Atualidades

Com juros em queda, saiba onde colocar sua grana em 2017 e 2018

Poupança deve perder rentabilidade, mas ainda atrai pequeno investidor

Com a perspectiva apontada pelo mercado de a taxa básica de juros (Selic) chegar a 7,5% ao final de 2017 e se manter assim em 2018, a poupança irá perder rentabilidade. Desde 2012, assim que a Selic chega a 8,5% ou menos, o rendimento da poupança para depósitos a partir de 2012 passa a ser de 70% da Selic mais a TR (taxa referencial, que com queda da Selic fica próxima de zero).

Hoje a Selic ainda está em 9,25% ao ano. Nesse patamar, a poupança rende 0,5% ao mês, ou 6,17% ao ano, mais a TR, o que dá cerca de 6,5% anuais. Descontada a inflação dos últimos meses, o rendimento real fica em torno de 3,5%, um ótimo desempenho histórico para a poupança.

“A poupança hoje não está ruim, está tendo ganho acima da inflação. É um investimento que ainda deve ser considerado. Há 12 meses, estava muito ruim e já perdeu muito da inflação”, explica o professor Alexandre Cabral, da FIA (Fundação Instituto de Administração da USP).

Tudo indica, no entanto, que a Selic chegará a 8,5% na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) em 6 de setembro, dada a trajetória de cortes promovida pelo Banco Central. Neste caso, o rendimento para depósitos a partir de 2012 cai para 70% da Selic + TR, o que vai resultar em cerca de 5,95%. Para o poupador, um ganho real de 2,5% em um cenário de inflação de 3,45% ao ano.

Quem tem aplicação anterior a 2012 ainda tem o rendimento de 0,5% ao mês + TR. Apesar da queda da rentabilidade, a poupança ainda é um bom investimento para o pequeno investidor, que faz uma reserva de curto prazo e pode precisar daquele dinheiro aplicado mês a mês, como explica o economista do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal Newton Marques.

— Para um investidor que tem cerca de R$ 50 mil para retirar no final de 2017 ou de 2018 vai ser difícil ele encontrar um investimento mais interessante do que a poupança porque ele tem que considerar a incidência do imposto de renda, em fundos e no Tesouro Direto, e a cobrança da taxa de administração dos fundos. A poupança é isenta tanto do imposto quanto das taxas.

Ganhos maiores

Mas para quem quer ganhar um pouco mais e tem paciência de procurar, há outras opções, conforme explica o professor Alexandre Cabral. As observações e os cálculos abaixo foram feitos para o pequeno investidor que já tem uma reserva, vai continuar aplicando mensalmente, mas pode precisar o dinheiro no fim de 2017 ou ao final de 2018. Ou seja, tem aplicação de curto prazo.

Poupança x Tesouro Selic

Entre a poupança e títulos do Tesouro neste momento só são recomendáveis os títulos Tesouro Selic (os atrelados ao IPCA são títulos de longo prazo e os pré-fixados não são competitivos em cenário de queda de juros). A rentabilidade esperada tanto da poupança de antes de 2012 quanto do Tesouro Selic até o final do ano é muito semelhante, conforme cálculos do professor Alexandre Cabral. Nessas contas ele considerou a incidência de Imposto de Renda no Tesouro Selic (a poupança é isenta).

Já se a poupança tiver a rentabilidade de depois de 2012, a performance do Tesouro Selic é melhor, tanto para quem vai tirar o dinheiro até o final de 2017 quanto para o fim de 2018.

— Eu ainda acho o Tesouro Selic mais vantajoso porque tem a vantagem da liquidez. O correntista não precisa se preocupar com a data de aniversário, o que acontece na poupança, diz o professor Alexandre Cabral.

Fundos de investimento 

Não são recomendáveis neste momento para o pequeno investidor de curto prazo. Além da incidência de Imposto de Renda, as taxas de administração costumam reduzir os ganhos.

— O pequeno investidor deve fugir de fundos DI com taxa de administração acima de 1%. Fundos só são competitivos quando têm taxa de administração perto dos 0,5%, mas nesses casos o investimento inicial costuma ser alto, o que já inviabiliza para o pequeno investidor.

