivo-cassolPara que ele (K-SOL) fique inabilitado nas eleições de 2018, é preciso que a Justiça Estadual julgue em tempo hábil os recursos interpostos às decisões de primeira instância da justiça de Rolim de Moura. São ações de natureza própria que não são atraídas pelo STF decorrente da prerrogativa de foro que detém o senador. Caso contrário, K-Sol estará apto a disputar as eleições de 2018. Quem viver verá!

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 Vespeiro

Olho vivoInconformado ainda com a sova que levou do professor Ari Ott na disputa da reitoria da Unir, um pequeno grupo de professores pressionou membros da bancada federal para interferir junto ao MEC para que seja nomeado reitor o segundo colocado da lista. Senadores e deputados federais sondam para verificar a extensão do barulho e percebem que mexer nesse vespeiro não é um bom negócio político. E não é mesmo, pois o que uma comunidade acadêmica não perdoa é mudança de regra depois do jogo jogado. Ainda mais se tratando de democracia interna e autonomia universitária. O político que meter o bedelho vai sair picado desse vespeiro. Ott venceu as eleições da Unir de forma limpa e convincente. Aos perdedores, as dores da sova.  

 Desmilinguido

PT2Tão grave quanto em outros estados é a situação eleitoral do PT de Rondônia que, depois de eleger prefeitos e vereadores em várias cidades importantes, a exemplo de Jaru, Cacoal, Presidente Médici e Guajará, entre outras, conseguiu eleger apenas um prefeito nestas eleições. Na capital sequer conseguiu alcançar o coeficiente mínimo para eleger um vereador. Nas eleições estaduais vindouras a situação não é alentadora e a debandada do partido começou. Padre Ton, após abandonar o sacerdócio para se dedicar ao partido, presencia uma debandada avassaladora e está cada vez mais isolado em suas pregações.

Escárnio

DinheiroParece que caiu a ficha da edilidade de Porto Velho ao desistirem de aumentar os salários para mais de 18 mil reais, além de vários penduricalhos denominados verba de gabinete. Os vencimentos pagos atualmente aos vereadores da capital são suficientes para viverem de bem com a vida, visto que a maioria esmagadora dos barnabés do município não percebe trinta porcentos desses vencimentos. Aumentar salários de políticos na atual crise do país é um escárnio

Robson

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Gomes Oliveira

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  • ESSE É MESMO O PAÍS DA IMORALIDADE, TEM UM MONTÃO DE POLÍTICOS SUJOS, IMBECIS E CARA DE CACHORRO CAGANDO NA CHUVA, QUE DEVERIA ESTÁ NO URSO BRANCO. MAS NÃO SE PREOCUPE NÃO SEU CORRUPTOS, DEUS NÃO DORME, O QUE VOCÊ FEZ VOCÊ VAI PAGAR MUITO BEM PAGO DIANTE DOS OLHOS DO POVO BRASILEIRO A QUEM VOCÊ MENTIU. AGUARDE QUE A JUSTIÇA DIVINA NÃO FALHA.

  • ATENÇÃO EXÉRCITO BRASILEIRO, É HORA DE UMA INTERVENÇÃO MILITAR NESSE PAÍS. POR FAVOR SENHORES GENERAIS, CRIEM CORAGEM E ASSUMAM O COMANDO DESSE PAÍS, SÓ TEM CORRUPTOS E MAIS CORRUPTOS, NÃO HÁ JULGAMENTO E NEM SE VER NINGUÉM SENDO JULGADO PELO SEUS ATOS DE CORRUPÇÃO. ESSE LULA PARECE QUE TODOS APOIAM SUA CORRUPÇÃO,NINGUÉM TEM CORAGEM DE JULGAR NEM DE MANDAR PRENDER ESSE IMBECIL. EXÉRCITO NO PODER, PARA FAZER UMA INVESTIGAÇÃO SÉRIA NESSES POLÍTICOS CORRUPTOS.

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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