Esporte

Coluna – PF identifica garimpo ilegal no entorno das usinas

Ouro estaria sendo retirado ilegalmente e DNPM já foi comunicado

De volta

HERBERTHerbert Lins reassumiu a presidência estadual do PHS. Ele havia aberto mão da legenda logo após a Operação Apocalipse. Professor universitário, Lins iria disputar o senado este ano, não fosse a operação. Outro que também reassumiu a presidência de sua legenda foi Luizinho Goebel, que retomou o PV, perdido na semana passada. A determinação da nacional do partido é que seja priorizado um candidato a federal. Os nomes que o PV dispõe para essa vaga são Aires Motta (Porto Velho), Vilson dos Santos (Vilhena), Corazinho (Cacoal), João Cruz (Buritis), Marcos Sussuarana (Porto Velho), Marcos Uchoa (Porto Velho) e Carlos Goebel (Vilhena).

Rodados

padretonO bonde petista que foi a Brasília para garantir a candidatura de Padre Ton ao governo volta falando sozinho. A conversa com o senador Ivo Cassol não rendeu. O italiano quer o PT de vice e ainda quer apoio para candidatura ao senado. Padre Ton, que declarou não ser vice de ninguém, vai encarar a eleição sozinho. E não emplaca. O PT terá dificuldades até para eleger deputado federal no Estado. A legenda sempre andou na companhia do PDT, PSB e PC do B. O PDT está amarrado ao PMDB, o PSB está namorando o grupo de Cassol, mas só fecha se o candidato for Maurão de Carvalho, do contrário, preferem também o PMDB. E o PC do B está avaliando o cenário, mas também já conversou com Maurão de Carvalho.

Racha

ELEIÇÕES

E a disputa dentro do grupo cassolista sobre quem vai ser o candidato majoritário, se Maurão de Carvalho ou Jaqueline Cassol chegou a um impasse. Cerca de 10 partidos que compõe o grupo apóiam a candidatura de Maurão e alguns já deixaram claro que, se o deputado não for candidato, eles vão debandar, a maioria para o lado de Confúcio Moura, outros vão com Expedito.

O problema

ELEIÇÕESFoi a demora de Jaqueline em decidir pela sua candidatura. Se a empresária tivesse mantido seu projeto, iniciado ainda ano passado quando assumiu a presidência do PR, certamente teria consolidado sua candidatura dentro do grupo. Ela chegou a anunciar seu afastamento da vida pública, em nota divulgada em setembro do ano passado. Ela anunciou, “desde que passei a exercer cargos em órgãos públicos e, mais precisamente à partir de quando assumi a presidência do Partido da República em Rondônia, ficou explícito como sou vítima da irresponsabilidade por alguns, em nome da liberdade de imprensa. Foi prevendo isto, que há 30 dias decidi entregar o cargo de Presidente do PR para preservar a paz e dignidade de minha família”.

A partir daí

ELEIÇÕESO caminho ficou aberto para que outros fossem indicados. O nome de consenso, na época, já era o de Jaqueline, mas o anúncio de sua decisão jogou um balde de água fria nas pretensões do grupo. Com isso, Ivo Cassol passou a estimular novas candidaturas, entre elas a de Maurão de Carvalho, que passou a se organizar como candidato. Ele cresceu, articulou e agregou. Tira-lo da disputa agora é complicado, para não dizer um suicídio político. Outro ponto que vem incomodando o grupo liderado pelo senador é a candidatura de sua filha, Karine Cassol para deputada estadual. Os demais candidatos estão enciumados, principalmente porque ela anda visitando bases de candidatos do mesmo grupo, o que já está causando problemas.

Portanto

Ivo21O senador está com uma “batata quente” para resolver e cá entre nós, conforme ele conduza esse processo, a situação tende a se complicar ainda mais, até porque ele enfrenta resistência dentro da própria família. O prefeito de Rolim de Moura, César Cassol não quer nem ouvir falar em candidatura de Jaqueline e Karine. Para ele, a única candidata da família seria Ivone Cassol, esposa de Ivo, “se ela for candidata apoio até financeiramente, as outras, pode esquecer”, disse César.

Investigação

ouroA Polícia Federal comunicou a superintendência do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) que estariam ocorrendo extrações de ouro nos arredores das usinas de Jirau e Santo Antônio. O comunicado foi feito, por ofício, na última quarta-feira. O DNPM é o órgão responsável pela fiscalização em garimpos. Providências deverão ser adotadas nos próximos dias.

Vetado

dilma-presidente (1)A presidente Dilma Roussef vetou, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a construção da ponte sobre o rio Madeira no distrito de Abunã. Na prática quer dizer que os acreanos e rondonienses continuaram pagando a travessia na balsa do deputado federal Roberto Dorner (PSD-MT). Ele fatura algo em torno de R$ 1,8 milhão por mês com essa balsa. Sei não, mas acho que com um rendimento desses, a ponte não sai tão cedo.

Interessante

Que o governador do Acre, Tião Vianna, acompanhado da própria presidente, chegou a anunciar, para este ano, o início das obras da ponte. Se essa obra tiver início, será ano que vem. E não se sabe se Dilma ainda estará na presidência.

Enquanto isso

A ponte sobre o rio Chaputaia, que fica entre São Miguel do Guaporé e Alvorada do Oeste, caiu após a passagem de uma carreta bi-trem e deixou todo o Vale do Guaporé isolado. O acidente aconteceu na última quarta-feira.

De novo?

ROUBOA coluna havia denunciado o furto de aparelhos de ar-condicionado no almoxarifado da Secretaria de Estado da Saúde e até agora nada foi dito. Agora chega a denúncia à coluna que foram furtados da IDARON 10 computadores com processador I7 no valor total de R$ 10 mil. O furto teria ocorrido no escritório que funciona na rua Aparício de Moraes, no setor industrial.

Nepotismo

E na secretaria responsável pelas obras do PAC, que estão sob a responsabilidade de Iacira Azamor, que também acumula a presidência da CAERD, ela empregou o genro, além de um casal. Seria interessante também observar os valores dos salários que estão sendo pagos na tal secretaria executiva do PAC. Salário de magnata.

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Vacina poderá prevenir Alzheimer

vacinaUma forma de prevenir o Alzheimer está sendo desenvolvida e pode surgir através de vacina. Segundo o professor de neuropatologia, James Nicoll, da Universidade de Southampton, a vacina é feita a partir da mesma proteína beta-amilóide, encontrada no cérebro de quem possui a doença e deveria ser aplicada em pessoas abaixo dos 40 anos, antes de exibirem qualquer sintoma. Pessoas com idade entre 40 e 50 anos também poderiam ser vacinadas caso não apresentassem nenhum sintoma. Em palestra em Cheltenham, cidade inglesa, o pesquisador afirma que não se pode prever os efeitos da vacinação. — É possível que o acúmulo de beta-amilóide cause uma cascata de coisas que você não pode reverter. Mas poderíamos vacinar antes que a doença comece a se apresentar? Para mim, essa é a pergunta mais interessante e emocionante. Pode ser um prevenção, em primeiro lugar. Um estudo realizado na Universidade de Columbia está atualmente testando a teoria sobre uma família que é geneticamente predisposta à doença de Alzheimer mas seu resultado demorará décadas para provar se a vacina é eficaz. Somente na Grã-Bretanha, onde o estudo é realizado, cerca de 800 mil pessoas possuem a doença o que impacta em £ 23 bilhões a economia. Em outra pesquisa, o professor de psiquiatria biológica da Universidade de Southampton, Clive Holmes, alertou que o Alzheimer pode ser causado e agravado por infecções comuns, como a gripe.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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