Teia Digital

COMPROMISSO INTEGRADO, PORTO VELHO DO FUTURO – Por Silvio Persivo

Pode não influenciar todos, mas, que influência, influência. “Existe mais canções de amor do que qualquer outro tipo. Se canções influenciassem as pessoas, amaríamos uns aos outros” (Frank Zappa).

COMPROMISSO INTEGRADO, PORTO VELHO DO FUTURO

O encontro com os candidatos a prefeito de Porto Velho, uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) com a participação da Federação do Comércio Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) – CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), Faperon (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia), OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Rondônia), AJE (Associação de Jovens Empreendedores), ACEP (Associação Comercial e Empresarial de Porto Velho), OAB Rondônia e Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia (Glomaron), parceiras do Compromisso Integrado, Porto Velho do Futuro – realizam nesta quarta-feira, 19, o encontro com os candidatos a prefeito Hildon Chaves e Léo Moraes. O encontro acontece a partir das 19h, no salão de convenções da Casa da Indústria, localizado a rua Rui Barbosa, 1112, Arigolândia. Os candidatos responderão às questões e temas relacionados ao desenvolvimento da capital e apresentarão suas propostas para o fortalecimento do setor produtivo.

CANDIDATOS ASSINARAM TERMOS DE COMPROMISSOS

Por sinal, na segunda e ontem (18), os candidatos Hildon e Léo, estiveram, respectivamente, na Fecomércio Rondônia quando falaram sobre seus programas de governo e assinaram um termo de compromisso de apoiar as causas do comércio que foram elaboradas em conjunto com a Federação das Câmaras dos Diretores Lojistas-FCDL e a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Velho-CDL.

 ESCLARECIMENTO DA SANTO ANTÔNIO

Recebi do prezado amigo José Carlos Sá, da Banzeiros Comunicações, a seguinte nota a respeito das divergências entre Jirau e Santo Antônio a respeito da questão das seis novas unidades geradoras: “A propósito das informações difundidas pela ESBR, pelo seu Release de 11/10/2016, a Santo Antônio Energia, responsável pela implantação e operação da Hidrelétrica Santo Antônio, esclarece: 1. A Santo Antônio Energia em momento algum declarou que a Hidrelétrica Santo Antônio é a única usina que atende os estados do Rondônia/Acre. O que tem afirmado é que as suas 6 (seis) unidades geradoras adicionais são exclusivas para o atendimento do sistema Acre/Rondônia, em função de estarem conectadas  específica e diretamente ao Sistema Regional (230 kV – SE Eletronorte PVH), o que significa a obrigatoriedade do despacho das referidas unidades geradoras para os Estados de Rondônia e Acre. Portanto, diferentemente das demais 94 unidades geradoras (44 de Santo Antonio e 50 de Jirau), estas 6 (seis) turbinas  adicionais jamais poderão ser despachadas pelo sistema de corrente contínua (“back-to-back” e “Linhão” de 600kV). Esta condição, e apenas ela, se constitui na solução definitiva que propicia os requisitos de confiabilidade, estabilidade e segurança no fornecimento de energia para a região. 2. A operação das 6 (seis) unidades geradoras adicionais vinculada à elevação da cota do reservatório não se trata de impossibilidade técnica, mas tão somente da condição estabelecida pelo Ministério de Minas e Energia – MME e Agencia Nacional de Energia Elétrica – ANEEL quando da aprovação do projeto de ampliação da usina em 2013, avaliado e considerado como o “aproveitamento ótimo” para o Sistema Elétrico Nacional (interesse público). 3. Lamentamos que a ESBR, enquanto concessionária de energia e com pleno conhecimento do histórico e das regras e legislação vigente do setor elétrico, venha, através do referido Release, apenas confundir a opinião pública de Rondônia e Acre”.

SMARTPHONE TEM PRESENÇA EXTENSIVA NO PAÍS

Classificado por alguns como “febre”, ou até como “vício”, o uso intensivo do smartphone por um grande número de pessoas gera alguns costumes curiosos, de acordo com o “Global Mobile Consumer Survey – GMCS 2016”, estudo da Deloitte que apura o hábito de consumo de equipamentos e serviços de tecnologia móvel em 31 países do mundo. No Brasil, a pesquisa foi realizada com 2.005 pessoas de todas as regiões do país. Entre os exemplos está o hábito cultivado por 37% dos que afirmam verificar suas mensagens instantâneas em aplicativos como o WhatsApp caso acordem no meio da noite. Já 28% dos pesquisados disseram que chegam a responder às mensagens durante a madrugada. No outro extremo estão 29% dos respondentes que afirmam nunca checar seus aparelhos de noite, nem mesmo para conferir o horário no relógio do aparelho. A intensidade de uso também se estende aos extremos do dia. Pelo menos 32% dos donos de “telefones inteligentes” dizem que a primeira coisa que fazem, ao acordar, é olhar seu aparelho. Ao final do dia, 48% dos respondentes em 2016 disseram que dão uma última olhadinha no smartphone, cinco minutos antes de ir dormir. A atividade priorizada por 33% daqueles que checam seu smartphone logo pela manhã é navegar pelas redes sociais. Logo a seguir, vem o costume de teclar nos aplicativos de mensagens instantâneas, que é privilegiado por 28% dos respondentes. Em terceiro, vem o hábito de checar e-mails pessoais, citado por 10% dos respondentes. “Depois do fenômeno dos videogames, que mudou hábitos de várias gerações, especialmente de jovens, as facilidades proporcionadas pelas tecnologias condensadas em um único smartphone estão transformando o dia a dia de incontáveis pessoas em todo o mundo”, avalia Marcia Ogawa, sócia-líder para o atendimento à indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte. “Cada vez mais o smartphone torna-se um hub não somente para uso pessoal, mas, também para aplicações corporativas – o que converge para o fenômeno da transformação digital das empresas”. O aumento do uso de telefones móveis foi estimulado com a popularização de acesso aos smartphones. Afinal, oito em cada dez dos brasileiros que participaram da GMCS 2016 já carregam consigo esses aparelhos. O percentual de 80% (quase o mesmo apurado globalmente pela pesquisa: 81%) de pessoas ouvidas em todo o país tendo acesso a esses equipamentos equivale a um crescimento de três pontos percentuais em relação aos 77% apurados em 2015. A evolução é ainda mais significativa quando lembrada a penetração do smartphone em 2013. Na pesquisa daquele ano, apenas 29% dos participantes brasileiros possuíam ou tinha acesso aos “telefones inteligentes”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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