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Coronel Marcos Rocha promete atendimento 24h nas delegacias da mulher e entregar obras de hospitais regionais

Candidato ao governo do estado pelo União Brasil foi o quarto a participar da série de entrevistas do JRO1.

Coronel Marcos Rocha, candidato do União Brasil ao Governo de Rondônia, finalizou nesta sexta-feira (16) a série de entrevistas do Jornal de Rondônia 1ª Edição (JRO1). Ele disse que vai organizar o funcionamento 24h das delegacias especializadas no atendimento às mulheres.

O atual governador também afirmou que, se for reeleito, vai:

Transformar o Hospital Municipal de Ariquemes em Hospital Regional, para atendimentos de alta e pequena complexidades, e entregar as obras do Hospital de Emergência e Urgência em Porto Velho, para resolver a superlotação do João Paulo II.

Um sorteio realizado no dia 18 de agosto com representantes dos partidos definiu as datas e a ordem das entrevistas.

Saúde

O Coronel Marcos Rocha foi questionado sobre os problemas na área da Saúde no Estado. Entre eles a superlotação no hospital João Paulo II e a demora na entrega das obras de unidades em Porto Velho, Ariquemes e Guajará-Mirim.

“Mesmo a gente vivendo uma pandemia, a gente conseguiu fazer todos os trâmites administrativos necessários para que chegássemos às empresas que irão executar as novas obras, tanto do João Paulo II, quanto do hospital de Guajará-Mirim e de Ariquemes.

A gente sabe que o João Paulo II vive um problema há 40 anos, não é de agora. É um hospital onde os servidores e funcionários são extremamente dedicados, conseguem ajudar e salvar muitas pessoas. Entretanto, a estrutura do João Paulo II é ineficiente, não tem tamanho suficiente, nem leitos suficientes para atender a nossa população”, disse.

O atual governador explicou que estão em andamento os trâmites para entrega do Hospital de Emergência e Urgência em Porto Velho, para resolver a superlotação do João Paulo II. O modelo de construção será o Built to Suit (BTS), ou construído para servir, em tradução livre. Onde a empresa privada arca com os custos da construção e manutenção do prédio enquanto durar o contrato.

“Conseguimos fazer um processo de leilão na bolsa de valores de São Paulo, onde esse processo caminhou bem, as empresas estão no prazo delas, fazendo todo o apanhado para que se iniciem as obras. Quanto o governo do Estado gastou na contratação dessa empresa? Nada ainda porque ela só vai receber quando entregar a obra pronta.

Por isso também a preocupação das próprias empresas que trabalharão ali em ter um trabalho adequado, correto, que realmente atenda a população porque elas vão ter que manter a manutenção desse prédio novo durante 30 anos. Temos já um exemplo de BTS dentro da própria capital que é o Fórum de Porto Velho e tá ali funcionando muito bem”,

“Em Ariquemes o que a gente vai fazer e já está acertado, até porque tem que ter um hospital para atender todo o entorno do Vale do Jamari, a gente já acertou convênio com a prefeita de Ariquemes e vamos fazer com que o Hospital Municipal se torne um Hospital Regional, onde a prefeitura vai conseguir atender a pequena complexidade e o Governo do Estado de Rondônia vai atender a alta”, disse.

Saneamento básico

O candidato também foi questionado sobre como vai trabalhar para solucionar a questão do saneamento básico no estado.

“Fizemos um convênio com o BNDS, além de outras organizações, que em conjunto estão estudando todas as possibilidades para a Caerd. Ela vem de décadas com problemas que gerou um endividamento para ela mesma de mais de R$ 2 bilhões. O governo do Estado injetou agora na Caerd R$ 20 milhões para trabalhar na questão do fornecimento de água.

Só que nós temos um problema: é o caso dos ladrões de fiações. Alguns locais ficam sem água porque ladrões roubam os fios, então a nossa Polícia Civil, junto com a Polícia Militar, têm trabalhado para identificar e prender essas pessoas”.

Segurança pública

Coronel Marcos Rocha foi questionado sobre a situação da segurança pública no estado, quais suas propostas para reduzir os índices de violência contra a mulher e o motivo das delegacias especializadas na defesa do grupo não funcionarem 24 horas.

“Trabalhamos em um programa muito importante que é o ‘Mulher protegida’, feito através da Seas. Esse programa tanto protege essas mulheres, junto com todo o sistema judiciário, como também fornece recursos para que a mulher e os filhos possam sair da situação de risco, podendo até ser encaminhada para outros estados dependendo da situação”.

“A delegacia não é 24 horas ainda porque tudo tem que ter planejamento. Tem que ter pessoal para atender 24 horas, por isso que eu fiz o concurso da Polícia Civil contratando novos delegados, novos agentes para poder suportar a carga de trabalho. O planejamento é para o início do próximo mandato”.

Cultura

O candidato também falou sobre os eventos culturais do estado.

“O Duelo da fronteira é uma festa linda, mas é como se fosse ‘uma empresa’ que passou por alguns problemas sérios de documentação e endividamento. A gente queria ter dado continuidade e não conseguiu porque o Governo do Estado não conseguiu entrar para resolver. O Flor do Maracujá a gente vai ver ele acontecendo.

Tivemos o problema da pandemia que nos impediu de trabalhar, mas nós ‘renascemos’ a antiga Expovel que estava parada por muito tempo, também por problema de endividamento, e criamos a ExpoPorto. A nossa cultura tem expandido, mas lembro que a pandemia impediu que trabalhássemos com vários projetos em 2020 e 2021″.

Considerações finais

Em suas considerações finais, que tem o tempo de um minuto para todos os entrevistados, Marcos Rocha, pediu votos à população.

“O que eu quero é continuar esse trabalho. Trabalho honrado pela nossa população. Por isso eu peço o seu voto para Coronel Marcos Rocha. O único ‘de rocha’. Que Deus abençoe o nosso estado. Que a gente possa seguir em frente defendendo o nosso estado”.

FONTE: G1/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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