Teia Digital

Balança do Agronegócio cresce 13% – por Silvio Persivo

Tempo das sagradas ilusões perdidas. “Nosso tempo, sem dúvida… prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser… O que é sagrado para ele, não passa de ilusão, pois a verdade está no profano. Ou seja, à medida que decresce a verdade a ilusão aumenta, e o sagrado cresce a seus olhos de forma que o cúmulo da ilusão é também o cúmulo do sagrado” (Feuerbach).

 

OPERAÇÃO TEIXEIRÃO JÁ EM ANDAMENTO

Na última sexta-feira (19) foi feita a cerimônia de lançamento da Operação Teixeirão, no auditório do Teatro Guaporé, com a presença de autoridades, universitários e professores que irão a campo e gestores das instituições de ensino. A Operação Teixeirão é uma iniciativa do governo de Rondônia em parceria com o Ministério da Defesa, responsável pelo projeto Rondon desde 2005. A configuração do projeto, que nasceu em Rondônia no ano de 1967, dá suporte à iniciativa idealizada pelo advogado e professor Helder Risler, da Diretoria Técnica Legislativa (Ditel), em que são envolvidas instituições de ensino superior atuantes no estado. No dia seguinte (20), cerca de 160 estudantes e professores de sete instituições de ensino do estado iniciaram no o deslocamento para nove municípios em que irão prestar atendimento à população nas áreas de cidadania, direitos humanos, saúde, educação e meio ambiente.

ANIVERSÁRIO DE EURO TOURINHO

Justa, e muito bonita,  a homenagem feita a uma das grandes personalidades de Rondônia, o jornalista Euro Tourinho, que completou 96 anos de idade no último dia 17. Presentes os familiares, amigos e uma pá de grandes nomes da cidade que foram ao Buraco do Candiru prestigiar Euro que, sem dúvida, é depois do Marechal Rondon a figura mais conhecida (e reconhecida) de nosso Estado por ser uma testemunha de nossa história e o grande sustentáculo do centenário Alto Madeira. Não tive como estar presente, mas, não posso deixar de registrar com os meus votos de que sua inteligência, sabedoria e luminosidade continue a servir de farol ainda por muito tempo para nós todos, seus amigos e admiradores.

MUITO SOL E POUCA ENERGIA SOLAR               

O Brasil, por ser um país ensolarado, deveria dar prioridade aos sistemas fotovoltaicos, mas, sua viabilidade depende também de outros fatores como o preço da tarifa de energia local e o custo do ICMS. Ou seja, é preciso que haja um equilíbrio entre a insolação (medida pela quantidade de watts gerados por metro quadrado) e o custo da tarifa de energia. Segundo o diretor da Comerc Solar, Marcel Haratz “Não adianta ter uma tarifa muito alta se a minha capacidade de geração de energia solar é baixa e vice versa”.  Considerando estes fatores, Belém (PA), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Goiânia (GO) despontam no ranking da Comerc como as capitais que oferecem melhor retorno financeiro para projetos residenciais de energia solar. Porto Velho aparece em 16º lugar neste ranking, pois, apesar do alto custo da energia elétrica em relação a outros estados o tempo de retorno dos investimentos é muito alto, de forma que ainda o crescimento deste tipo de geração depende muito de financiamento de baixo custo. É a falta de um programa de apoio que trava o crescimento do uso da energia solar.

 

SOBEM PEDIDOS DE APOSENTADORIA EM 2017

Um dos objetivos da reforma da Previdência é a de equiparar os regimes de aposentadoria dos servidores públicos aos do INSS, o que, segundo o governo, “vai acabar com os privilégios concedidos atualmente”. Diante desta possibilidade, o número de pedidos de aposentadorias de servidores federais civis aumentou no último ano. De acordo com o Ministério do Planejamento, entre janeiro e novembro de 2017, as solicitações dos benefícios aumentaram 46,7% em comparação com o ano anterior. Em 2016, foram 14.563 pedidos. Já no ano passado foram 21.371. O Ministério afirmou que “não se pode negar que a proposta de reforma previdenciária é um motivador dos pedidos de aposentadoria. No entanto, há outros fatores que contribuem para isso, como por exemplo, a idade avançada dos servidores do Poder Executivo federal”. Segundo o Planejamento, a idade em média, é de 57 anos, o que faz com que os servidores estejam aptos a adquirirem o benefício

BALANÇA DO AGRONEGÓCIO CRESCE 13%

O saldo comercial do agronegócio brasileiro atingiu US$ 81,86 bilhões em 2017, uma alta de 13% sobre 2016, de US$ 71,31 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura. O superávit comercial do ano passado mostra uma recuperação depois de três anos de queda e é o segundo maior da história, perdendo apenas para o total de US$ 82,91 bilhões de 2013.  As exportações do setor também avançaram 13% entre 2016 e 2017, para US$ 96,1 bilhões ou 44,1% das vendas externas do País. É o terceiro melhor desempenho da história nas vendas externas do agronegócio, atrás de 2013 (US$ 99,97 bilhões) e 2014 (US$ 96,75 bilhões). As compras do setor ficaram em US$ 14,15 bilhões. O complexo soja, com exportações de US$ 31,72 bilhões e contribuição de US$ 6,3 bilhões para o saldo comercial do agronegócio, liderou o comércio externo entre as cadeias do setor. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, considerou que “O saldo comercial forte demonstra importância do setor”, mas, frisou  que, mesmo com a safra recorde do País no ano passado, o saldo comercial e as exportações não são as maiores da história.

INOVAÇÃO DO SETOR PÚBLICO

Abertas até o dia 31 de janeiro de 2018 as inscrições para o Concurso Inovação no Setor Público. Promovida pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) desde 1996, a premiação valoriza as equipes de servidores públicos que dedicam-se a repensar atividades cotidianas por meio de pequenas ou grandes inovações que gerem melhoria na gestão das organizações e políticas públicas, contribuam para o aumento da qualidade dos serviços prestados à população e tornem mais eficientes as respostas do Estado diante das demandas da sociedade. Nesta 22ª edição serão admitidas inscrições nas três categorias: Inovação em processos organizacionais no Poder Executivo federal; Inovação em serviços ou políticas públicas no Poder Executivo federal e Inovação em processos organizacionais, serviços, ou políticas públicas no Poder Executivo estadual/distrital. O edital do concurso está disponível no site https://inovacao.enap.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/22_Concurso_Inovacao_edital.pdf.

Autor: Sílvio Persivo

Colunista, economista e professor

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by