Teia Digital

CHINESES E PERUANOS DEFENDEM VIABILIDADE DA FERROVIA TRANSOCEÂNICA – por Silvio Persivo

Estou querendo me sentir assim. “Sinto que nesta fase da vida estou me tornando quem eu deveria ter sido a vida inteira” (Jane Fonda).

II EXPOSIÇÃO DE PEIXES DO MADEIRA

Os peixes ornamentais de aquários e o peixe conhecido na região como “Dourada” são os diferenciais da II Exposição de Peixes do Madeira que a Hidrelétrica Santo Antônio promove a partir de amanhã, sábado, dia 20, na praça Calama do Porto Velho Shopping. Os aquários terão espécies de peixes já conhecidas da população: Jundiá, Tucunaré, Pirarucu, Pirarara, Pacu e Piranha preta. Já a Dourada faz parte das espécies migradoras que sobem o Madeira para fazer a desova nas nascentes. Este peixe o maior valor comercial para a comunidade ribeirinha que vive da pesca na Amazônia. Paulo Damião, responsável pela Comunicação Corporativa da Santo Antônio Energia, lembra do compromisso da empresa de compartilhar os conhecimentos provindo de mais de seis anos de estudos da região onde a Hidrelétrica Santo Antônio foi instalada. “Já realizamos mostras sobre Arqueologia, Sustentabilidade e peixes do rio Madeira, além da distribuição permanente de cartilhas temáticas da série ‘Saiba Mais’, cujo nono volume será lançado durante a exposição, que tem os “peixes” como tema”. A II Exposição de Peixes do Madeira ficará aberta à visitação até o dia 29 de agosto, no horário de funcionamento do shopping.

RICHARD RASMUSSEN EM RONDÔNIA

O famoso biólogo e apresentador de televisão Richard Rasmussen participou de um café da manhã promovido pelo Sebrae de Rondônia ontem, quinta (17), no auditório da entidade, quando, além de reprisar alguns programas seus ofereceu uma oportunidade de, em conjunto com empresas locais, fazer uma série de programas no Estado. A proposta dele foi muito clara e os custos apresentados muito acessíveis, pois, são restritos à produção do programa. Richard, além de ser um ecologista, é uma figura pública extremamente simpática que trata a todos com muita atenção, daí, também o respeito e o carinho que o cerca. Foi muito disputado para fotos e selfies e, em momento algum, deixou de ser muito gentil. Vale lembrar que na proposta quem participar poderá utilizar o material que será gerado pela equipe de Richard com sua associação à empresa e que este, inclusive, um dia ficará disponível para participar de evento que for designado pelo parceiro.

 IVANHOE SE DESTACA COMO EMPRESA QUE VALORIZA AS RELAÇÕES HUMANAS

Depois de três anos no 3º lugar, a Ancar Ivanhoe, que administra o Porto Velho Shopping, uma das cinco maiores empresas de shopping centers do país, foi eleita a 2ª Melhor Empresa Para Trabalhar no Rio de Janeiro na categoria Grandes Empresas, de acordo com o Instituto Great Place do Work. No ranking Brasil, a companhia galgou 10 colocações e na noite da última segunda-feira (15) conquistou o 22º lugar na lista. Para Leia Cardoso, gerente corporativa de Recursos Humanos da companhia, a Ancar Ivanhoe é uma empresa que valoriza as relações humanas acima de tudo. “Estas conquistas são reflexo de um trabalho que acredita que pessoas motivadas e felizes transformam os ambientes e geram resultados de alta performance”. A companhia iniciou sua participação no GPTW RJ em 2008 e é uma das quatro empresas que se mantém na lista desde a primeira edição e única do segmento de shopping center. Desde 2011, a Ancar Ivanhoe passou a participar também do ranking Brasil, onde é classificada como a 21ª na América Latina e 8ª no Varejo.

 CHINESES E PERUANOS DEFENDEM VIABILIDADE DA FERROVIA TRANSOCEÂNICA

O prefeito de Cuiabá, capital do Mato Grosso,  Mauro Mendes recebeu, esta semana, os representantes da China e Peru que estiveram expondo a viabilidade da construção da Ferrovia Transoceânica. A ferrovia sairá do Oceano Atlântico, no Rio de Janeiro, e se estenderá por 4,4 mil quilômetros até o Oceano Pacífico, no Peru, passando pelos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre. A meta, segundo eles, é de reduzir distâncias e custos de transporte, entre os países envolvidos, tendo os aspectos financeiros, econômicos, de meio ambiente, de produção, demanda, mercado e de logística, entre outros, como ponto base para construção. O prefeito afirmou que “Certamente será uma verdadeira integração da América Latina, que propiciará desenvolvimento a todos nós. E aqui em Mato Grosso, que é um Estado distante dos portos do Atlântico e Pacifico, rico na agricultura, com a produção de grãos, e com potencial para triplicar esta produção nos próximos anos, a chegada da ferrovia será uma grande expansão de mercado”.

NOVO CICLO SUCROENERGÉTICO

O BrasilAgro, que há 16 anos lidera a comunicação digital do setor e a TV BrasilAgro, que há oito anos produz programa semanal com foco nas cadeias produtivas do agronegócio, se unem e promovem no próximo dia 12 de setembro de 2016, o seminário “A Consolidação De Um Novo Ciclo do Setor Sucroenergético”, que reunirá os principais ‘players’ da cadeia produtiva sucroenergética que, junto com lideranças políticas e analistas, discutirão o desenho e formato de um novo ciclo de consolidação. Depois de passar por um ciclo virtuoso de crescimento, com a construção de cerca de 100 novas usinas mais a ampliação e modernização de praticamente todas as outras, a moagem de cana saltou de 300 milhões de toneladas/safra para 600 milhões de toneladas/safra, o setor, passou, desde 2007,  a conviver com a pior crise da sua história, com o fechamento de usinas, centenas de milhares de demissões, desmantelamento da indústria de base e tirando tradicionais famílias de fornecedores de cana do mercado. Agora o seminário marca a procura de novos caminhos. Para os interessados o evento acontece no Hotel JP (www.hoteljp.com.br), em Ribeirão Preto (SP), Via Anhanguera km 306,5.

Inscrições podem ser feitas : www.brasilagro.com.br. Maiores informações: [email protected].

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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