Atualidades

COFEN: Campanha global chega ao país e quer dar voz aos 2 milhões de profissionais

O Nursing Now chega ao Brasil como uma campanha forte e já articulada em mais de 30 países que buscam fortalecer a Enfermagem e dar a ela o protagonismo que tem na área da saúde, respondendo por mais de 50% dos trabalhadores da categoria em todo o mundo.

“No Brasil somos 2,1 milhões de profissionais atuantes na Enfermagem. No mundo existem 23 milhões de profissionais de enfermagem, com a predominância de mulheres. As instituições que lideram a campanha global reconhecem que valorizar a profissão contribui para melhorar os indicadores vitais de saúde, a economia, de forma geral, e também contribuirá para a igualdade de gênero”, avalia a coordenadora do Grupo de Trabalho do programa no Brasil, Isabel Amélia Costa Mendes.

Isabel destaca que a presença da enfermagem na saúde é de 24 horas, ininterruptamente e que os profissionais são imprescindíveis. “Esse protagonismo já é reconhecido por dirigentes e governantes de muitos países e eles sabem que, sem a enfermagem o sistema de saúde não funciona”, afirmou.

O programa nasceu de uma parceria entre a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Conselho Internacional de Enfermeiros (CIE)que, juntos, buscam chamar a atenção dos governos dos países integrantes da ONU, para que valorizem os profissionais de enfermagem.Eles são essenciais para atingir as metas globais, nacionais e locais de saúde.

A proposta do CIE e OMS é de se fazer uma força tarefa para alcançar as metas propostas nos próximos dois anos, considerando o papel essencial da enfermagem na concepção e implementação das políticas de Saúde que assegurem a universalidade do acesso.

As principais metas da campanha são a ampliação dos investimentos para a melhoria do ensino, do desenvolvimento profissional, das normas, dos regulamentos e das condições de empregodos enfermeiros; o aumento e a
melhoria da disseminação de práticas eficazes e inovadoras na área da enfermagem; a expansão da influência dos enfermeiros e parteiras nas políticas de saúde mundial e sua presença em posições de liderança, além de promover evidências para a tomada de decisão em saúde com impacto na enfermagem.

Para o Brasil, educação de qualidade e condições de trabalho são as metas

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e o Centro Colaborador da OPAS/OMS para o desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, vinculado à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, são os responsáveis pela implementação do programa no país.

Para isso, lançam oficialmente a campanha Nursing Now Brasil, com metas objetivas, voltadas para a educação de mais qualidade e por melhores condições de trabalho, além de evidenciar a atuação dos profissionais em todas as áreas da saúde, educação e pesquisa.

“Queremos que os governantes compreendam e reconheçam a importância da enfermagem para as políticas públicas e para a saúde da nossa população. Vamos trabalhar para aprovar a Lei do piso salarial nacional e pela regulamentação das 30 horas”, afirmou o presidente do Cofen, Manoel Neri.

Ele destaca a crise que a enfermagem vive hoje, com uma baixa qualidade na formação, o desemprego e subemprego, e o rebaixamento dos salários em muitos estados. Apesar disso, os profissionais não deixam seus postos de trabalho, continuam diuturnamente fazendo funcionar as instituições, públicas e privadas.

Neri destaca ainda, que a enfermagem brasileira é considerada de bom nível, considerando a realidade mundial. “Na América Latina e Caribe, a enfermagem brasileira é protagonista, inovadora, principalmente na formação. Está muito a frente desses países.Somos protagonistas nas diversas áreas que atuamos com muita competência”.

Destacou também o trabalho realizado na atenção básica, onde a enfermagem atua ativamente com excelência. “O pré-natal de baixo risco, na rede pública, é realizado quase que em sua totalidade por enfermeiros e enfermeiras. O programa nacional de imunização continua sendo uma referência mundial e é realizado, essencialmente, pelos profissionais de enfermagem. ”

Entre as principais metas definidas para o Brasil, estão o investimento no fortalecimento da educação e no desenvolvimento dos profissionais de enfermagem com foco na liderança; a busca pela melhoria das condições de trabalho dos profissionais de enfermagem, e a disseminação de práticas de enfermagem efetivas e inovadoras com base em evidências científicas, em âmbito nacional e regional.

Campanha e site

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) elaborou uma campanha de comunicação para explicar como vai funcionar o Nursing Now e como os profissionais podem e devem participar. Um site foi criado e será alimentado com todas as informações do desenvolvimento do programa em todo o país, e irá divulgar os projetos inovadores desenvolvidos pela enfermagem Brasil afora. O endereço do site é www.nursingnowbr.org. Estados, municípios e instituições receberão o material explicativo para que incentivem seus profissionais a fazerem parte desse momento especial para a enfermagem.

Serviço

Lançamento do Nursing Now Brasil

Data – 24/04/2019

Horário – 14 h

Local – Auditório da Fiocruz – Avenida L3 Norte, s/n, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A – Brasília – DF

 

FONTE:  ASSESSORIA COFEN

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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