Corretoras e bancos médios podem ter fundos interessantes mesmo para o pequeno, mas a administração tem de ser menor de 0,5%.

CDBs

Os CDBs devem ter ganhos melhores dos que os da poupança e do Tesouro Selic entre 2017 e 2018 para o pequeno investidor. Mas para serem melhores, a remuneração precisa ser acima de 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Bancos médios e corretoras costumam oferecer opções melhores do que os grandes bancos em CDBs.

LCI ou LCA x CDBs 

Ainda são ótimo investimento porque têm alta rentabilidade e não têm cobrança de Imposto de Renda, o que o governo estuda e pode acontecer a qualquer momento. Não podem ser usadas para curtíssimo prazo porque o dinheiro não pode ser sacado antes de três meses. Para quem vai poupar e pode tirar o dinheiro no final de 2017 uma LCI ou LCA que tiver rendimento acima de 78% do CDI ganha de CDBs com até 100% do CDI. A diferença entre CDB e LCA ou LCI é a incidência do imposto de renda, de 22,5% sobre o CDB de quatro meses.

Para quem vai deixar o dinheiro aplicado até o final de 2018, LCA ou LCI com rendimento a partir de 83% de CDI é melhor do que CDB com 100% do CDI (diferença de 17,5% pela incidência de IR). Se o investidor conseguir um CDB cou 110% do CDI deve migrar para o CDB que se torna mais vantajoso.

Abaixo veja a definição de cada um dos investimentos citados acima:

Tesouro direto

São títulos vendidos pelo governo, de longo prazo. O governo usa o dinheiro para pagar a dívida pública e remunera o investidor por esse ‘empréstimo’. Têm liquidez porque apesar dos vencimentos serem de longo prazo o investidor pode vender esses títulos toda a quarta-feira. Mas se o título estiver desvalorizado, o investidor pode ter a rentabilidade reduzida ou até perder dinheiro. Há dois tipos de títulos do Tesouro Nacional: os títulos pré-fixados, com remuneração estabelecida na da aquisição, e títulos pós-fixados, que podem ser tanto atrelados ao IPCA quanto à Selic.

Para comprar Tesouro Direto o investidor terá que ter uma conta em uma corretora, que pode ser inclusive dentro do próprio banco onde ele tem conta. Basta pedir ao gerente.

CDBs

São ativos, títulos, chamados de Certificados de Depósitos Bancários. Os bancos emitem os CDBs para captar dinheiro (é como se o investidor emprestasse dinheiro ao banco). Existem três tipos principais de CDBs: os pré-fixados (a remuneração é fixa, pré-definida), os pós-fixados (remuneração é um percentual do CDI) e os que pagam juros e mais um índice de inflação. A aplicação é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 250 mil. Há cobrança de Imposto de Renda e as alíquotas variam de acordo com o tempo da aplicação (quanto mais tempo, menos imposto).

Ao analisar um CDB a primeira coisa que o investidor precisa saber é qual a remuneração, que deve ser mais ou menos 100% do CDI.

Fundo de renda fixa 

São fundos que têm uma rentabilidade já definida no momento da aplicação. O mais importante de se observar é a rentabilidade líquida (já descontadas as taxas cobradas pelos gestores) e deve ser considerada a incidência do Imposto de Renda. Não são garantidos pelo FGC.

Fundos DI são fundos de renda fixa que acompanham as oscilações da Taxa SELIC, como ocorre por exemplo no Tesouro Selic (antiga LFT). Os 5% restantes podem ser alocados em títulos que seguem as regras dos Fundos de Curto Prazo.

LCI ou LCA

São Letras de Crédito Imobiliários ou Agrícolas. Fundos feitos por incorporadores imobiliários ou agricultores que precisam captar recursos para investir nos seus negócios. O dinheiro do investidor, portanto, é usado nesses investimentos e o investido é remunerado por esse empréstimo. Pagam um percentual do CDI já estabelecido o momento do investimento. A grande atratividade é a não incidência do Imposto de Renda.

O programa Economia Sem Paletó, transmitido ao vivo na próxima segunda (14) às 15h30 no Facebook do R7, irá discutir a queda da rentabilidade da poupança, veja o teaser:

Fonte: R7

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.